Enquanto isso, os Direitos Humanos e as ONGs.

Ouvi representantes da OAB e de ONGs preocupados com os direitos humanos dos bandidos. Lembram esses militantes dos direitos humanos que os bandidos presos têm direito a inúmeras visitas nas prisões, das quais se aproveitam para dar ordens para queimar veículos no Rio de Janeiro e praticar ataques indiscriminados à população. Também têm direitos os bandidos que tolhem nosso direito de ir-e-vir entre o lar e o trabalho; nosso direito de propriedade sobre os bens que compramos com nosso trabalho; e, sobretudo, nosso inalienável direito à vida, que tem sido tolhido por balas perdidas e não perdidas, por tiros de fuzil acionados por bandidos drogados e raivosos. Sim, esses bandidos todos têm direitos humanos, embora ajam como desumanos. Esses bandidos também são a fonte de honorários de quem os defendem. É óbvio, pois, que eles sejam defendidos por quem depende do dinheiro deles, embora seja dinheiro sujo, mal-havido, manchado pela infelicidade das famílias dos drogados e de sangue de suas vítimas.

Só não venham querer me impingir que é preciso mandado judicial para revistar as casas da Vila Cruzeiro, ou do Complexo do Alemão, ou da Rocinha, ou do Vidigal. Todos são ou foram territórios apartados do estado brasileiro. Com justiça própria, poder executivo (com palácio presidencial dotado de piscina e ar-condicionado em região sem água e eletricidade para os outros), com serviço de gás, de TV por assinatura e segurança própria. Áreas com símbolos de posse territorial, onde o estado brasileiro não entra ou não entrava. Territórios dotados de forças bem-armadas, que impedem ou impediam a entrada de forças estatais brasileiras. Então, não me venham impingir de que se trata de ação policial, precisando de mandado judicial. Trata-se de operação de guerra para recuperação de territórios brasileiros ocupados por uma força ilegal.

A Constituição estabelece que a defesa do território e da soberania nacional é da competência das Forças Armadas. Portanto, se há necessidade de se recuperar soberania e território, não é guerra civil nem ação policial. É guerra pura, em que todos os demais direitos ficam suspensos, até que a força nacional armada atinja o seu objetivo. Tem que ser assim ou vai se ganhar uma batalha e perder a guerra. Ficar no Alemão e não varrer do mapa do Brasil os que ocupam nossos territórios e substituem nossa soberania na Rocinha e no Vidigal, vai tornar todo esforço de agora um desperdício. Agora será preciso ir até o fim. Até o último bandido.

Depois, será preciso cuidar do front interno: os usuários que sustentam o tráfico. Vão precisar de tratamento e também de uma lavagem cerebral que os faça sentir o peso de sua responsabilidade nisso tudo. É o dinheiro deles que compra as armas que impõem a vontade dos traficantes sobre a população que vive ou vivia sob o seu domínio. E mais: será preciso mudar uma cultura que há muitas décadas ensejou tudo isso. A cultura da convivência com o bicheiro, a cultura que incensa o malandro, a esperteza e considera tolo quem cumpre a lei. A cultura do aplauso hipócrita que louva os bandidos e seus direitos humanos, essa já perdeu corações e mentes.

 

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