PM mata suspeito de roubo.

O estudante Douglas Roberto da Silva Almeida, 18, foi morto durante uma troca de tiros com a Polícia Militar (PM) de Várzea Grande. De acordo com o Boletim de Ocorrência, Douglas era suspeito de cometer um assalto em uma residência no bairro Parque Atlântico, em companhia de um adolescente.

Eles foram vistos por um carro da PM, quando estavam de moto. A dupla não teria obedecido a ordem para parar. Houve perseguição e troca de tiros. Douglas, que estava na garupa, teria efetuado 3 disparos contra os policiais, até ser atingido por 1 tiro. Ele desceu da moto e tentou se esconder. O menor M.H.S.N., 16, foi detido logo após.

Policiais relataram que, ao constatarem que o estudante estava ferido, o encaminharam, ainda com vida, ao Pronto-Socorro de Cuiabá, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu.

Consta no BO que duas armas foram apreendidas em posse de Douglas e do adolescente, sendo um revólver calibre 38 com 4 munições deflagradas e uma espingarda artesanal.

No Cisc Parque do Lago, M.H.S.N. foi reconhecido pelo comerciante P.S.P., 47, como sendo um dos bandidos que cometeu o assalto poucas horas antes. As armas apreendidas pela Polícia também foram reconhecidas.

Crime – P.S.P. foi rendido quando chegava em casa do trabalho, na rua Ari Leite Campos, por volta das 21h. Ele abriu o portão, estacionou o carro e quando saiu na garagem foi abordado pelo assaltante, que colocou o revólver na cabeça dele. Outro criminoso deu apoio à ação.

Eles levaram o comerciante até o quarto, depois o amarraram usando fio do telefone e uma camisa. Jogaram ele na cama e, com as armas em mãos, pediram as chaves da caminhonete e o dinheiro.

P.S.P. relatou que a dupla afirmou que “estava há 15 dias atrás dele” e “queria a caminhonete”. Porém, a F250 de propriedade do mesmo não estava em casa.

Sem conseguir roubar o veículo, os criminosos pegaram uma sacola com, aproximadamente, R$ 9 mil em dinheiro e R$ 20 mil em cheques, fizeram uma ligação dizendo “Pode vir cara, estamos com a grana”, e saíram da casa.

O comerciante, que chegou a ser agredido, ficou amarrado no quarto por alguns minutos, até conseguir se soltar e pedir ajuda. Pouco tempo depois ele foi avisado que 2 suspeitos tinham sido localizados, e 1 deles morto.

Acusado – A equipe de reportagem tentou localizar a família de Douglas, mas não teve êxito. O telefone informado não existe e, no bairro Figueirinha, onde eles moram, não foi possível encontrar a casa.

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