3 Tipos de Policial – QUEM VOCÊ PODE SER PRA MUDAR SUA POLÍCIA.

Que tipo de Policial é você e o que faz pra tentar mudar o quadro?
PROFISSIONAL “A” – Ama sua corporação, é incansável, o primeiro a chegar e último a sair, não admite atrasos ou corpo mole por parte dos outros companheiros, a polícia está em primeiro lugar, e se preciso for a família fica em segundo plano, seu lema : “Minha vida é trabalho”. Considerado durão, não dá moleza para os bandidos, mesmo de folga está sempre farejando algo, irredutível se considera perfeccionista não costuma aliviar nem mesmo os companheiros quando estes cometem erros, no batalhão é um ícone da operacionalidade, está sempre colecionando flagrantes, pois sonha em bater o recorde de ocorrências, “muito respeitado” por seu comandante, por outro lado não é muito bem visto por uma boa parte da tropa, devido a sua grande vibração e por não demonstrar o mesmo empenho e vigor no que tange a mudanças, especialmente no sistema militar, no qual parece bem adaptado/conformado. Não participa das reivindicações salariais mas tem boas relações com o Profissional “B” As vezes e usado por certos comandos para tapear a população e supostamente dizer que tudo vai bem.
PROFISSIONAL “B” – Se acha  pouco valorizado, por isso mesmo crê que o melhor a fazer é apenas o básico necessário, pois, em sua opinião, não tem o apoio necessário por parte do alto escalão. Não se considera omisso, seu lema é : “Se aparece a gente resolve, mas não vou ficar procurando encrenca pra cabeça”, Sua família está sempre em primeiro plano, porque tem convicção de que quando se está bem em casa o resto vem como consequência. Engajado politicamente, procura sempre conscientizar o restante da tropa, sonha com mais valorização por parte da corporação e acredita que isso seria um grande incentivo para trabalhar melhor e consequentemente servir melhor a população. Bem quisto na tropa as vezes é conhecido como “maciota” tem boas relação com o profissional “A” a quem respeita e admira, mas, pensa que este deveria ser mais moderado em suas ações. Lutar também por mudanças na estrutura militar e ser mais engajado nas reivindicações salariais.
PROFISSIONAL “C” – Acha que não há esperança pra essa polícia. Odeia os ditames e regulamentos militares. Não quer nem ouvir falar de vibração ou moderação, quer mudanças, é engajado, mas as vezes não faz qualquer esforço. Sempre faz questão de dizer: Bobo é quem fica por aí vibrando, se precisar aliviar, alivia, vive resolvendo os velhos “QRUs”, aos mais chegados revela : “Nessa polícia eu não esquento a cabeça com porra nenhuma! O importante é não perder a fila no BRB”, Outros lemas muito usado por esse Profissional é : “A sociedade que se foda !” “O Governo finge que me paga e eu finjo que trabalho!” Tem boas relações com os que pensam da mesma maneira, em contrapartida é odiado pelos Profissionais “A” tolerado pelos “B”. É hoje de longe o perfil mais crescente dentro da corporação.
Fonte:  BLOG DO HALK – PMDF

NOTA DE ESCLARECIMENTO/MANIFESTO – O CICLO COMPLETO DE POLÍCIA COMO INSTRUMENTO DE ACESSO À JUSTIÇA E DE EFETIVIDADE DA CIDADANIA.

A Federação Nacional dos Oficiais Militares Estaduais (FENEME), representante de 44 entidades de Oficiais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares do Brasil, em 25 Estados da Federação, vem perante a população, em especial do Estado de São Paulo, manifestar a contrariedade ao retrocesso constante nas declarações do novo Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Sr Mágino Alves Barbosa Filho, veiculadas pelo jornal Folha de São Paulo (edição de 20/05/2016), sintetizada no seguinte excerto:
“Acho que é legítimo para a PM querer ir buscar [poder para investigar crimes]. Eu tenho uma opinião: isso pode criar um problema para a PM. Você atribui uma responsabilidade mais ampla e prejudica a atividade dela primordial, que é o patrulhamento, repressão”
O reduzido espaço desta nota não permite o adequado esclarecimento de que a Constituição Federal superou o ultrapassado modelo que divide as atividades de polícia em polícia administrativa/preventiva e polícia investigativa/repressiva. Os órgãos de segurança pública (CF, art. 144) foram dotados, pela força normativa da Constituição, de funções típicas e funções atípicas, para a maior eficiência de suas missões constitucionais e maior proteção dos direitos fundamentais, de modo que qualquer medida tendente a restringir e prejudicar a atuação dos Órgãos de Segurança, implica em grave retrocesso e agrava o atual contexto da insegurança.
Lamentável que o Secretário de Estado da Segurança Pública desconheça a realidade dos policiais militares de São Paulo e mesmo do Brasil, que tem que deslocar dezenas ou centenas de quilômetros (no Estado de São Paulo há plantão em cerca de 30% das delegacias) ou permanecem por horas em delegacias para lavratura de boletins de ocorrência, que serão esquecidos nos escaninhos ou integrarão a vergonhosa resolutividade de crimes por parte da Polícia Civil que gira em torno dos 5%. Também parece desconhecer o calvário da população que chega a esperar por até 15 horas para lavrar um simples boletim, como o noticiado no jornal A Tribuna em 02 de janeiro desde ano na cidade de São Vicente, em seu Estado.
No Brasil, há mais de uma década os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina já atuam no Ciclo Completo de Polícia nas infrações penais de menor potencial ofensivo, em que o Policial Militar, no policiamento ostensivo, toma todas as providências no local dos fatos, inclusive as requisições e agendamento da audiência no Juizado Especial Criminal, sem a necessidade de deslocar a uma delegacia.
O Ciclo Completo possibilita a qualificação no atendimento à população e economia de recursos e permite avanços substanciais como em Santa Catarina, onde os formulários policiais foram abandonados e policiais militares utilizam um tablet e uma pequena impressora térmica para registrar todos os procedimentos policiais, encaminhando-os a Polícia Civil, ou mesmo tomando todas as providências no local dos fatos em caso de infrações penais de menor potencial ofensivo, reduzindo o tempo médio de atendimento de 3 horas para menos de 30 minutos.
Nesse contexto, qualquer gestor de segurança que se posicione contrário ao ciclo completo, além de desconhecer a integralidade das atribuições constitucionais das Polícias Militares – polícia ostensiva, de preservação da ordem pública e força pública residual –, está defendendo um modelo de combate à criminalidade arcaico e ineficaz, que somente encontra espelho em países como Cabo Verde e Guiné Bissau. No restante do mundo civilizado, em países como Portugal, Itália, Espanha, Holanda, França, entre outros, é pacífica e eficaz a convivência de polícias militares com demais órgãos de segurança pública, todos atuando com o denominado ciclo completo de polícia ou polícia plena. Os indicadores de resolução de crimes e de (in)eficiência da segurança no Brasil, no modelo de meias-polícias, comparativamente com os precitados países, demonstra de forma inequívoca que o modelo atual está falido. O ciclo completo é a ferramenta de gestão disponível, e sem qualquer custo adicional aos órgãos, apto a impedir a escalada da criminalidade.
Essa mudança de paradigma, que substitui o mecanismo ineficiente de duas polícias funcionando pela metade (Polícia Civil e Polícia Militar), por polícias plenas (ou de ciclo completo) exige uma interpretação atualizada do texto constitucional e uma visão de gestão da segurança com foco no serviço público (no cidadão). Tal modelo é defendido pelo Gabinete Integrado dos Profissionais de Segurança Pública do Brasil (GIPSP), composto pelos seguintes membros: Conselho Nacional de Comandantes Gerais PM e BM, Associação Nacional dos Procuradores da República, Associação Nacional de Praças PM e BM, Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais, Associação dos Militares Estaduais do Brasil, Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, Federação Nacional dos Policias Federais, Associação Nacional dos Membros do Ministério Público e Associação Brasileira de Criminalística.
Por fim, temos a certeza de que a gestão do Sr. Mágino Alves Barbosa Filho, na qualidade de Secretário de Segurança de São Paulo, atenderá ao clamor social pela melhoria do serviço público, o que não se coaduna com a precitada afirmação, que reduz a missão da Polícia Militar e impede o cumprimento de sua missão constitucional na plenitude.
O Ciclo Completo de Polícia não é um desejo da Polícia Militar de São Paulo, mas sim, uma necessidade da sociedade brasileira!
“Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.” Albert Einstein
Brasília, 24 de maio de 2016
MARLON JORGE TEZA
CORONEL PMSC PRESIDENTE
Fonte: FENEME

NOTA DE ESCLARECIMENTO DAS ASSOCIAÇÕES DOS MILITARES EM RELAÇÃO A DECISÃO QUE DECLAROU ILEGAL A GREVE DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA DE MATO GROSSO

As Associações dos Policiais e Bombeiros Militares de Mato Grosso, representadas pela Associação dos Oficiais (ASSOF), Associação dos Subtenentes e Sargentos (ASSOADE), Associação dos Cabos e Soldados (ACSMT) e Associação dos Militares Inativo e Pensionistas (ASMIP), vem público esclarecer a sociedade Mato-grossense que a decisão proferida em caráter liminar que declarou ilegal a greve dos servidores da Segurança Pública, em especial dos policiais militares e bombeiros militares, é equivocada e eivada de erro.

Essa afirmação é feita primeiro porque o judiciário Mato-grossense foi induzido ao erro, uma vez que o Governo constou em sua petição informações mentirosas, entre elas que os policiais e bombeiros militares estariam em greve.

Até a presente data todos os policiais e bombeiros militares de nosso Estado, estão cumprindo suas escalas de serviço mesmo sem ter condições, pois em momento algum esse governo informou aos nossos valorosos policiais e bombeiros se estes receberão fardamento, item primordial para o serviço ostensivo.

Esse governo também não constou em sua petição ao judiciário que as unidades militares não possuem condições de trabalhos, pois funcionam em instalações velhas, insalubres e que sequer possuem banheiros em condições de uso.

Esse governo também não constou em sua ação que os policiais e bombeiros militares não estão recebendo os direitos previstos em lei, como ajuda de custo, auxilio fardamento, bolsa pesquisa, diárias, hora extra, entre tantos outros, no entanto o governo liberou a contratação de 70.000.000,00 (setenta milhões) com publicidade.

Esse governo que trabalha com a omissão de informações, não teve a seriedade de informar ao judiciário que até hoje não comprou armamento suficiente para os policiais militares trabalharem, bem como sequer comprou munição para que os alunos soldados que estão sendo formados, possam ter aulas de tiros, prejudicando a formação destes profissionais que posteriormente serão colocados para trabalharem nas ruas, sem saberem manusear o seu principal instrumento de trabalho.

Esse governo também não constou em sua ação, que determinou na última semana abertura de concurso público para Procurador de Estado e para agentes socioeducativos temporários, aumentando consideravelmente a folha de pagamento.

Por dever de ofício, temos a obrigação de informar a sociedade de nosso Estado que em momento algum nós Policiais e Bombeiros Militares de Mato Grosso declaramos estado de greve ou realização de greve, apesar da insatisfação e do elevado nível de tensão perceptível no seio da tropa, pela atitude desonesta e ilegal praticada pelo Governo do Estado contra os servidores públicos do executivo.

Esse sentimento aflorou-se ainda mais, ao verificarmos a forma sórdida com que a Procuradoria do Estado agiu, ao inserir como rés na ação que pleiteava a declaração de ilegalidade da Segurança Pública, as associações dos militares e sobre tudo, a Associação dos Militares Inativos e Pensionistas (ASMIP), que reúne apenas servidores aposentados e pensionistas de militares.

A má fé verifica-se no fato de não entendermos como é possível um militar aposentado ou pensionista fazer GREVE? Vocês devem estar tão assustados quanto nós e devem estar percebendo, que esse governo é capaz até de inventar informações e plantar notícias falsas para alcançar os seus objetivos.

Nós das associações dos militares estaduais declaramos que a decisão proferida pelo Poder Judiciário em relação a greve dos servidores públicos é inócua para nós, primeiro porque jamais entramos em greve e segundo, porque não vai ser uma decisão judicial que vai mudar o sentimento dos policiais e bombeiros militares de Mato Grosso, em relação a insatisfação e desilusão com as práticas deste governo.

O sentimento de insatisfação é um estado da alma e é intrínseco ao ser humano, por isso não vai ser uma decisão judicial ou uma determinação autoritária de um governante que vai resgatar a confiança ou o comprometimento de sempre produzir mais e mais, que todo policial e bombeiro militar de Mato Grosso, praticavam no dia a dia.

A produtividade do serviço está diretamente relacionada ao sentimento de satisfação e entendemos que o culpado pela baixa produtividade e a drástica redução nas ações dos policiais e bombeiros militares de Mato Grosso é do Governador do Estado, que preferiu prestigiar segmentos da sociedade (produtores rurais e empresários) e servidores de outros poderes, em detrimento dos servidores do Poder executivo e da sociedade.

Para finalizar informamos a sociedade Mato-grossense que vamos continuar trabalhando insatisfeitos, a produtividade com isso vai continuar sendo proporcional a essa insatisfação e o culpado de tudo isso, será o Governador Pedro Taques.

Cuiabá (MT), 04 de junho de 2016.

WANDERSON NUNES DE SIQUEIRA – TEN CEL PM

Presidente da ASSOF-MT

LUCIANO ESTEVES C. COSTA – SUB TEN PM

Presidente da ASSOADE

ADÃO MARTINS DA SILVA – CABO PM

Presidente da ACSPMBM-MT

FERNANDO GUIMARÃES ARAUJO – 3° SGT PM

Presidente da ASMIP

 

Data: 04/06/2016
Fonte: ASSOF, ASSOADE, ACSMT e ASMIP

Comissão aprova carga horária máxima para policiais e bombeiros militares.

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou, com emenda supressiva, proposta que assegura a policiais militares e bombeiros militares dos estados e do Distrito Federal carga horária máxima de trabalho de 120 horas mensais e remuneração em dobro em feriados trabalhados.

O texto aprovado é o do Projeto de Lei 2106/15, do deputado Capitão Augusto (PR-SP), que altera a Lei de Reorganização da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (Decreto-Lei 667/69).

Relator na comissão da Câmara dos Deputados, o deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) apresentou emenda para suprimir do texto original a previsão de remuneração em dobro apenas nas jornadas de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso.

Ao acolher sugestão do deputado Alberto Fraga (DEM-DF), Gonzaga concordou que a definição do tipo de jornada no texto da lei imporia limitações a policias que trabalhem em feriados, mas em jornadas diferentes da prevista.

“Trazer para lei federal a especificidade de uma escala traria uma limitação e cometeria injustiça com as demais possibilidades de escalas”, disse o relator, ao propor a supressão da expressão “nos casos de quem cumpre jornada de 12 horas de trabalho por 36 de descanso”.

Tramitação
O projeto, que já foi aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Mônica Thaty

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias

Sancionada lei que obriga farol baixo durante o dia em rodovias.

Sancionada lei que obriga farol baixo durante o dia em rodovias Anderson Fetter/Agencia RBS

O presidente em exercício, Michel Temer, sancionou a lei que torna obrigatório o uso de farol baixo durante o dia nas rodovias. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira. A medida entra em vigor daqui a 45 dias.

A lei 13.290, de 23 de maio de 2016, determina que o “condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias”.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, neste intervalo de 45 dias até vigorar a medida, a corporação vai orientar os motoristas durante as abordagens e “em ações educativas”. A partir de julho, os veículos flagrados com o farol desligado durante o dia serão multados.

Em caso de descumprimento, o motorista será autuado por infração média, com multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira de habilitação.

O projeto de lei havia sido aprovado pelo Senado em abril. Atualmente, só é exigido o uso de farol durante a noite e em túneis, independentemente do horário do dia.

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/transito/noticia/2016/05/sancionada-lei-que-obriga-farol-baixo-durante-o-dia-em-rodovias-5808678.html

Gefron se despede do mascote Bradock.

LIDIANA CUIABANO
Assessoria/Sesp-MT

Bradock atuava como cão de guarda no batalhão do Gefron-MT (Foto: Divulgação/Sesp-MT)

Ele chegou pequenino. Com pouco mais de 30 dias de vida já despertou sentimento de carinho e cuidado de toda uma tropa. Saudável e robusto, Bradock possuía todas as características de um autêntico Pit Bull, se não fosse um diferencial: gostava de seres humanos fardados.

A paixão de Bradock foi desenvolvida quando foi adotado pelos policiais militares do Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron), em setembro de 2006. Chegou ao batalhão em Porto Esperidião, sem concurso, e se efetivou como mascote da tropa.

Segundo o comandante do Gefron à época, coronel PM Zaqueu Barbosa, Bradock chegou para trazer o lado humano dos militares, que sofrem com a carga de trabalho e estresse do dia a dia de uma fronteira muito extensa para monitorar.

“Achei interessante quando apareceram com ele na base justamente por isso, para preencher essa parte humana do policial. Ele aprendeu a conviver com os militares e todos aprenderam a amar aquele animal”, disse Zaqueu.

Como todo Pit Bull, Bradock era forte, autoconfiante, corajoso e determinado. Participava ativamente dos momentos de educação física com os policiais do Gefron.

Nadar e correr eram suas atividades preferidas. Corria até 10 quilômetros com seus parceiros do batalhão, sem pestanejar.

“Adquiriu um porte mais atlético por conta das atividades físicas que fazia junto com a tropa”, diz acreditar o cabo PM do Gefron, Josean Aparecido da Silva.

O cão era amigo e amado por todos. Em especial por Josean, com quem sempre estava por perto. “Qualquer problema de saúde eu quem cuidava. E desde pequeno ele ficava muito comigo, talvez por isso tinha esse apego maior a mim”, disse o militar.

Além de ser um fiel companheiro nas atividades físicas da tropa, Bradock também se fazia presente em todos os espaços da base, por onde circulava livremente.

A convivência era tamanha que Bradock desenvolveu um apego por pessoas fardadas. “Paisanos” não eram tão bem-vindos em seu espaço. “Quando chegava pessoa fardada no batalhão ele tratava como amigo. Os que apareciam por lá sem farda, ele demonstrava descontento”, declarou Josean.

Ao completar um ano de vida, Bradock começou a sair, como companhia, em algumas patrulhas junto aos policiais, que sempre garantiam seu lugar dentro das viaturas.

Muitos desfiles cívicos de 7 de setembro foram marcados pelo sucesso que Bradock fazia ao passar pela avenida, guiado pelos policiais do Gefron.

Doença

Há alguns meses, seu vigor não era mais o mesmo. No ano passado, o cão, já com 9 anos de idade, começou a apresentar os primeiros sinais de insuficiência renal congênita.

“Ele apresentava sangramento no canal urinário e, no check up médico, descobriu-se a doença nos rins”, disse a investigadora de Polícia Civil, Vanessa Miranda de Paula, que atua no Canil Integrado de Fronteira e acompanhou Bradock desde os primeiros sinais da doença.

Vanessa declarou que, há oito meses, o cão se alimentava de uma ração especial que era mantida por cota feita entre os policiais.

Com o passar do tempo, a ração e os medicamentos já não faziam mais os efeitos esperados, e Bradock foi se debilitando cada dia mais.

“Foi então que, por sugestão do médico veterinário e resultados dos exames, nos reunimos e decidimos pela eutanásia, para acabar com o sofrimento dele”, declarou Vanessa.

E assim aconteceu. Bradock encerrou sua história no último dia 21 de maio, mas ficou marcado na memória de todos os militares do Gefron.

“Ele fez parte da minha vida. Tenho 13 anos de polícia e por 10 anos Bradock esteve comigo. Era um amigão e parceiro de vários momentos. Não tenho palavras para descrever o tanto que eu amava o Bradock”, disse o cabo PM do Gefron, Josean Aparecido da Silva.

Virou notícia

Sites importantes de Cuiabá como G1, Olhar Direto e Folha Max noticiaram o falecimento do mascote.

A Associação Ajuda aos Animais de Cáceres também manifestou carinho por Bradock em homenagem na sua Fan Page.

Em nota, o Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) deu adeus a um dos seus ilustres companheiros.

“Nos resta lembrar de todas as alegrias que proporcionou, seu olhar intenso e sincero! Para nós sempre foi mais que um cão de guarda, e agora que seus olhos se fecharam para sempre, fica o luto na alma de cada um de nós! Você é insubstituível!”, expressaram os policiais em nota de pesar.

Policiais do Gefron lamentam a morte de mascote.

Bradock atuava como cão de guarda no batalhão do Gefron-MT (Foto: Divulgação/Sesp-MT)

 cão farejador e “mascote” do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Bradock foi  sacrificado neste sábado (21), após os rins do animal paralisar devido a complicações de saúde.

Bradock acompanhou os policiais do Gefron por 10 anos. Ele atuava em operações e com seu faro ajudava a localizar drogas na faixa de fronteira do Brasil com a Bolívia. Várias apreensões de entorpecentes foram realizadas graças ao ‘faro’ do cachorro.

O Grupo de Fronteira lamentou a morte do  mascote e uma homenagem a ele foi realizada.

” Com muita tristeza todos nós que fazemos parte do Grupo Especial de Segurança de Fronteira e Canil Integrado de Fronteira. Ele nós acompanhou em diversos desfiles, treinamentos, e nos tirando da solidão, fazendo companhia a cada um de nós quando de serviço, nos dando carinho e sempre esperando alguém para alisá-lo terá que nos deixar devido seus rins terem paralisado as funções. Para nós sempre foi mais que um cão de guarda, e agora que seus olhos se fecharam para sempre fica o luto na alma de cada um de nós! Descanse em paz! Sentiremos muito a sua falta e principalmente agora será muito triste chegar ao Canilfron e não te ver!!!”, diz trecho da homenagem.

O animal ficou bastante famoso nas redes sociais após o Gefron divulgar fotos dele com óculos escuros e carregando uma arma de brinquedo em sua coleira.

 

Museus da PM e Corpo de Bombeiros mantêm viva histórias das instituições.

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Uma viagem ao longo dos séculos 18, 19 e 20, em acervos com peças, equipamentos, fotografias e documentos históricos. Traduções de fatos marcantes eternizados em recortes de jornais. Registros do tempo que hoje se constituem fonte de ensinamento. Importantes fases de Mato Grosso que se entrelaçam aos momentos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros no Estado.
Na semana em que se comemora o Dia Internacional do Museu, um resgate à memória das duas maiores instituições de Segurança Pública de Mato Grosso está disponível ao público nos museus de ambas as instituições.
Nos primeiros passos dentro do museu “Cel PM RR Ubaldo Monteiro da Silva”, um canhão e metralhadoras 7 milímetros usadas na Segunda Guerra Mundial impactam os visitantes.
Ao olhar dos lados, um passeio pela evolução na comunicação entre as décadas de 1920 e 1960, de aparelhos radiocomunicadores a máquinas de escrever que datilografou os primeiros holerites da Polícia Militar no Estado.
Vitrines com armas do século 18 e 19, como pistolas de fabricação alemã, sinalizador noturno, rifle, clavina, pistola Mauser, réplica de granada, punhal e garrucha, também enchem os olhos dos que passam pelo local.
Na parte central do museu, uma exposição com fotografias de momentos marcantes de atuação da Polícia Militar, como a mobilização da tropa com destino ao município de Poconé para prender dona Laurinda Lacerda Cintra, popularmente conhecida como dona “Doninha”.
Também é possível conferir de perto a evolução histórica do fardamento da instituição desde a década de 60 e recortes de jornais com registro de importantes fases da PM.
As peças, equipamentos, fotografias, e todo material disponível, são apenas parte dos 296 anos de história da Polícia Militar em Mato Grosso.
Para o diretor do museu, tenente-coronel PM Lauro Augusto Moreira Pinto, “instituição que não tem história, não tem memória”.
“Se o museu não existisse eu, futuramente, não faria parte da história. Todos ficaríamos no esquecimento”, disse.
Moreira acredita que o espaço é importante para que a sociedade saiba o que a instituição fez e faz. “O museu está cheio de sonhos. E aqui podemos contar as histórias e sonhos. Alguns realizados e outros não”, declarou.
Bombeiros
Também valorizando a história e o fortalecimento da instituição, o museu do Corpo de Bombeiros guarda memórias de pouco mais de meio século de existência.
Rádios operacionais, guincho, extintor de incêndio, equipamentos de caminhão Auto Busca e Salvamento (ABS) e o canhão de água que ficava na viatura Auto Bomba Tanque (ABT) são algumas das peças expostas no local.
Recortes de jornais eternizando vários momentos de atuação, desde a fase do balde. Também no espaço, exposição de fotografias de viaturas, do efetivo, do primeiro treinamento de combate a incêndio e troféus de atletismo.
O museu foi inaugurado em 19 de agosto de 2009, e conta com peças operacionais e administrativas desde a implantação da instituição. O responsável pelo espaço é o tenente BM da reserva Luiz Carlos Clarentino de Souza.
Histórias que se unem
As histórias da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros em Mato Grosso estiveram entrelaçadas por um período de quase 30 anos.
O Corpo de Bombeiros foi criado dentro da estrutura da Polícia Militar de Mato Grosso em 19 de agosto de 1964, pela Lei nº 2184.
A época foi denominada Companhia Independente de Bombeiros, com efetivo de 42 militares e função exclusiva de combate a incêndio e salvamento.
A Lei nº 3.539 de 19 de junho de 1974 reorganizou a Polícia Militar de Mato Grosso, estipulando que o Comando do Corpo de Bombeiros e unidades operacionais fossem constituídos de Grupamentos de Incêndio e Subgrupamentos.
O Corpo de Bombeiros da Polícia Militar continuou a se desenvolver e, em 05 de outubro de 1988, quando ocorreu a promulgação da Constituição Federal do Brasil, ficou definido que os Corpos de Bombeiros Militares tratavam-se de unidades autônomas e desvinculadas da Polícia Militar, ou seja, entidades independentes.
No dia 28 de outubro de 1994, a corporação desvinculou-se da Polícia Militar, por meio de Lei Complementar, passando a usufruir de autonomia administrativa e financeira, subordinando-se diretamente, a época, a Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).
 
Polícia Militar
A história da Polícia Militar de Mato Grosso está intrinsecamente ligada à história de Mato Grosso, desenhando-se ao longo do tempo nos mais variados fatos e acontecimentos.
Em 08 de abril de 1719, foi escrita a ata de fundação do Arraial de Cuiabá, ocasião em que Pascoal Moreira Cabral, líder das bandeiras no local, foi eleito guarda-mor das minas recém-descobertas.
Surgem aí os primeiros sinais da necessidade de um corpo armado para controle da ordem, bem como a execução dos serviços da coroa. Em 1753, com a criação da capitania de Mato Grosso, recém desmembrada de São Paulo, Dom Antônio Rolim de Moura, 1º governador, criou e organizou a Segurança Pública na capital Vila Bela, com o nome de Companhia de Ordenanças, com efetivo de 80 homens.
Em 05 de setembro de 1835, por meio da lei nº 30, a Assembleia Legislativa provisória, sob proposta da Câmara Municipal de Cuiabá, cria o corpo policial denominado “Homens do Mato”, data esta comemorada nos dias atuais como dia de criação da Polícia Militar de Mato Grosso.
 
Funcionamento
O museu “Cel PM RR Ubaldo Monteiro da Silva” está localizado no 1º Batalhão de Polícia Militar Daniel de Queiroz, na avenida 15 de Novembro, no Porto, em Cuiabá. O horário de visitação é das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, com agendamento para escolas.
O museu do Corpo de Bombeiros fica na sede do 1º Batalhão de Bombeiros Militar, no bairro Verdão, em Cuiabá. As visitas podem ser agendadas no Corpo de Bombeiros.
Dia Internacional do Museu
O Dia Internacional dos Museus é comemorado anualmente em 18 de maio. A data foi estipulada em 1977,com iniciativa do Conselho Internacional de Museus, um organismo que integra a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O objetivo é incentivar a população ao hábito de visitar e apreciar os museus, seja de arte moderna, clássica, contemporânea e outros.
Os museus são espaços culturais onde são apresentadas exposições de obras artísticas sobre os mais variados temas e estilos.
Assessoria/Sesp-MT

RGA – Deputados estaduais propõem 7,5% em maio e 3,75% em junho.

CAMILA RIBEIRO E DOUGLAS TRIELLI
DA REDAÇÃO

Os deputados estaduais irão apresentar ao Governo uma proposta para o pagamento da reposição inflacionária (Revisão Geral Anual) aos servidores públicos estaduais, de forma parcelada. A proposta prevê o pagamento de 7,5% na folha salarial de maio e outros 3,75% em junho, com pagamento retroativo a maio.

A sugestão é resultado de uma reunião realizada na Assembleia Legislativa, na manhã desta quinta-feira (19), entre deputados e membros do Fórum Sindical, entidade que representa o funcionalismo público.

Conforme a legislação estadual, em maio o Governo deveria dar a reposição referente à inflação do ano anterior. Portanto, os salários deveriam ser acrescidos do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de janeiro a dezembro de 2015, que foi de 11,27%.

No entanto, o Governo disse não ter condições de pagar os valores em maio e os servidores ameaçam deflagrar greve a partir do dia 24 deste mês.

A proposta apresentada pelos parlamentares será entregue ao governador Pedro Taques (PSDB), por seu líder na Casa, Wilson Santos (PSDB). Os sindicalistas irão aguardar uma resposta do Executivo até a próxima segunda-feira (23).

Fonte: http://www.midianews.com.br/politica/deputados-estaduais-propoem-75-em-maio-e-375-em-junho/263831

Cinco mil participam de movimento em defesa do RGA e sindicato quer paralisação geral na terça-feira.

Cinco mil participam de movimento em defesa do RGA e sindicato quer paralisação geral na terça-feira

Cerca de cinco mil servidores públicos participam nesta tarde, 10, de uma assembleia geral para deliberar ações após o anúncio do Governo Estadual de que não poderá arcar com o pagamento do Reajuste Geral Anual (RGA) no mês de maio para não atrasar salários. Os servidores, ainda nesta tarde, realizarão uma caminhada pelo Centro Político Administrativo (CPA). A reunião concentra-se na Praça das Bandeiras, em Cuiabá. Algumas das categorias defende para a próxima terça-feira, 17, uma paralisação geral. A estimativa de público é do Fórum Sindical, entidade que representa 24 entidades.

Em assembleia durante o ato, o Sindicato dos Servidores Públicos de Saúde e do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso deliberaram pelo estado de greve. “A qualquer momento os servidores podem começar uma greve histórica na saúde, disse Oscarlino Alves, o presidente do alto do trio elétrico.

Diversos sindicalistas se revezam em ponderações. A exemplo do presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso, Cledson Gonçalves,que  acusou a gestão Pedro Taques de estar ‘aliada’  ao agronegócio já que ‘eles financiaram a campanha ao governo do Estado’.

Já o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Mato Grosso (Sindispen), João Batista, citou ‘não é porque outros Estados não fizeram a lição de casa que MT não tem que fazer igual e não dar o RGA”, reclamou.

Henrique Lopes do Nascimento, que preside o Sindicato dos Servidores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), defendeu que na próxima terça-feira, 17, uma paralisação geral.

 O Governo

“Pedimos para que os servidores públicos pensem nas futuras gerações. Não tememos a verdade. E dialogamos com todas as instâncias dos servidores”, afirmou o secretário de Planejamento Marcos Marrafon, nesta manhã.  Ele afirmou que a  folha de pagamento está superior a 50% da receitas correntes líquidas e deve recuar para menos de 49%.  O Governo aponta que  para aplicar o RGA, o que exigiria ao menos R$ 1,2 bilhão a mais do Tesouro do Estado, até dezembro.

PM 

Pelo menos trinta policiais militares acompanham o protesto,que segue pacífico pelos órgãos públicos. O destino da caminhada será o Palácio Paiaguás.

FONTE: http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=cinco-mil-participam-de-movimento-em-defesa-do-rga-e-sindicato-quer-paralisacao-geral-na-terca-feira&id=419932