Temer cria comissão para debater texto de consenso no reajuste de policiais.

O presidente da Câmara, Michel Temer, anunciou nesta terça-feira, após a reunião de líderes, a criação de comissão especial formada por seis integrantes – três indicados pela liderança do governo e três pela liderança da Minoria – com o objetivo de encontrar um texto consensual para colocar em votação a PEC 300/08, que trata da remuneração dos policiais militares. A proposta já foi aprovada em primeiro turno.
A comissão, apesar de ter esse objetivo, poderá analisar outras PECs como a 308/04, que cria a Polícia Penal, e a 549/06, das carreiras policiais.

A intenção é resolver as pendências relativas à área de segurança. Ainda que a composição da comissão tenha sido estabelecida em seis parlamentares, Temer informou que todas as lideranças partidárias interessadas no assunto poderão participar.
Insuflando a categoria
Depois da reunião, os lideres do PSDB e do DEM reclamaram da conduta de um parlamentar – deputado Capitão Assumção (PSB-ES) – que participou do encontro de líderes e teria enviado mensagens para os policiais numa tentativa de “insuflar a categoria” para pressionar a entrada das PECs relativas a policiais na pauta do Plenário.

Segundo a assessoria do parlamentar, Capitão Assumção estava repassando pelo twitter o que estava ocorrendo na reunião.
Temer disse que foi obrigado a suspender por duas vezes a reunião para impedir essa prática.

“Em nenhum Parlamento do mundo existe o que ocorre aqui, com a pressão física às vezes prevalecendo sobre as pressões dos argumentos”, observou o presidente.

A preocupação é motivada pela pressão que os policiais têm feito há semanas nas dependências da Câmara, cobrando a aprovação das propostas que lhes interessam.

E tenho certeza que iremos continuar cobrando, vejam a PF entrou de greve por melhorias salarias, a Justiça Federal esta de greve por melhorias salariais, todos os trabalhadores do Brasil tem direito de reivindicar, e quando não são atendidos paralisam,  só nós policias militares é que temos que ficar ouvindo todo tipo  de conversas e não podemos falar, reivindicar e nem fazer greve, será que não pertencemos ao mesmo país, não somos de carne e osso também, ou será que somos escravos militares, que tem que ganhar o que nos oferecem e ainda temos que ficar calados.

VIVA A DEMOCRACIA, DIREITOS IGUAIS TAMBÉM PARA OS POLICIAIS.

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