Deputado tucano confirma plano de Dilma e do PT para sepultar PEC 300.

Joãozinho Pereira diz que proposta para criar piso salarial dos policiais militares e civis vai cair na Câmara dos Deputados na 2ª votação

Deputado tucano confirma plano de  Dilma e do PT para sepultar PEC 300

O deputado estadual Joaozinho Pereira confirmou a este blog o que levantou sobre a PEC 300, aprovado pelo Senado instituindo um piso para os policiais militares e civis, inclusive do Corpo de Bombeiros. Segundo o parlamentar tucano, a presidente Dilma já iniciou um entendimento com os seus governadores da base aliada para barrar a Proposta de Emenda à Constituição na Câmara Federal, onde está aguardando a segunda votação.

Ele disse que é lamentável a iniciativa da presidente e uma realidade dura para os petistas, que vão ter que se justificar a derrubada da PEC perante os militares.

Joaozinho Pereira acredita que o governador tucano Teotonio Vilela não vai acatar a proposta de derrubada da PEC, um procedimento que qualifica de contradição do governo petista, frustrando a expectativa e o sonho de milhares de militares e policiais civis pelo Brasil afora.

Em sua opinião, o tucano Rui Palmeira já tem posição firmada em ficar do lado dos militares. Ele acredita, também, que o senador Renan Calheiros, autor da PEC que beneficia os militares e policiais civis, apesar de ser um aliado da presidente Dilma, não vai concordar com a derrubada de sua proposta na Câmara dos Deputados depois de ter sido aprovado por unanimidade no Senado.

“Com que cara o governo federal vai ficar diante da derrubada da PEC 300?”, indagou Joãozinho, concluindo seu raciocínio em favor dos policiais militares e civis de Alagoas e do Brasil, “homens que prestam um serviço valoroso à sociedade e que precisam ser reconhecidos, recebendo salários condignos, como já acontece com os militares e policiais do Distrito Federal e de Sergipe”.

Fonte: http://cadaminuto.com.br/blog/bernardino

É por isso que os policiais, bombeiros e agentes prisionais de todo o Brasil devem se unir e ir a Brasilia no dia 05 de julho, para mostrar a força e pressionar os parlamentares a incluírem na pauta de votação a PEC 300, vamos a luta, juntos somos fortes, quem não tem dinheiro vai fardado, pega carona nos ônibus, temos que fazer algum sacrifício agora para conseguirmos um beneficio para sempre.

 

 

 

 

 

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Câmara aprova anistia criminal a bombeiros e PMs do Rio.

Comissão de Constituição e Justiça aprovou proposta que concede anistia criminal a cerca de 400 bombeiros e dois policiais militares do Rio de Janeiro, que estão sendo processados sob acusação de depredar o quartel da corporação
Proposta, que segue para o Senado, inclui bombeiros e PMs de Sergipe e de Rondônia.
Bombeiros e PMs acompanham reunião da CCJ.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quinta-feira, em caráter conclusivo, a proposta de anistia criminal a 429 bombeiros e dois policiais militares do Rio de Janeiro que estão sendo processados sob acusação de motim e de depredação do quartel da corporação, durante movimento por reajuste salarial. A proposta segue para o Senado.

O texto aprovado é um substitutivo do presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, deputado Mendonça Prado (DEM-SE), a seis projetos sobre o assunto – três sobre o Rio, dois sobre anistia a PMs e bombeiros de Rondônia e um sobre anistia a PMs e bombeiros de Sergipe, que também estão sendo processados por participação em movimento por reajuste salarial.

Segundo Prado, a anistia dos bombeiros mostrou a capacidade da Câmara de reunir todos os partidos políticos para fazer justiça. “É uma vitória e uma demonstração de que não podem existir excessos nem dos servidores nem gestores”, afirmou.

O deputado Alessandro Molon (PT-RJ), autor de uma das propostas aprovadas, elogiou a união dos parlamentares. “Esse projeto foi aprovado por unanimidade, por isso ele tramitou tão rapidamente. Não há quem discorde dessa anistia.”

A votação da proposta foi uma estratégia elaborada ontem à noite por deputados do Rio, líderes partidários e pelo presidente da Câmara, Marco Maia.

Ação penal
De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio, 429 bombeiros e dois policiais militares presos no dia 4 de junho pela invasão do quartel da corporação respondem a ação penal militar pelos crimes de motim, dano em material ou aparelhamento de guerra, dano em aparelhos e instalações de aviação e navais e em estabelecimentos militares.

A juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, da Justiça Militar, recebeu na segunda-feira (13) a denúncia oferecida pelo Ministério Público estadual contra eles.

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro já aprovou anistia administrativa aos bombeiros.

PEC 300
“Enquanto a PEC 300 não for aprovada, não podemos punir policiais e bombeiros que lutam por melhores condições de vida”, afirmou o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), autor de outra proposta aprovada.

Gustavo Lima
Comissão de Constituição e Justiça aprovou proposta que concede anistia criminal a cerca de 400 bombeiros e dois policiais militares do Rio de Janeiro, que estão sendo processados sob acusação de depredar o quartel da corporação
Na reunião, deputados de todos os partidos criticaram o governo do Rio.

Mendonça Prado acredita que a articulação em favor dos bombeiros possa favorecer a votação da PEC 300. “Tenho certeza que a PEC 300 será aprovada. Ela servirá para que não haja mais esse tipo de desentendimento entre gestores e servidores públicos”, disse.

Deputados de todos os partidos presentes à reunião fizeram discursos em apoio aos bombeiros e criticaram o governo do Rio de Janeiro. O deputado Chico Alencar (Psol-RJ), autor de outra proposta aprovada, lembrou que o governador Sérgio Cabral admitiu publicamente que cometeu excessos.

Segundo o presidente da CCJ, deputado João Paulo Cunha (PT-SP), como o assunto foi acordado entre todos os partidos, a comissão dispensará o prazo de cinco sessões para enviar a proposta ao Senado. Normalmente, esse é o período para apresentação de recurso para que a proposta de caráter conclusivo seja votada no Plenário. Ele ressaltou, porém, que esse caso não servirá de precedente no futuro.

O texto aprovado inclui os PMs e bombeiros do Rio de Janeiro, de Rondônia e Sergipe na anistia concedida pela Lei 12.191/10. Essa lei, por sua vez, anistia policiais e bombeiros militares de nove estados punidos por participar de movimentos reivindicatórios por melhorias de vencimentos e de condições de trabalho ocorridos de 1997 até o início de 2010. A proposta estende a anistia até a data de publicação da lei.

Os projetos aprovados foram: 6882/10, 7712/10, 1524/11, 1531/11, 1555/11 e 1602/11. Todos estão apensados ao mais antigo (6882). O texto do substitutivo ainda não foi divulgado.

Matéria atualizada às 13h50

Íntegra da proposta:

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Wilson Silveira

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara de Notícias

Policiais civis do MT, esperam proposta salarial até 5ª; na sexta, entram em greve.

O Governo de Mato Grosso tem até quinta-feira, 30, para apresentar uma proposta de reajuste salarial  para os agentes policiais. Caso isso não aconteça, a categoria promete cruzar os braços a partir de sexta-feira. Uma situação preocupante, especialmente agora que os índices de violência no Estado tem atingido índices alarmantes. Os policiais civis de Mato Grosso protocolaram hoje um documento que se refere a um indicativo de greve.

O presidente Sindicato dos Investigadores da Polícia Civil e Agentes Prisionais de Mato Grosso (Siagespoc), Reginaldo Negrão, informou que para a greve ser legal é preciso dar prazo para que o governo apresente alguma proposta, caso isso não aconteça na sexta-feira os trabalhos serão interrompidos.

Há alguns dias, mais de 400 policiais civis de Mato Grosso foram falar com a Comissão de Segurança do Estado da Assembléia Legislativa para reivindicar o reajuste salarial. Os serviços chegaram a ficar interrompidos por 48h, funcionaram apenas os plantões emergenciais, mas não houve nenhum avanço no pedido da categoria.

Ao todo são 1.760 investigadores e 380 escrivães distribuídos nos 141 municípios mato-grossenses. As duas categorias buscam realinhamento da carreira, o que representaria um reajuste dos atuais R$ 2.365 mil para cerca de R$ 6 mil iniciais.

O presidente do Sindicato dos Investigadores da Policia Civil (Siagespoc), Clédison Gonçalves afirma que as carreiras de escrivão e investigador devem ser equiparadas com a do perito, que ganha atualmente R$ 6 mil. Além disso, os investigadores se dizem prejudicados em detrimento dos delegados, que poderão ter aumento salarial de 11% e chegar ao montante de R$ 18 mil mensais.

Gonçalves trata a questão salarial como “uma injustiça” do Governo. “O delegado e o perito não trabalham sozinhos. Mas querem remunerar bem uma categoria e não a outra”, ele contestou, ao destacar os riscos enfrentado pelas carreiras.

A Secretaria Estadual de Administração (Sad)  insiste que a categoria já foi contemplada com o reestruração da tabela salarial pela Lei Complementar nº 344, de 24 de dezembro de 2008, fixando subsídio para os anos de 2008, 2009, 2010 e 2011. A exceção do ano de 2008, quando o subsídio passou a valer a partir do dia 1º de dezembro, nos demais anos a data base foi 1º de maio.

Segundo o Governo, com a reestruturação da tabela, os investigadores e escrivães receberam um aumento real de 48,66% no valor inicial da tabela, no período entre 2008 e 2011, alcançando o valor inicial de R$ 2.365,55 e final de R$ 5.250,00, além dos 22,21% da revisão geral anual com base no Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC), totalizando 70,87%, no mesmo período.

Fonte: http://www.24horasnews.com.br

Projeto obriga os eleitos a matricularem seus filhos em escolas públicas.

 

https://i0.wp.com/www.umaconquistaonline.com.br/wp-content/uploads/Cristov%C3%A3o.png

Uma ideia muito boa do Senador Cristovam Buarque.
Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, Deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.

As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.

SE VOCÊ CONCORDA COM A IDEIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM. 

Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.

http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

PARABÉNS PARA O SENADOR CRISTOVAM BUARQUE.
BOA SORTE JUNTO A SEUS PARES. 

IDEIA SENSACIONAL!

Policiais preparam manifestação dia 5 de julho.

     O movimento dos policiais civis, militares e bombeiros nos Estados, organizado pela Cobrapol e demais entidades representativas da categoria, já conseguiu a assinatura de pelo menos 460 parlamentares a favor da inclusão das Propostas de Emenda à Constituição (PECs) 446/300 na Ordem do Dia do plenário da Câmara dos Deputados. As PECs tramitam na Casa na forma da Emenda à Constituição nº 2, que já teve o seu texto aprovado em primeiro turno.

O requerimento com as assinaturas dos deputados deve ser entregue ao presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS) no dia 5 de julho, quando o setor vai realizar uma grande manifestação em Brasília, com a participação de caravanas de policiais de todas as regiões. A categoria quer que o texto seja votado antes do recesso parlamentar, previsto para começar em 15 de julho.

Em entrevista aos principais jornais do país, o presidente da Cobrapol, Jânio Bosco Gandra, anunciou que já foram coletadas até agora, 460 assinaturas. “Mas esse número de parlamentares deve aumentar, já que falta a coleta em alguns estados, como o Rio de Janeiro”, afirmou. Segundo Gandra, os policiais até admitem não discutir a questão salarial nos próximos meses, caso o governo e o presidente da Câmara garantam a votação em segundo turno das PECs 446/300. “Queremos que isso ocorra ainda antes do recesso, quando começa a mobilização de várias entidades em Brasília. Estamos trabalhando por etapa e o valor do piso salarial único será definido depois”, informou.

Para Gandra, apenas a aprovação do Piso Salarial Nacional pode conter a onda de greves que vem tomando o país. “Uma política nacional de segurança pública passa por uma política salarial unificada. O trabalho policial é o mesmo em todas as unidades da Federação e não podemos mais aceitar as disparidades salariais dentro de uma mesma categoria”, declarou.

Fonte: Imprensa Cobrapol

Governo luta para evitar aprovação de PEC que unifica salários das polícias.

Antes do recesso parlamentar, com previsão para começar em 15 de julho, o governo terá uma longa batalha a fim de evitar que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que unifica os salários das polícias estaduais seja levada a plenário.

Representantes da categoria pressionam os deputados federais de seus estados a assinarem um requerimento para que o projeto seja votado em segundo turno o mais rápido possível.

A PEC 300, como é conhecida, já esteve em pauta em março do ano passado e foi aprovada em uma primeira votação, mas com várias modificações em relação ao texto original. Segundo a Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), pelo menos 460 parlamentares já aderiram ao movimento.

http://www.midiamax.com/noticias/758769-governo+luta+para+evitar+aprovacao+pec+unifica+salarios+policias.html

PEC 300 VOLTA À CÂMARA!!!

Em Discurso, no plenário da Câmara dos Deputados neste dia 27 de Julho de 2011, o Dep. Federal Dr. Francisco Araújo pelo PSL-RR se posicionou da seguinte maneira em relação à PEC 300 e argumentou prováveis situações em face da não aprovação da referida Emenda Constitucional, PEC 300/08 , após criticar os juros abusivos dos Bancos, denominado tecnicamente de Anatocismo:

“…Afora, nobres colegas, à questão dos juros e dos latrocismos e dos abusos dos Bancos que aqui falei, preocupa-me também a questão da Segurança Pública. As condições de trabalho e a insatisfatória remuneração dos Policiais Militares, dos nossos Bombeiros Militares e dos nossos Policiais Civis, em praticamente, todas as Unidades da Federação”.
Os graves problemas com os Bombeiros cariocas recentemente ocorridos, não se resumem, infelizmente, a capital do Rio de Janeiro. Não nos iludamos! Se não tratada com a lucidez política e com a competência administrativa que se esperam, a ação que os mobilizou acabará por repetir-se em outros Estados Brasileiros. Com imprevisíveis e perigosas conseqüências.
Imaginemos, por exemplo, se os membros dessas Instituições, as quais me referi agora, resolverem fazer greve, justamente, no período da COPA DO MUNDO? SERÁ UM CAOS! E isso não está impossibilitado de que ocorra, caso não resolvemos aqui a questão da PEC 300!
Sou, por esta razão, veementemente favorável a chamada PEC 300, por estabelecer um piso salarial para os que tem por profissão arriscar a vida em nome da Lei, da Ordem, da Segurança e da Paz que todos queremos.

Alguns parlamentares fizeram aparte se manifestando favoráveis e dando os parabéns ao Dep. Federal Dr Francisco Araújo. Entre os Deputados que se manifestaram durante o supramencionado discurso, estão eles: Deputado Francisco Escórcio e Dep. Roberto Balestra.

Dep. Francisco Escórcio, no aparte, ressaltou a importância da aprovação da PEC 300. Em sua manifestação de apoio, proclamou:

Dep. Francisco Escórcio, no aparte, ressaltou a importância da aprovação da PEC 300. Em sua manifestação de apoio, proclamou:

Mas, Dep. que maravilha que V. Exª. traz a essa tarde! Um tema que é palpitante! Um tema muito moderno. Quero dizer que eu sou favorável a PEC 300. ‘To dizendo isso e não fujo.
O problema é que eu já tive oportunidade de conversar com vários Governadores; E vários Governadores têm dito pra mim ‘olha se vocês aprovarem a PEC 300 nós vamos pegar e entregar a chave do nosso Estado. Que nós não temos condições de manter’.
Ora! Eu vejo! (Oh, aqui eu quero fazer também…Aproveitar a oportunidade pra fazer uma homenagem ao Paulo Renato. Paulo Renato, esse que fez a diferença. Sabe por que ele fez a diferença? Porque ele fez o piso do professor!) E aqui nós também temos que fazer esse piso, Presidente! Do Bombeiro, do Militar, de tudo desta categoria que presta um grande serviço à nação.
Agora, buscar esse dinheiro aonde? Nós temos que encontrar! Nós temos que encontrar saída pra isso! Essa Casa é competente pra isso. (Dep. Francisco Araújo, ao fundo diz, “Dinheiro tem”). Dinheiro tem! (Dep. Francisco Araújo, ao fundo diz novamente, “Dinheiro tem de monte”). Nós temos o pré-sal. Por quê que não busca um pedaço do pré-sal? Por quê que não busca dos royalties? Mas, nós temos que contemplar esta camada de pessoas que trabalham e fazem um GRANDE TRABALHO para o Brasil.
‘Ce já pensou! Como é que esse homem investido na condição de salvar a tua vida, ele com 900 R$, ele pode sobreviver e sobreviver com uma família?
Como é que pode! Uma pessoa que vai buscar a guarda da tua.., da tua… vida,como é que ele pode dar a vida pelos outros? Se ninguém dá DIGNIDADE a eles?

Fonte: http://imagem.camara.gov.br/internet/audio/Resultado.asp?txtCodigo=00018810.

PEC-300: deputados parecem não acreditar no presidente da Câmara e querem votar aumento para PMs e bombeiros.


Amigos, volto a um tema que tenho abordado com frequência: pelo jeito os deputados favoráveis à criação de um piso salarial nacional para policiais militares e bombeiros, como pretende estabelecer uma proposta de emenda constitucional que já foi chamada de PEC-300, mudou de nome

Bombeiros protestam no pátio do quartel de Charitas, em Niterói

e contiua sendo assim conhecida, não estão fazendo muita fé na promessa do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), de que o tema voltará à pauta da casa até o dia 7 próximo.

A PEC-300, apresentada em 2008 por um grupo de deputados tendo à frente Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), inicialmente equiparava os salários dos policiais militares e bombeiros de todos os Estados ao que recebiam os PMs do Distrito Federal, os mais bem pagos do país.
Esse parâmetro foi modificado e o valor remetido a uma futura lei, mas, em negociações entre líderes partidários, ficou estabelecido que não seria menor do que 3.500 reais.
A Câmara aprovou a proposta, em primeiro turno de votação, em março do ano passado – há mais de um ano, portanto – e terminou de votar diferentes destaques sobre a matéria em julho, e por avassaladores 349 votos a zero. Todos os deputados presentes à sessão (a Câmara tem 513) votaram a favor.
A PEC tinha o apoio do então presidente da Casa, deputado Michel Temer (PMDB-SP), hoje vice-presidente da República.
De lá para cá, porém, temerosos com o custo de implantação da media – algo com que os deputados, principalmente os da base governista, deveriam ter se preocupado na hora de votar –, tanto o governo federal como os governos estaduais vêm pressionando o presidente da Câmara para empurrar o problema com a barriga. Temer, agora, de certa forma, “do lado de lá”, se finge de morto.
Maia vinha adiando o quanto possível a votação, e até criou, em abril, uma “Comissão Especial Destinada a Analisar as Propostas de Emenda à Constituição que Versem sobre a Segurança Pública” como forma de enrolação.
Explico: composta por 25 membros titulares e 25 suplentes, a comissão tinha como objetivo “estudar” não apenas a PEC dos PMs e bombeiros, mas várias outras propostas de emenda à Constituição ligadas à segurança pública e que se referem a profissionais como delegados de polícia, a agentes penitenciários e até a guardas municipais – ou seja, uma considerável pilha de assuntos, com diferente complexidade e distintos impactos nos orçamentos da União, de Estados e municípios.
Mas, com comissão ou sem ela, Maia, diante de manifestações pacíficas de PMs e bombeiros em todo o país, inclusive durante audiência pública havida na Câmara – e provavelmente preocupado com a ilegal invasão do QG dos bombeiros no Rio por centenas de integrantes da corporação, ocorrida no dia 3 passado — anunciou a votação para a partir do dia 7.
Mas parece que isso não acalmou os deputados favoráveis à PEC.
Só nos últimos dias, apresentaram requerimento à Mesa da Câmara pedindo a votação da matéria – como se nada tivesse acontecido, como se não houvesse a promessa do presidente da Câmara – os deputados Marinha Raupp (PMDB-RO), Teresa Surita (PMDB-RR), Raul Lima (PP-PR), Otoniel Lima (PRB-SP), Rosana Ferreira (PV-PR), Edmar Arruda (PSC-PR), Jean Wyllys (PSOL-RJ), Paulo Wanger (PV-RN), Almeida Lima (PMDB-SE), Henrique Afonso (PV-AC) e José Otávio Germano (PP-RS).
Como se vê, quase todos da base do governo. Já são mais de 100 os requerimentos semelhantes que se acumulam sobre a mesa de Marco Maia.

 

Sinais de uma nova revolução no Brasil.

 

 


 

Postado no Orkut pelo Antonio

 

Há muito ouvimos falar de revoltas pelo mundo, quando trabalhadores não agüentam mais, o domínio de uma classe minoritária que domina e detém o dinheiro, em bolsões de riquezas impedindo assim a circulação do mesmo, a igualdade de tratamento, e o crescimento do país, formando castas que se defendem com formas de domínio e acessão ao poder predefinidos, impedindo assim que outras pessoas tenham acesso, no Brasil não é diferente, vejam que a muito tempo isto se faz pelos filhos de apadrinhados, pessoas que ascendem aos cargos melhores que há no país devido a suas filiações, conchavos políticos, e o domínio permanente do apadrinhamento, político, cargos comissionados que pagam salários maiores que os cargos concursados, forçando com que pessoas que não tem conhecimento venham a deter o poder sobre pessoas que há muito tempo trabalham no meio.

Como vimos anteriormente no caso da pane da Infraero, nada mais foi que este fato. Agora observamos uma verdadeira revolta desestabilizando os quartéis afora o Brasil, militares insatisfeitos com a distribuição de arrecadação do tributo nacional, impedidos de receber melhorias salariais, devidos os apadrinhados, comissionados, pessoas que passam o ano todo puxando o saco de político para adentrar no meio publico através de cargos comissionados recebendo um salário maior que um concursado.

Isto o povo hoje se pergunta se é valido, começa a rechaçar, e reclamar dos autos escalões do governo a validade disto, podemos observar este fato nas diversas denuncias de escândalos como da ALEPA, no estado do Pará, milhões de reais do erário público sendo desviado para funcionários laranjas e fantasmas por parlamentares sujos, ladrões, o MP investigando, prefeitos sendo presos pela policia civil dos estados, logo, logo veremos governadores sendo destituídos de seu poder e saído presos dos palácios do Estado.

Olha Cabral esta para acontecer com você no Rio pelo que fez com os Bombeiros.

O governo federal vem perdendo a rede de um monstro que ele mesmo criou, nunca se viu uma luta tão acirrada pela igualdade de tratamento prevista no art. 5º da carta magna como se vê nos dias de hoje.

A luta pela PEC300 hoje não é mais apenas uma luta isolada por uma única classe, mais sim, esperada por muitas outras que desejam receber um salário único em todo o território nacional.

Ninguém aceita mais as desculpas do governo, que, quem deve arcar apenas com a segurança, saúde e educação seja apenas os governos Estaduais e municipais, tendo em vista que estes remetem ao governo federal toda a arrecadação de tributos, e não devolve estes valores para serem aplicados onde realmente foram tributados. Não que seja certo, pelo contrário, realmente deve-se haver uma divisão igualitária dos tributos para haver um equilíbrio entre os estados de menos aporte financeiros, no entanto, o contrário se faz, pois tudo vai para a união e nada retorna para os cidadãos que realmente pagaram este tributo.

Vejam, que hoje chega-se a marca de 700 trilhões de reais arrecadados, de tributos em todo o país, e onde esta este dinheiro todo arrecadado?

Escolas de qualidade só existem em Brasília, ao menos no nível público, segurança de qualidade somente em Brasília, saúde de qualidade somente em Brasília e vai a pergunta que não quer calar, qual seria a produção que Brasília tem, para deter todo este aporte tributário? Por que, SP o estado mais rico do Brasil não tem Segurança, saúde e educação no mesmo nível que Brasília? Não deveria ser o contrario não?

A partir do dia 5 de julho estão sendo previstas novas greves por todo o território em preparação a uma mobilização ainda maior uma greve nacional de todos os Órgãos de segurança pública, com o objetivo de parar o país.

 

O porque isto vem ocorrendo?

A demora na votação da PEC 300, que estabelece piso salarial para policiais e bombeiros, pode fazer com que manifestações como a que aconteceu no Rio há alguns dias se espalhem pelo país. É o que alertam deputados envolvidos com o tema

No início do mês, cerca de 2 mil bombeiros invadiram um quartel no Rio, numa das mais graves manifestações de protesto envolvendo corporações militares nos últimos tempos. A crise dos bombeiros do Rio poderá não ser um caso isolado. A demora na votação da PEC 300, que cria o piso salarial nacional para policiais e bombeiros militares, pode fazer com que o rastilho aceso no Rio de Janeiro se espalhe pelo país. É o que alertam dois deputados envolvidos com o tema no Congresso Nacional, ouvidos pelo Congresso em Foco. “Infelizmente, a demora vai acabar ocasionando novas situações como a do Rio de Janeiro”, afirmou o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

No início de junho, cerca de 2 mil integrantes da corporação, acompanhados de mulheres e crianças, ocuparam o Quartel Central do Corpo de Bombeiros, no centro da capital fluminense. O protesto era para chamar a atenção para reivindicações da categoria, em especial aumento salarial. Em razão do protesto, 439 bombeiros foram presos.

 

Senado aprova anistia a bombeiros do Rio de Janeiro

 

A opinião de Faria de Sá é a mesma do presidente da Comissão de Segurança da Câmara, deputado Mendonça Prado (DEM-SE), que se reuniu com o presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), na quarta-feira (22) pela manhã. Ele ressaltou ao petista que, se não houver um cronograma de votação da PEC 300 até 5 de julho, conflitos podem ocorrer. A data foi estabelecida pelas próprias categorias durante audiência pública realizada pela comissão no início do mês.

“É preciso votar a matéria em segundo turno na Câmara para evitar manifestações e atos de revolta por parte dos policiais.

Não é possível que um profissional de segurança em Estados ricos ganhe apenas R$ 900,00. Esse é um salário indigno para quem arrisca a vida diariamente”, afirmou. De acordo com integrantes do movimento dos policiais e bombeiros militares, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo possuem os piores salários do país.

O presidente da Frente Parlamentar em Defesa da PEC 300, deputado Otoniel Lima (PRB-SP), disse na audiência pública no início do mês que pretendia evitar o clima de enfrentamento que ocorreu na Câmara no ano passado.

Após muitas negociações, a PEC 300 foi aprovada em primeiro turno. Na época, confusões não faltaram. Manifestantes fecharam o trânsito de Brasília e até entraram em confronto com seguranças da Casa.

No entanto, caso a PEC não seja votada logo, as manifestações devem voltar à capital do país. Integrantes do movimento passaram a ter restrições para circular na Câmara. Na audiência pública, ficaram praticamente confinados ao auditório onde aconteceu a discussão. O receio da Polícia Legislativa é que novos momentos de tensão voltem a ocorrer quando a PEC 300 estiver em discussão.

“Se até o dia 05 de julho não ficar estabelecido um calendário para a PEC 300, eu vou informar aos líderes que a Câmara não quer votar absolutamente nada e que o desejo é de procrastinar a discussão. Esse processo chegou a um limite que nós não agüentamos mais. Os policiais estão se sentindo traídos pelo Parlamento e eu não vou contribuir para esse sentimento negativo. Acho que o parlamento deve votar para aprovar ou rejeitar, o que não pode é ficar nessa situação ridícula de ilusão. Isso é um absurdo”, afirmou Mendonça Prado.

Volta a pressão dos policiais pela PEC 300

 

Para justificar a criação do fundo, deputados defensores da PEC 300 usam o exemplo do Distrito Federal. A capital do país recebe do governo federal uma verba para custear despesas de educação, saúde e segurança pública. Em 2010, o valor foi de aproximadamente R$ 7,6 bilhões. Brasília tem os policiais mais bem pagos da Federação. Um soldado da PM recebe cerca de R$ 4,2 mil de salário bruto mensal.

Apesar da movimentação de parlamentares para que a votação da PEC 300 seja concluída, a probabilidade é que isso não aconteça tão cedo. O governo federal não quer votar o piso salarial nacional para policiais e bombeiros militares com receio do tamanho da conta. Os valores estimados chegam a R$ 40 bilhões anuais para financiar a diferença nos vencimentos. Além disso, os governadores não querem arcar com mais um piso nacional, no mesmo modelo dos professores.

“Existe uma pressão muito grande dos estados para que a PEC não seja votada”, afirmou o vice-líder do governo na Câmara, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR). Segundo o peemedebista, a legalidade do piso constitucional, mesmo que por meio de PEC, está sendo estudada. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou o piso para professores constitucional. O receio do governo é que, depois do magistério e dos policiais, outras categorias reivindiquem o mesmo tratamento. E que a conta tenha como endereço o Tesouro Nacional.

Os temas serão tratados pela comissão especial criada por Marco Maia para tratar da PEC 300 e de outras propostas relacionadas com segurança pública. O presidente da comissão especial será Arnaldo Faria de Sá, que terá prazo de três meses para elaborar um relatório sobre as propostas. “Ele terá a responsabilidade de ouvir governadores, ouvir as entidades e buscar acordos e entendimentos que viabilizem a votação da PEC 300. A PEC prevê que o governo mandará um projeto regulamentando os seus artigos, então nós queremos adiantar o debate”, explicou Maia.

Segundo o petebista, os governadores e secretários estaduais serão chamados para poder subsidiar um levantamento completo da situação financeira das categorias. “Vamos chamar os governadores para saber quanto cada um paga, quanto pode pagar. Aí, teremos o tamanho da conta”, disse o deputado. Até agora, a comissão não foi instalada. Falta ainda o PT indicar seus integrantes. Caso isso não aconteça até sexta-feira (24), os nomes serão apontados pelo presidente da Câmara.

 

Fonte: Congresso em Foco

 

Dados vasados na net pelos hackes, olha a verde ai

Os dados…

Arq. vazados Pelo lulzsecbrasil do site esporte.go

Fonte: aquivos do site esporte.gov.br!

ESTADO QUANTO PAGOU QUANTO RECEBEU

RN 1.423.354.053 5.094.159.613

CE 4.845.815,127 10.819.258.582

BA 9.830.083.697 17.275.802.517

PE 7.228.568.171 11.035.453.758

MT 2.080.530.301 3,864.140.162

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Veja que esses 5 estados, mais recebem do que contribuem com o governo e mesmo assim terão seus estádios contruidos com dinheiro público.

Na Bahia, por exemplo, a diferença alcança mais de 7 bilhões de reais.

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AM 6.283.046.181 3.918.321.477

MG 26.555.017.385 17.075.765.819

RJ 101.964.282.068 16.005.043.355

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Nestes 3, há superavit entre receitas e despesas. O Rio de Janeiro por exemplo tem uma diferença a favor da ordem de 86 bilhões.

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PR 21.686.569.502 9.219.952.960

RS 21.978.881.645 9.199.070.109

SP 204.151.379.293 22.737.265.407

 

Perceba que a diferença em São Paulo é de 181 bilhões.

Reflita sobre esses números e chegue à sua conclusão.

Mais: São Paulo contribui com 204 bilhões.

A soma de todos os outros estados da união é de 238 bilhões.

E a soma só dos estados que serão sede de Copa 200 bilhões.

Não consideramos aqui o Distrito Federal, onde o estádio de Brasília vai levar mais de 1 bilhão

Ou seja 438 bilhões sendo investidos como princípio, somos contra.

Gastar esse dinheiro público em obras privadas?

ACORDA DILMA!

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Estamos precisando

-Saúde!

Educação!

Hospitais!

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Super farutamento de obras?

Orçamentos sigilosos?

Medidas provisorias?

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O governo está a fazer o povo de imbecil

http://twitter.com/@LulzSecBrazilirc.anonops.li #AntiSec – #LulzSecBrazil

Confira os Logins: http://lulzsecurity.com.br/realeses/esporte.gov.br.txt

Fonte: http://lulzsecurity.com.br/lulzsec-news/o-governo-esta-a-fazer-o-povo-de-imbecil/

Vejam…

Quando tem passeatas, greves, povo reivindicando por melhorias, salários mais justos, tem uma galera se colocando contra eles, dizendo que isto ‘e inconstitucional, que eles estão errados e que tudo precisa ser feito de forma jurídica, e forma civilizada, com dialogo. Bom aqui não tem a violência propriamente dita, o quebra quebra, as brigas, e também vai haver pessoas que vão se colocar contra e mais uma vez a favor do governo. Me respondam, será que estas pessoas acreditam realmente que judicialmente irão conseguir fazer com que toda esta corrupção venha a tona? Este método cai 1 batalhão do vez, da forma que muitos acham, ‘e 1 , 2 e olhe la…e ai ele ai recorrendo…e recorrendo…e recorrendo….e recorrendo….e la se vão os anos….as décadas…

 

Forma de protesto de um grupo nacionalista que deseja fazer do Brasil um país melhor. Tenha orgulho de ser brasileiro, ame o seu país, só assim poderemos crescer e evoluir!”

No pé da página do IBGE, ainda há outros dizeres como “Atacado por FIREH4CK3R”,
“Brasil, um país de todos!” e “Não há espaço para grupos sem qualquer ideologia como LulzSec ou Anonymous no Brasil”. LulzSec e Anonymous são os dois maiores grupos de hackers do mundo. Hackers são pessoas que invadem computadores para protestar ou furtar informações.

 

Proposta Salarial do Governador à PM e BM do Mato Grosso é “lamentável”.

Na quarta-feira (22/06/2011) as Associações de Praças PM/BM reuniram – se com o Sr. Secretário da “SAD” César Zílio e o Exmo. Deputado Estadual Walter Rabelo para mais uma rodada de discussão sobre a questão salarial, onde o secretário apresentou a seguinte proposta:

4% para Dez/2011; 10% para maio de 2012 (já incorporado o INPC), 10% para maio de 2013 (já incorporado o INPC) e 10% para maio de 2014 (já incorporado o INPC), destacando que o Deputado Estadual Walter Rabello e as Associações não concordaram com a proposta apresentada pelo Estado. Ao propor os percentuais salariais as Associações concluíram que em 2014, a categoria passara a ter o pior salarial do Brasil.

Salientando que este tipo de proposta de parcelamento foi implantado de forma coercitiva em 2008 à época os Policiais e Bombeiros Militares detinham o 3º melhor salário do Brasil, atualmente estamos ocupando a vaga de sexto (6º) pior salário do país.

A proposta elaborada e apresentada no dia 30/05/11 pela comissão de praças  PM/BM de Mato Grosso  estabelece vínculo do subsídio do Sub Ten em relação ao subsídio do Cel cuja pauta foi rejeitada, segundo o secretário César Zílio, por falta de recursos para o provimento do alinhamento salarial. A tabela proposta pela comissão de praças previa o seguinte: o Subtenente que hoje recebe cerca de 33% em relação ao subsidio do coronel passaria a receber 37% no corrente ano, em maio de 2012  40%, em 2013 45%, e, em 2014 passaria a receber 50%. Vale ressaltar que o vínculo não é algo novo na PMMT, pois, antes da implantação do subsídio, o Subtenente já recebia seu salário tendo como parâmetro o ganho no Coronel, os percentuais propostos pelas associações estão em um parâmetro aceitável pelo governo, o que realmente está faltando é vontade política.

Lamentavelmente o Governo do Estado propôs um modelo de proposta que já fora recusada em 2008, porém, foi imposta o que culminou em uma desmotivação dos Policiais e Bombeiros Militares, demonstrando assim uma falta de compromisso com a categoria, que se encontra hoje totalmente desestimulada , proveniente do baixo salário.

A Policia Militar contribuiu significativamente com a receita do Estado, ao desempenhar diuturnamente a fiscalização dos condutores de veículos em relação ao IPVA, Notificações de Trânsito, Operações Conjunta com a SEMA, IBAMA, SEFAZ, INDEA e Ministério Público.

Vale ressaltar que a Policia Militar contribui preventivamente para reduzir as demandas hospitalares, a partir do momento em que realiza operações preventivas de trânsito, apreensões de arma de fogo e em eventos de grande porte como: Carnaval, Exposições, Festividade de Final  e inicio de Ano, etc).

Colocamos a nossa vida em risco quase todos os dias em prol da sociedade, no entanto somos mal remunerados, não temos direitos a atendimento médico especial em caso de sinistro durante o serviço, não temos uma jornada de trabalho regular, e muito menos direito à greve.

O Governo esquece que os Profissionais de Segurança Pública defendem o bem maior que é a vida, e no segundo plano o patrimônio dos cidadãos mato-grossense, demonstrando assim a importância de ter profissionais bem remunerados para que trabalhe com alta estima.

Na negociação destacamos o desempenho do Dep Estadual Walter Rabelo, que vem acompanhando as negociações, nesta segunda-feira (27/06/2011), a partir das 09:00 horas, estará reunindo novamente a equipe técnica das Associações com a equipe técnica do Governo, após a reunião estaremos marcando uma Assembléia Unificada com todas as Associações para deliberações  futuras.

Fonte: Assoade – MT