SubTenente Carlos recebe titulo de cidadão.

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A Câmara Municipal de Juscimeira concedeu na noite desta sexta-feira (11) títulos de Cidadão Juscimeirenses, em sessão solene no plenário das deliberações.

A honraria visa homenagear personalidades nascidas em outras cidades, mas que se instalaram em Juscimeira e prestaram relevantes trabalhos à comunidade.

Cada parlamentar tem o direito a entrar com um projeto de concessão de títulos a cada ano, que são aprovados em plenário pelos demais edis.

Um dos homenageados este ano foi o nosso associado SubTenente Carlos Roberto Dias, que esteve no Comando do Destacamento de Juscimeira, e posteriormente Pelotão de Juscimeira, no período de 2005 a 2015, desenvolvendo um policiamento comunitário, adquiriu respeito dos policiais e da população, nesse período também implantou e desenvolveu o PROERD nas escolas de Juscimeira e esteve ministrando diversas palestras sobre prevenção ao uso de drogas, família e convívio social, hoje já é considerado um filho de Juscimeira.

Comissão de Trabalho fixa condições de ingresso nas polícias militares

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 482/15, do deputado Capitão Augusto (PR-SP), que estabelece condições de ingresso nas polícias militares.

O projeto altera o Decreto-Lei 667/69, que hoje diz apenas que o ingresso no quadro de oficiais será feito por meios de cursos de formação da própria Polícia Militar ou de outro estado.

Gustavo Lima/Câmara dos Deputados
Cabo Sabino
Em seu parecer, Cabo Sabino estabeleceu o requisito de ter no máximo 35 anos na data de realização do concurso

O autor do projeto observa que hoje existem, nos estados, legislações diferenciadas quanto às exigências mínimas para o ingresso nas suas carreiras.

O deputado acredita que deve haver um padrão nacional mínimo para o ingresso nas instituições. Segundo ele, vários estados já contemplam as exigências previstas no projeto, como Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina, Piauí, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

Condições
Pela proposta, serão condições básicas para ingresso nas polícias militares:
– ser brasileiro;
– estar quite com as obrigações militares e eleitorais;
– não registrar antecedentes penais dolosos;
– estar no gozo dos direitos políticos;
– ser aprovado em concurso público;
– ter procedimento social irrepreensível e idoneidade moral, apurados por meio de investigação;
– ter capacitação física e psicológica compatíveis com o cargo, verificados por meio de exame de aptidão;
– ser aprovado em exame de saúde e exame toxicológico com larga janela de detecção;
– comprovar, quanto ao grau de escolaridade, a conclusão de: curso de bacharelado em Direito, para o ingresso na carreira de oficial do Quadro de Oficiais Policiais Militares; curso de graduação superior nas áreas de interesse, conforme regulamentação próprio de cada instituição policial militar, para as praças ingressarem na carreira de oficial do Quadro de Oficiais Especialistas; curso de graduação superior em qualquer área, para o ingresso na carreira de praça de Polícia Militar.

O parecer do relator, deputado Cabo Sabino (PR-CE), foi favorável à proposta, com emendas. Um das emendas acrescenta o requisito de ter no máximo 35 anos na data de realização do concurso.

Promoção
A proposta diz ainda que as polícias militares manterão cursos em estabelecimento de ensino da própria polícia militar, ou em parceria com instituições de ensino superior, que serão requisito para a promoção. Para os oficiais serem promovidos aos postos de major, será necessário Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais, e para serem promovidos aos postos de coronel, Curso de Estudos Estratégicos ou equivalente.

Já nos quadros de praças, para a promoção para o posto de sargento, será necessário Curso de Formação de Sargentos ou Curso de Habilitação a Sargento, conforme outra emenda aprovada. No caso da promoção para o posto de subtenente, será necessário Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos ou Curso de Habilitação a Subtenente, de acordo com outra emenda.

Tramitação
De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Lara Haje
Edição – Adriana Resende

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias

Pedro Taques anuncia concurso com quase 2,5 mil vagas na segurança pública.

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Embora o governo de Mato Grosso esteja no limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o governador José Pedro Taques (PSDB) assegura que a ação é planejada e não oferece risco. “O concurso de títulos e provas será realizado neste não e a convocação ocorrerá a partir de fevereiro [de 2017], para que ingressem na academia”, explicou o chefe do Poder Executivo.

Taques e o secretário Fábio Galindo, de Estado de Segurança Pública, assinaram nesta segunda-feira (1) os documentos no qual o governo prepara o lançamento do concurso para preenchimento de quase 2,5 mil vagas. Também assinaram os comandantes da PM, coronel Gley Alves Castro; dos Bombeiros, coronel Júlio Cesar Rodrigues; da Polícia Civil, delegado Adriano Peralta; e em exercício da Politec, Regionaldo Rossi.

“Não se faz Segurança Pública sem planejamento, estratégia, liderança e equipe. Precisamos de homens e mulheres trabalhando fortemente. Queremos terminar 2018 cada dia mais com o cidadão orgulhoso dos profissionais da segurança pública. A autorização do novo concurso só foi possível graças ao planejamento”, justificou Pedro taques, para a reportagem do Olhar Dierto, dirigindo um agradecimento público ao secretário de Estado de Planejamento, Marco Aurélio Marrafon.

Fábio Galindo explicou que as 2.442 vagas autorizadas vão abranger Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil e Politec. São 1.200 vagas para soldado da Polícia Militar, 900 vagas para investigador, 300 vagas para escrivão da Polícia Judiciária Civil, 42 vagas para Técnico de Necrópsia, além da convocação dos 107 soldados do Corpo de Bombeiros.

Pedro Taques entende que incrementar o quadro de pessoal das forças de Segurança Pública é demonstrar respeito ao cidadão. Do total convocados em 2015 para a Polícia Militar, 612 estão nas ruas de todo o Estado e 1.340 em curso na Escola Superior de Formação de Soldados e Praças da Polícia Militar.

O Corpo de Bombeiros recebeu 449 soldados e outros 302 estão em formação. Com o anúncio da convocação dos 107 soldados que estão no cadastro de reserva, a instituição terá a maior inclusão dos últimos 15 anos. Segundo o comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel BM Júlio Cezar Rodrigues, com o incremento nenhuma unidade da instituição ficará com menos de 40 bombeiros nos quarteis.

Já a Polícia Judiciária Civil recebeu 484 escrivães e investigadores, que concluíram o Curso de Formação na Academia da Polícia Judiciária Civil (Acadepol) em novembro e foram nomeados no dia 22 de janeiro. Esses novos profissionais se juntam aos 600 escrivães e investigadores que já estão atuando nas delegacias de todo o Estado.

O incremento de mais profissionais faz parte do programa de recomposição do efetivo da Segurança Pública. Em janeiro de 2015, a Segurança Pública contava com apenas 40% do quadro funcional ideal da Polícia Militar, a Polícia Judiciária Civil com 42%, o Corpo de Bombeiros com 24% e a Politec com 50%.

Fábio Galindo Silvestre destacou que a atuação conjunta entre as Secretarias de Segurança Pública, Planejamento, Fazenda, Gestão e o apoio do governador foi fundamental para que a Sesp conseguisse avançar na realização do novo certame. “A realização do novo concurso para a Segurança é um compromisso que assumimos com a recomposição do nosso efetivo e maior sensação de segurança para a população”, completou Galindo.

Fonte: http://olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Taques_anuncia_concurso_com_quase_25_mil_vagas_na_seguranca_PM_vai_passar_de_10_mil_homens&id=414933

Notícias / Política MT

01/02/2016 – 11:53

Pedro Taques anuncia concurso com quase 2,5 mil vagas na segurança pública; PM vai passar de 10 mil homens

Da Reportagem Local – Ronaldo Pacheco

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

Pedro Taques anuncia concurso com quase 2,5 mil vagas na segurança pública; PM vai passar de 10 mil homens

A Polícia Militar de Mato Grosso finalmente vai ter um efetivo superior a 10 mil homens, o que estava previsto para 1999 ou 2000, enquanto a Perícia Técnica e Identificação Técnica (Politec) receberá 47 novos papiloscopistas e o 900 vagas para investigador da Polícia Judiciária Civil e mais 300 escrivães, além da convocação imediata de 107 homens do cadastro de reserva do Corpo de Bombeiros Militar.

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Em Brasília, Taques vai defender moratória da dívida dos estados e municípios com a União

Embora o governo de Mato Grosso esteja no limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o governador José Pedro Taques (PSDB) assegura que a ação é planejada e não oferece risco. “O concurso de títulos e provas será realizado neste não e a convocação ocorrerá a partir de fevereiro [de 2017], para que ingressem na academia”, explicou o chefe do Poder Executivo.

Taques e o secretário Fábio Galindo, de Estado de Segurança Pública, assinaram nesta segunda-feira (1) os documentos no qual o governo prepara o lançamento do concurso para preenchimento de quase 2,5 mil vagas. Também assinaram os comandantes da PM, coronel Gley Alves Castro; dos Bombeiros, coronel Júlio Cesar Rodrigues; da Polícia Civil, delegado Adriano Peralta; e em exercício da Politec, Regionaldo Rossi.

“Não se faz Segurança Pública sem planejamento, estratégia, liderança e equipe. Precisamos de homens e mulheres trabalhando fortemente. Queremos terminar 2018 cada dia mais com o cidadão orgulhoso dos profissionais da segurança pública. A autorização do novo concurso só foi possível graças ao planejamento”, justificou Pedro taques, para a reportagem do Olhar Dierto, dirigindo um agradecimento público ao secretário de Estado de Planejamento, Marco Aurélio Marrafon.

Fábio Galindo explicou que as 2.442 vagas autorizadas vão abranger Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil e Politec. São 1.200 vagas para soldado da Polícia Militar, 900 vagas para investigador, 300 vagas para escrivão da Polícia Judiciária Civil, 42 vagas para Técnico de Necrópsia, além da convocação dos 107 soldados do Corpo de Bombeiros.

Pedro Taques entende que incrementar o quadro de pessoal das forças de Segurança Pública é demonstrar respeito ao cidadão. Do total convocados em 2015 para a Polícia Militar, 612 estão nas ruas de todo o Estado e 1.340 em curso na Escola Superior de Formação de Soldados e Praças da Polícia Militar.

O Corpo de Bombeiros recebeu 449 soldados e outros 302 estão em formação. Com o anúncio da convocação dos 107 soldados que estão no cadastro de reserva, a instituição terá a maior inclusão dos últimos 15 anos. Segundo o comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel BM Júlio Cezar Rodrigues, com o incremento nenhuma unidade da instituição ficará com menos de 40 bombeiros nos quarteis.

Já a Polícia Judiciária Civil recebeu 484 escrivães e investigadores, que concluíram o Curso de Formação na Academia da Polícia Judiciária Civil (Acadepol) em novembro e foram nomeados no dia 22 de janeiro. Esses novos profissionais se juntam aos 600 escrivães e investigadores que já estão atuando nas delegacias de todo o Estado.

O incremento de mais profissionais faz parte do programa de recomposição do efetivo da Segurança Pública. Em janeiro de 2015, a Segurança Pública contava com apenas 40% do quadro funcional ideal da Polícia Militar, a Polícia Judiciária Civil com 42%, o Corpo de Bombeiros com 24% e a Politec com 50%.

Fábio Galindo Silvestre destacou que a atuação conjunta entre as Secretarias de Segurança Pública, Planejamento, Fazenda, Gestão e o apoio do governador foi fundamental para que a Sesp conseguisse avançar na realização do novo certame. “A realização do novo concurso para a Segurança é um compromisso que assumimos com a recomposição do nosso efetivo e maior sensação de segurança para a população”, completou Galindo.

Pesquisa do Fórum de Segurança, aponta que policiais do país temem represálias.

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Pesquisa divulgada nesta semana pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que 65,7% dos policiais do país sofreram discriminação por serem profissionais do sistema público de segurança. Os militares são os que mais temem represálias, 73,8%. A maior preocupação do policial é a retaliação contra um parente, sendo que a impunidade é a principal insegurança, com 64,6%.

O estudo em parceira com a Fundação Getúlio Vargas e com a Secretaria Nacional de Segurança Pública, ouviu 10.323 policiais federais, civis, militares, agentes penitenciários, rodoviários federais e guardas municipais entre os dias 18 de junho e 8 de julho, com o tema “Vitimização e risco entre profissionais do sistema de segurança pública”.

Conforme a pesquisa, 70% dos profissionais disseram ter um colega próximo vítima de homicídio fora de serviço. A incidência maior é entre os PMs. Também responderam quanto ao fato de conhecerem colegas mortos durante o trabalho (61,9%).

Ainda de acordo com o estudo, 75,6% dizem ter sofrido ameaças durante o confronto, 53,1%, fora de atuação. Mais de 60% responderam que foram vítimas de assédio moral ou humilhação no ambiente de trabalho.

Hábitos – O estudo revela ainda que os policiais adotam rotinas específicas para evitar retaliações no dia a dia. Mais de 61% evitam , por exemplo, usar o transporte coletivo, 44,3% escondem a farda ou distintivo no trajeto entre a casa e o trabalho, 39,1%, disseram que limitam o círculo de amizades e 35,2% escondem de conhecidos o fato de que são policiais, guardas e agentes prisionais.

Distúrbios psicológicos – Segundo a pesquisa, dos cerca de 700.231 profissionais de segurança público no Brasil, 109.236 já foram diagnosticados com algum tipo de distúrbio psicológico (15,6%).

Mato Grosso – Levantamento da Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), do ano passado, aponta que 17 policiais civis e militares morreram no Estado, 4 mortos enquanto trabalhavam, e o restante fora de serviço. Dentre os profissionais mortos, estão Gerson Pereira dos Santos, 48, baleado durante assalto em uma farmácia em Cuiabá e Marcos Antônio da Silva, morto também em confronto com ladrões em Várzea Grande. Ambos estavam fora de serviço.

Relato – Um policial militar lotado na Central de Flagrantes de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá conta que tenta esconder o fato de ser PM, para evitar algum tipo de retaliação. O policial, que reside na mesma cidade onde atua, diz que carrega a farda na mochila e se veste na delegacia. “Já senti olhares diferentes por parte de algumas pessoas quando vou ao supermercado ou farmácia, por exemplo, algumas pessoas reconhecem, e perguntam se é PM. Para evitar retaliação, prefiro andar sem farda”, explicou o PM que não quis se identificar.

OLHO DIGITAL EM MINAS: Tecnologia aproxima a comunidade da polícia e previne a criminalidade

Interessante, isso pode ser aproveitado em diversas cidades do Brasil.
Tablets integrados a câmeras, aplicativos em celular, robôs. Máquinas à serviço da PM para fortalecer a segurança pública no Estado.
Tablet tem potencializado policiamento em Guaranésia
Tablet tem potencializado policiamento em Guaranésia
A tecnologia tem sido um instrumento eficiente e barato a favor da segurança pública. Pensando nisso, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) tem implementado projetos em diversas regiões do estado, sempre em parceria com a comunidade. E essas ações já têm mostrado resultado. Confira:
Sul de Minas
Em Guaranésia, município de 22 mil habitantes no Sul de Minas, o vídeo monitoramento via tablet tem potencializado o patrulhamento. Com o aparelho móvel, o policial pode acompanhar, em tempo real, de qualquer lugar, as imagens das câmeras instaladas em 32 pontos da cidade. Em cinco meses de funcionamento, o vídeo monitoramento fez o numero de furtos e roubos cair 45% em Guaranésia.
A ideia de implantar o sistema foi do comandante do destacamento da PM em Guaranésia, sargento Flávio Godoy, e ganhou o apoio da comunidade. Comerciantes, empresas e instituições bancárias do município se uniram para ajudar na aquisição do tablet, na compra das câmeras e no custo da internet do aparelho móvel. O equipamento é dotado de um software que permite a visualização das imagens captadas próximas à estabelecimentos comerciais, bancos, patrimônios públicos e escolas.
A iniciativa, premiada pelo Comando Geral da PM no concurso Boas Práticas, já mostra bons resultados. O comerciante Edelto Pedreiro experimentou a eficiência do sistema. Há dois meses, a loja dele sofreu uma tentativa de assalto, mas as imagens do tablet permitiram que a polícia prendesse os assaltantes. “Com as viaturas acompanhando o que acontece em tempo real, nós nos sentimos mais seguros”, afirma Edelto.
Outros municípios da região, como Guaxupé, São Pedro da União, Muzambinho e Poços de Caldas, estão implantado o sistema. “É uma ferramenta de baixo custo que tem servido de reforço no patrulhamento da cidade, principalmente da área comercial e, assim, contribuído para melhorar a segurança da comunidade”, diz o sargento Godoy.
Região Metropolitana de Belo Horizonte
Outro exemplo é o uso do aplicativo WhatsApp pela polícia para a troca de informações com a comunidade. O aplicativo é utilizado em 28 municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte, por grupos de moradores, comerciantes e taxistas, que fazem parte das redes de segurança criadas pela PM.
Através do WhatsApp, os policiais ficam 24 horas conectados com a comunidade, que  pode comunicar uma movimentação estranha na rua ou a presença de pessoas com atitudes suspeitas.
As mensagens instantâneas já resultaram em prisões e desmantelamento de quadrilhas. Em Santa Luzia, por exemplo, acionada por um comerciante, por meio do aplicativo, a PM conseguiu prender em flagrante uma pessoa que tentava arrombar uma banca de jornal. Segundo o subcomandante da 71ª Companhia, tenente Cid Machado, durante as investigações, a polícia descobriu que o arrombador fazia parte uma quadrilha que agia na região.
“O WhatsApp realmente veio somar ao trabalho da Polícia Militar nas questões de segurança pública, possibilitando a proximidade da comunidade com a corporação. O nosso objetivo é chegar no indivíduo suspeito antes que ele pratique o crime”, conclui a major Vera Márcia da Silva, assessora de Comunicação do 3º Batalhão da PM.
Centro-oeste e capital
A mais recente inovação da Policia Militar são os drones, aviões não tripulados. O aparelho experimental é utilizado desde fevereiro deste ano pela policia de Lavras, no Sul de Minas, e está sendo testado em Oliveira, Centro-Oeste de Minas, e  em Belo Horizonte. O aparelho vai auxiliar no flagrante de crimes, delitos e outras irregularidades.
O modelo possui controle remoto e câmera acoplada que garante a captação de imagens e também o envio diretamente a um celular, por meio da tecnologia de internet sem fio (wi-fi).
De acordo com chefe da seção de inteligência do 8ª Batalhão de Policia Militar, tenente Wellington Souza, a aeronave têm servido de apoio no monitoramento de áreas de difícil acesso pela polícia e na identificação de rotas de fuga.
O tenente relata que o drone tem contribuído com o sucesso de algumas operações, como a recente localização de uma plantação clandestina de maconha, na região de Lavras. “O equipamento tem uma boa cobertura do espaço aéreo e nos permite uma visualização mais ampla das áreas de policiamento”, ressalta.
Tecnologia aproxima PM da comunidade
O chefe da Assessoria de Imprensa da PMMG, major Gilmar Luciano, explica que as ações estão dentro da filosofia da corporação, que determina que a segurança pública se faz através de ações integradas e coordenadas entre sociedade e polícia: “ Usamos a tecnologia para encurtar distâncias e otimizar a prestação de serviço somando isso ao trabalho já feito nas ruas gerando ainda mais de segurança para o cidadão”, esclarece.
Amigos de Caserna – Notícias policiais e informações de segurança pública, legislação

POLICIAL DESMOTIVADO, SOCIEDADE DESAMPARADA!

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Se o policial está desprotegido e acuado, sem apoio ao exercício da profissão, os marginais dominam a sociedade. Policial fragilizado, sociedade desprotegida.” Sociedade desprotegida nós corremos sérios riscos. Você sem segurança. Por acaso não estamos vivendo isso, por todos os cantos do Brasil, inclusive em Primavera do Leste?
Um e-mail que circulava ontem e certamente recebido por muita gente que o repassava chama a atenção e cobra uma atitude da turma dos direitos humanos, que parece olhar somente para os que feriram, justamente, Direitos Humanos. Uma inversão, pois o  pessoal dos Direitos Humanos aparece sempre em defesa de quem está cumprindo pena. Bandido preso é “protegido” pelos Direitos Humanos. Cidadão livre e trabalhador, é perseguido pelos caras protegidos pelos defensores dos Direitos Humanos.
Em 1992 a tropa de choque da Polícia Militar foi chamada para conter uma rebelião. A rebelião do Carandiru. Resultado, 111 mortos. Uma tragédia. O então presidente da Comissão dos Direitos Humanos, Eduardo Suplicy, imediatamente pediu punição para o coronel da Polícia Militar, col. Ubiratan. Os membros dos Direitos Humanos, fizeram visitas ao presídio, visita às famílias dos mortos e mandaram até rezar missa. Trabalho exemplar.
Anos se passaram, estamos em 2003. Outra tragédia. Agora, o inverso: bandidos matam vários policiais militares. Marginais do PCC metralharam uma base da Polícia Militar. O objetivo deles era mostrar intimidação para que os presos tivessem vários pedidos atendidos, dentro do presídio. Eles queriam:  protetor solar, no banho de sol, anti-séptico bucal, encontros íntimos… Autoridades demoraram e, então, veio a retaliação na rua, especialmente ao Posto da Polícia Militar.
Querem saber, o que o pessoal dos Direitos Humanos fez com a família dos policiais mortos?
1 – Não solicita urgente punição aos comandantes do PCC;
2 – Não faz visitas aos postos metralhados;
3 – Não faz visitas às famílias dos policiais feridos;
4 –  Não faz visitas às famílias dos policias mortos;
5 – Não manda rezar missa.
Em português simples: o pessoal dos Direitos Humanos escafedeu-se, sumiu, desapareceu. Não fez nada. Por isso a indignação e o e-mail sobre fatos ocorridos 11 e 22 anos atrás.
Cidadão de bem grave isso: quem nos protege é o policial; não os Direitos Humanos.
Quando o policial – entende-se aqui por policial, todos os que vestem farda – está desmotivado, acuado, desprotegido, é a sociedade quem está acuada e desprotegida.
E o que dizer para a autoridade que está na rua, exposta a tudo quanto é tipo de perigo, que faz a prisão de todo tipo de gente que não presta e, no dia seguinte à prisão se defronta com o elemento na fila do supermercado, do açougue, do banco…?
Onde um investigador policial vai buscar motivação profissional se após ser alvejado por bandido tentando lhe matar, se defende dos tiros, rende seu algoz e efetua a prisão. Aí, em poucos dias tá o bandido solto, por entender a autoridade judiciária que o mesmo não oferece risco à sociedade? Como esperar motivação de um profissional que passa por situação como a descrita? Isso aconteceu aqui pertinho de você, em Primavera do Leste. Também os Direitos Humanos local não se manifestou. Ficou caladinho.
Sabe de uma coisa: é preciso dar mais dignidade a Polícia, seja Civil ou Militar. No final das contas, são eles quem nos defende…

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Fonte: http://www.jornalodiario.com.br/primavera-do-leste-/editorial/policia-civil-e-militar-sem-moral/37856

DIRIGENTES DAS ASSOCIAÇÕES DOS MILITARES-MT, SE REUNIRAM COM SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA PARA COBRAR PAGAMENTO DO AUXILIO FARDAMENTO.

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Os dirigentes da Associação dos Oficiais (ASSOF), dos Subtenentes e Sargentos (ASSOADE) e dos Cabos e Soldados (ACSPMBM-MT) se reuniram na manhã desta terça-feira (21.07) com o Secretário de Segurança Pública, Promotor de Justiça Mauro Zaque de Jesus, para cobrar o pagamento do auxílio fardamento.
Esta verba é paga ao militar no momento de sua promoção e tem o objetivo de ressarcir aos graduados e oficiais, as despesas assumidas por eles, com a compra de fardamento nos últimos 4, 5 ou 6 anos de serviço. É bom frisar, que de acordo com a lei, somente os graduados e oficiais não recebem fardamento do Estado.
Desde 2014, o auxílio fardamento não vem sendo pago aos militares promovidos e de acordo com o antigo Secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, isso se deu, por causa de contingenciamento nas receitas e despesas da SESP. No ano de 2015, apesar da nova gestão, as práticas continuaram a mesma, e o Governo continuou a não pagar o auxílio fardamento dos PMs promovidos em 21 de abril e dos Bombeiros promovidos em 02 de julho.
Durante a reunião com o Secretário Mauro Zaque, as associações exigiram do Secretário que seja dado aos policiais e bombeiros militares o mesmo tratamento que está sendo dispensando aos demais servidores da pasta, como é o caso dos delegados que têm recebido regularmente os valores referentes a Verba Indenizatória, inclusive do ano de 2014.
O Secretário de Segurança Pública reconheceu o pleito das associações e definiu uma nova agenda para o dia 04 de agosto de 2015, as 10:30 horas, desta vez, com o valor detalhado do auxílio fardamento devido a cada um dos militares Mato-Grossenses, para achar uma solução para o pagamento e tentar definir um calendário.
ASSOF PMBM – MT