Bombeiros protestam por melhores salários no Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro – Os bombeiros voltaram ontem (30) a ocupar a escadaria da Assembleia Legislativa do Rio. Eles protestam por aumento salarial e pela aprovação da anistia criminal aos que participaram das manifestações no mês de junho, quando houve a invasão do quartel central.

Um dos líderes do movimento, o cabo Pedro Ivo, cobrou aumento do piso da categoria para R$ 2 mil. “Nada mudou. O nosso salário continua o pior da Federação. O vale-transporte que foi dado, de R$ 100, não atende à real necessidade dos militares. Não tivemos reajuste e nossa anistia criminal ainda não foi votada. Nós ainda corremos o risco de sermos expulsos, porque [a anistia] ainda não foi sancionada pela presidenta [Dilma Rousseff]”, reclamou o militar.

A deputada estadual Janira Rocha (PSOL), uma das principais interlocutoras durante a crise passada, considerou que a retomada dos protestos é consequência da frustração com o adiamento da votação pelo Congresso da PEC 300, proposta de emenda constitucional que prevê um piso único às polícias e bombeiros de todo o país.

“Eles estão se rearticulando para lutar por um piso salarial. Houve um processo de mobilização, que foram a Brasília brigar pela PEC 300, mas o que ouviram do governo federal é que deviam pressionar os governadores. Então acho que eles estão seguindo o conselho”, disse a deputada.

O assessor chefe da Comunicação Social dos Bombeiros, coronel Hélio Oliveira, considerou normal a nova mobilização de parte da tropa, mas ressaltou que as reivindicações devem ser feitas “sem tumulto e dentro da ordem”. Segundo ele, as negociações com o comando da corporação prosseguem e atualmente os militares que têm mais de três anos de incorporação já ganham mais de R$ 2 mil, incluindo no cálculo uma gratificação de R$ 350 e os R$ 100 do vale-transporte.

Repórter da Agência Brasil
Edição: Rivadavia Severo

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Mais um sonho realizado.

A AFTB, por meio do SAC, ou FRSH – Fundo Rotativo Solidário da Habitação, realiza a inclusão social por meio da habitação.
Todos os meses famílias, que antes não tinham acesso ao sistema de financiamento habitacional tradicional, alcançam o
sonho da casa própria, e a AFTB comemora mais de 300 contemplações.

Hoje, 30 de agosto, foram três contemplados:

1° Contemplada: Mônica Masselii Conversano, da cidade do Rio de Janeiro/RJ. Casada e com três filhos ela explica:
“É grande o sacrifício e as dificuldades que venho enfrentando para pagar o aluguel. Agora só falta encontrar o
imóvel e comemorar esta conquista”.]

2° Contemplado: Gilberto Almeida da Silva, da cidade de Manaus/AM.  Apesar de já possuir casa própria, Gilberto
achou fácil demais adquirir um novo imóvel por meio da AFTB, “Quando conheci a AFTB achei muito bom para ser
verdade. Graças a Deus decidi pagar para ver”, completou.

http://sitedoassociado-aftb.org/26916  acesse e planeje a compra da sua casa.

Mais um assalto a Banco em Mato Grosso.


Populares se aglomeram em frente ao BB de Campo Novo, após ação violenta de quadrilha

Uma quadrilha fortemente armada invadiu a agência do Banco do Brasil da cidade de Campo Novo dos Parecis (396 km a Noroeste de Cuiabá), por volta das 14h desta terça-feira (30).

Ainda não se tem confirmação da quantia de dinheiro que foi levada pelos assaltantes, bem como se houve mortos ou feridos.

No total, 12 homens encapuzados desembarcaram de dois veículos, um modelo Furgão e uma picape, e anunciaram o assalto. Os clientes que estavam na agência entraram em desespero, com a ação dos bandidos, que chegaram atirando. As vidraças da agência bancária foram destruídas pelos disparos.

Um fazendeiro, que estava com R$ 22 mil para depósito, foi rendido e perdeu todo o dinheiro. Após entregarem dinheiro e pertences, funcionários do Banco do Brasil e clientes foram obrigados a entrar nos veículos dirigidos pelos bandidos, que saíram em fuga.

Ao todo, seis pessoas foram mantidas reféns e serviram de escudo humano, no momento em que saíam das agências bancárias. Porém, todos foram deixados na proximidade da Ponte do Rio do Sangue, localizada a 20 km do centro de Campo Novo.

A quadrilha ateou fogo nos veículos, para evitar identificação. Nenhum dos reféns ficou ferido. Um avião agrícola, que estava próximo do local, foi sinalizado pelos populares para seguir a quadrilha e saber, ao menos, qual foi o destino dos assaltantes.

Polícia sem reação

O que chamou a atenção dos populares foi a ousadia da quadrilha para praticar o assalto. Isso porque, a 50 metros do local do assalto, está localizado o quartel da Polícia Militar, que tem um contingente de 13 homens. Ao perceber que bandidos estavam com armas de grosso calibre, os militares evitaram qualquer tipo de reação, conforme MidiaNewsapurou.

“A Polícia Militar não pôde fazer nada. Os bandidos chegaram atirando e intimidando quem visse pela frente. Encheram as sacolas de dinheiro e levavam tudo o que viam pela frente”, comentou o radialista Mário Gieland, que presenciou o assalto.

O reforço policial já foi convocado. Um aglomerado de populares tem cercado a agência bancária, em busca de informações.

Uma ambulância também já está no local para prestar devidos socorros.

Fonte: http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=25&idnot=61598

Os sabidos e valentões de plantão querem que apenas dois PMs de plantão enfrentem bandidos armados de fuzis, pistolas, efetivo dez vezes a mais que o da PM, somos treinados, mas não suicidas, a gente esta pedindo faz tempo, aumente o efetivo, de condições de trabalhos, mas o governo nos manda um gol 1.0 e tem cidades do interior que possui um efetivo total de 3 policiais, isso é brincar de fazer segurança pública.

Tentativa de assalto em Cuiaba, termina com dois bandidos e dois seguranças mortos

Tentativa de assalto a um carro-forte em frente ao Shopping Três Américas, acabou em tiroteio com três mortos e dois feridos levados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Pronto-Socorro de Cuiabá. A informação foi confirmada pela Oficial de Área do 9º Batalhão e também pelo sargento Edinaldo do 1ºBPM que atenderam a ocorrência. Entre os mortos, estão dois bandidos e um dos seguranças da empresa de valores Prosegur que revidaram com tiros à tentativa de assalto contra o veículo que abastecia caixas eletrônicos na Galeria Itália, no bairro Jardim das Américas, de classe média alta.

Os feridos atendidos e levados para o Pronto-Socorro são outros 2 seguranças. Um deles foi baleado na perna e outro levou um tiro na cabeça. Entre os bandidos mortos, um teve a mão destruída e os dedos ficaram espalhados ao redor do corpo ao levar um tiro de escopeta calibre 12 disparado por um dos funcionários do carro-forte.

A avenida Brasília que passa em frente o shopping Três Américas foi totalmente bloqueada para o prosseguimento da ação policial que envolveu PMs do Primeiro Batalhão e da Rondas Ostensivas Metropolitanas (Rotam), todos acionados para ajudar a conter o tumulto. Ainda não se sabe se algum dos criminosos consegui fugir do local. O tiroteio ocorreu ao lado da Avenida Fernando Corrêa da Costa, uma das mais  movimentadas da Capital e por volta das 17h30 ficou congestionada devido o fechamento de ruas paralelas que dão acesso à avenida. A situação na região é bastante caótica.

O segurança Valdenil Nogueira de Matos, também vítima do assalto frustrado na tarde de segunda-feira, não resistiu e morreu durante a madrugada no Pronto-Socorro de Cuiabá. Ele levou um tiro na cabeça e havia passado por uma cirurgia de aproximadamente 1h30 e na sequência foi encaminhado para uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), porém foi a óbito por volta da 00h30. Com ele subiu para 4 os mortos na tentativa de roubo ao carro-forte da empresa Prosegur, sendo dois seguranças e dois bandidos.

A polícia merece ter viaturas blindadas?

Amigos , depois da porta arrombada… O governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), como se sabe, anunciou que vai liberar uma verba para a compra de automóveis blindados para os juízes de Direito do Estado ameaçados de morte por bandidos ou seus asseclas.
Muito bem, melhor tarde do que nunca.
Mas fico me perguntando, como faço há tempos: quando é que os governadores de Estado vão blindar carros da polícia? Especificamente, carros-patrulha que, de acordo com estatísticas que as políticas devem ou deveriam ter, estariam mais sujeitos a enfrentar tiroteios em razão da área em que atuam?
Mesmo uma Polícia Militar bem equipada, como a do Distrito Federal, que ostenta centenas de reluzentes peruas Nissan Pathfinder de patrulha, não tem carros blindados circulando na rua. A poderosa PM de São Paulo, em que as patrulhas em grande parte dos casos são feitas por peruas Chevrolet Blazer, também nem fala em blindados. Nem mesmo as viaturas de forças especiais, como a temível ROTA, especializada em confrontos com bandidos, dispõem da proteção que deveriam.
Velhas desculpas não servem mais
Claro que as polícias possuem blindados para controle de distúrbios — os outrora chamados “Tatuzões” da PM de São Paulo, por exemplo — ou para transporte de homens a regiões de conflito armado, como os famosos “Caveirões” do BOPE, no Rio.
Mas me refiro, aqui, a veículos de perseguição. Velhas desculpas não servem mais. A de que a blindagem é pesada e prejudica o desempenho dos carros já foi desmoralizada pela tecnologia, capaz de produzir couraças muito eficazes e cada vez mais leves. Até carros pequenos podem ser protegidos. Vejam o Volkswagen Golf da foto, picotado de tiros mas sem que nenhum tenha penetrado em sua carroceria.
A desculpa do preço? Bem, um remanejo de verbas dentro das próprias secretarias de Segurança poderia aos poucos, sem exageros mas de forma sistemática, introduzir carros simultaneamente potentes e blindados nas polícias — em especial na Polícia Militar, que faz o trabalho ostensivo e está muito mais exposta a ataques e tiroteios. Sem contar que o custo do serviço vem caindo crescentemente.
O preço? Caro é ver policiais mortos ou feridos
O preço? Quanto custa, principalmente em termos humanos, mas também em dinheiro do orçamento, o tratamento e recuperação dos policiais feridos, as aposentadorias por invalidez, as indenizações e outras despesas para as famílias dos mortos, além do treinamento de quadros para substituir os que tombaram em serviço?
Caro, amigos do blog, é ver policiais mortos ou feridos dentro de seus próprios veículos pela ação de criminosos.
Significativamente, não consegui em lugar algum obter números sobre policiais mortos e feridos em perseguição ou confronto com bandidos dentro de viaturas.
Será que as associações de PMs teriam algum número a respeito? Se tiverem, aceito que me enviem.
Está na hora de proteger melhor os homens e mulheres que, nem sempre com o melhor treinamento, nem sempre com o melhor equipamento, quase nunca com salários condignos, tentam proteger nossas vidas.
Não se faz, e não entendo a razão. Me expliquem, que eu quero entender!
caveirao-bope
Fonte: Ricardo Setti/Blog Policial BR

Falta de dados dificulta adoção de política integrada de segurança pública.

O Brasil governa às cegas na Segurança Pública. O país não sabe quantos pessoas estão foragidas da Justiça. Também não sabe quantas estão desaparecidas. Não tem um cadastro nacional de impressões digitais, o que faz com que uma mesma pessoa possa ter 27 carteiras de identidade, uma em cada unidade da Federação. E o mapa de ocorrências criminais com que o Ministério da Justiça trabalha para planejar suas ações tem dados de três anos atrás, emprestados do SUS.

A consequência da desordem é que a segurança pública é planejada e executada sem informação. A ausência de bancos de dados nacionais e a falta que a informação faz para a ação pública são tema de uma série de reportagens que O GLOBOpassa a publicar hoje, começando pela segurança.

Hoje, um juiz pode liberar um detido mesmo com mandados de prisão contra ele em outros estados. Isso porque, em muitos casos, o juiz só tem condições de checar os antecedentes criminais da pessoa no estado em que trabalha, e não em todos os outros – justamente por não haver cadastro nacional de foragidos com os mandados expedidos.

Está aí a explicação para casos como o do pai da jovem Eloá Pimentel, Everaldo Pereira dos Santos. Foragido da Justiça alagoana há 18 anos e acusado de quatro homicídios, só foi descoberto em 2008, ao surgir na TV quando o namorado da filha a matou, em São Paulo.

– Você não sabe nem quantos mandados de prisão, quantos foragidos há no país – diz Walter Nunes da Silva Jr., juiz e conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). – O que se tem são estimativas. Um diz 170 mil (foragidos), outro diz 250 mil. O Judiciário não sabe, a polícia não sabe. Por quê? Porque a informação não é integrada. Converse com qualquer juiz, e ele vai dizer da angústia que é decidir se libera ou não alguém. Ele sabe que solta com base em informação incompleta.

Walter Nunes é relator de uma resolução do CNJ aprovada no início de julho que cria um banco nacional de mandados de prisão. Pela resolução, os Tribunais de Justiça de todos os estados têm até seis meses para começar a alimentar esse banco, enviando os dados dos mandados expedidos por cada um. Para isso, porém, será preciso passar por mais um obstáculo: o fato de que cada TJ produz um mandado de prisão de um jeito.

– Todos os mandados em aberto terão de ser reeditados, para terem um mínimo comum de dados, como local, hora, tipo de crime – diz Nunes.

Em cada estado, um tipo de ocorrência

A falta de dados – o que fez o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmar em abril que “há total falta de integração dos órgãos de segurança” no país e prometer a criação de um sistema nacional de criminalidade – é empecilho também para o sistema existente hoje no Ministério da Justiça, que reúne os registros de ocorrência policial dos estados, a rede InfoSeg.

As polícias estaduais (sejam militares ou civis) não são obrigadas a enviar os registros para o sistema. Envia quem quer ou pode. E, ainda, cada polícia registra as ocorrências de um modo – um assassinato pode ser registrado como homicídio em um estado e como auto de resistência em outro. Então, mesmo as polícias que enviam os registros mandam dados que não são uniformes e, portanto, são difíceis de serem unificados num sistema.

– O problema é que é um sistema descentralizado, com polícias atuando de forma regional. Aí vem a segunda questão: como os estados têm autonomia, não se poderia obrigá-los a mandar essas informações – analisa Sérgio Renault, ex-secretário de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça.

– Garanto que o pacto federativo não é para isso. Não é para prejudicar a política de segurança. Por que vivemos em sociedade? Para, entre outras coisas, termos um mínimo de segurança. Se um criminoso pode fugir ali para o meu vizinho, como é que os órgãos não se comunicam? Agora, os estados não recebem dinheiro do governo federal para segurança? É só dizer que não vai mandar o dinheiro se não mandarem os dados. Quero ver quem não enviará – afirma o juiz Walter Nunes.

– Informação de qualidade serve para orientar a aplicação da verba destinada à segurança. Sem isso, o país aplica mal os recursos. Fica sem saber se a proposta é adequada e se produziu ou não resultados satisfatórios – afirma o deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ), que vai apresentar um projeto condicionando o repasse de recursos ao abastecimento do banco de dados pelos estados.

A InfoSeg também não inclui os registros de impressões digitais dos órgãos estaduais de identificação. Nem a InfoSeg nem qualquer outro órgão centralizam esses registros atualmente.

– Uma mesma pessoa pode ter 27 carteiras de identidade. É caótico – afirma o presidente da Associação Brasileira dos Papiloscopistas Policiais Federais (Abrapol), Celso Zuza. – Aliás, isso torna mais fácil uma pessoa tirar mais de um passaporte, com carteiras diferentes, para fugir do país.

Justamente para integrar os registros de impressão digital é que o governo federal está criando o Registro de Identidade Civil (RIC), que trará um chip e será um registro único para todo o país, centralizado pelo Instituto Nacional de Identificação. Anunciado desde o ano passado e com custo de cerca de R$ 100 milhões, segundo Zuza, o cartão RIC começa a ser distribuído dentro de dois meses:

– É uma ideia discutida há mais de dez anos. Mas, para todos os estados estarem integrados, acredito que só daqui a pelo menos cinco anos.

A falta de informação não é só um problema para a resolução de crimes. Faz com que o Estado gaste mal a verba para segurança. Um perito do Rio que preferiu não se identificar conta que a Polícia Civil recebeu uma máquina para banco de imagens que servia apenas para contabilizar crimes em locais com baixo índice de criminalidade. Segundo ele, “o dinheiro teria sido mais bem aplicado em computadores, impressoras e luvas para os peritos”.

– Sem informação não há trabalho de inteligência, não há prevenção do delito. Há quem pense que o sistema integrado vai dizer quantos crimes foram cometidos. Mas vai mostrar também quantos a polícia conseguiu resolver, quantos foram para o MP, quantas denúncias chegaram à Justiça – conclui Julio Jacobo, sociólogo e autor do Mapa da Violência, que aponta estados e municípios mais violentos do país. – Com as informações que temos hoje, a estimativa é que entre 7% e 8% dos homicídios sejam resolvidos.

– A cultura do Brasil é a do flagrante. Informação de qualidade mudaria isso – diz Pedro Abramovay, professor de Direito da FGV-RJ e ex-secretário nacional de Justiça. – Prendemos o pequeno traficante e autores de roubos simples. Mas prende-se menos quem comete crimes mais sofisticados, que precisam de investigação.

A PEC 300 É JUSTA?

Dia 23/08/11, ao ligar a TV no “Bom Dia Brasil” escuto a seguinte notícia: Senado pede e Juiz suspende liminar que impedia funcionários do próprio órgão de receberem salários acima dos Ministros do Supremo Tribunal Federal (pela Constituição de 1988, Ministro do STF deve ser o cargo a receber mais em nosso país, hoje em torno de R$ 27.000).
Quando a “PEC 300” da Paraíba foi aprovada muitos a contestaram, alegando que um policial não deve receber salário de R$ 3.000, pois defendiam que os professores não podem ganhar menos que um policial. Concordo em parte.
Concordo que os professores precisam receber muito bem (no mínimo uns R$ 3.500), pois só a Educação pode reverter o quadro de atraso socioeconômico em que nosso país se encontra. Desta forma os professores e a sociedade em geral devem lutar para que 10% do PIB nacional seja designado para a Educação, bem como 3,5% do PIB para Ciência e Tecnologia.
Discordo quando dizem que um policial não merece receber um salário digno. Em países desenvolvidos, os jovens que escolhem ingressar na Segurança Pública (assim como os que escolhem ingressar no Magistério) não o fazem por falta de opção, já que estão entre os bons alunos do Ensino Médio. Estes jovens escolhem essa carreira por vocação e se sentem satisfeitos na mesma: pois há bons salários; planos satisfatórios de cargos e carreiras; os crimes cometidos contra os mesmos recebem um agravante, já que fora cometido contra o indivíduo policial e contra o Estado.
Mas vocês podem dizer-me que é muito dinheiro. O Brasil é a 15ª economia do mundo, um país com várias riquezas. Porém a concentração de renda e a corrupção não deixam que a maioria da população desfrute nossas riquezas. Friso que dinheiro há; e ele está sendo desperdiçado em obras não concluídas, em desvio de merenda escolar, em auxílio moradia, auxílio paletó, em cartões corporativos usados indevidamente, no aumento salarial exorbitante de deputados e senadores e etc.
Desta forma não devemos nivelar por baixo as outras profissões, devemos repudiar frases mesquinhas tais como: “se um professor só ganha R$ 800, um policial deve ganhar ainda menos”. Esse discurso não melhora a vida nem dos policiais e muito menos dos professores. Ambas as classes profissionais devem ganhar bem, e se unirem com a população para fazer valer seus direitos, pois como disse o ilustre Rui Babosa: ”O Homem que não luta por seus direitos não merece viver”.
Repito, dinheiro há. Nossos governantes é quem têm que perder o mau costume de quererem as riquezas de nossa nação apenas para si. Quando o Senado e/ou a Câmara querem aprovar seus aumentos são rápidos, e nenhum de seus aumentos é inferior a 80% de seus salários.
DESTA FORMA ENFATIZO: A PEC 300 É MAIS QUE JUSTA!!!

Concursos públicos na área policial oferecem 3,5 mil vagas.

Quatro estados estão com editais de concursos abertos para a área policial. No total são 3.543 vagas em cargos de nível médio e superior. Só na Polícia Militar do Estado de São Paulo são 2.663 oportunidades.

As Polícias Militar da Paraíba, do Paraná e São Paulo já estão com as inscrições abertas. Em Minas Gerais, são 740 vagas em seis editais cujas inscrições abrirão nos meses de setembro e outubro, dependendo do concurso.

Os salários chegam a R$ 5.716,87 para delegado na Polícia Civil de Minas Gerais.

 

Polícia Militar e Bombeiros da Paraíba

A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros da Paraíba abre no dia 15 de agosto as inscrições para 50 vagas no Curso de Formação de Oficiais para combatentes e bombeiros. São 35 vagas para combatentes da Polícia Militar (30 do sexo masculino e 5 do feminino ) e 15 para oficiais bombeiros (11 do sexo masculino e 4 do feminino). A remuneração varia de R$ 1.008,08 a R$ 3.673,96 (veja aqui o edital).  

O candidato deve ter altura mínima de 1,65 m (sexo masculino), e de 1,60 m (sexo feminino); completar, no ano da matrícula do curso (até 31 de dezembro de 2012), 18 anos, no mínimo, e 30 anos, no máximo; e ter concluído o ensino médio.

O candidato deve se inscrever para os exames complementares de 15 a 28 de agosto no site http://www.pm.pb.gov.br e pagar a taxa de R$ 50,00. Assim que for homologada a inscrição para o exame complementar, o candidato deverá se inscrever para o exame intelectual, no site http://www.coperve.ufpb.br.

O concurso terá exames intelectual (provas escritas), exames complementares (de saúde, aptidão física e psicológico) e avaliação social.

O ingresso no Curso de Formação de Oficiais será na graduação de praça especial, como cadete, e ao término do curso será declarado aspirante-a-oficial. Após estágio probatório de, no mínimo, seis meses, será promovido a 2º tenente, ingressando no Quadro de Oficiais Combatentes da Polícia Militar ou do Quadro de Oficiais do Corpo de Bombeiros Militar, conforme a sua opção.

O curso funcionará no Centro de Educação da Policia Militar do Estado da Paraíba – Academia de Policia Militar do Cabo Branco, na Rua Dr. Francisco de Assis Veloso s/nº, Mangabeira VII, em João Pessoa, e terá duração de três anos, em regime de dedicação exclusiva.

 

Polícia Militar do Paraná

A Polícia Militar do Paraná abriu concurso público para matrícula no 1º ano do Curso de Formação de Oficiais Policiais Militares e no 1º ano do Curso de Formação de Oficiais Bombeiros Militares, no ano de 2012. O concurso faz parte do vestibular da Universidade Federal do Paraná (veja aqui o edital).  

São 90 vagas para o cargo de cadete da PM-PR: 70 para policiais militares e 20 para bombeiros militares – 10% são reservadas para candidatos afrodescendentes. A remuneração básica inicial do cargo de cadete é de R$ 2.152,00, e a de 2º tenente dos quadros de oficiais PM e BM é de R$ 5.746,80.

Ficam destinadas ainda até 50% das vagas para pessoas do sexo feminino, observada a ordem de classificação geral. Os candidatos devem ter idade entre 16 e 25 anos e nível médio completo.

As inscrições devem ser feitas até 19 de setembro pelo site http://www.nc.ufpr.br. A taxa é de R$ 80.

A prova de conhecimentos gerais será no dia 13 de novembro.

Além do concurso vestibular, os candidatos farão exame de capacidade física, exames de sanidade física e mental e prova social.

As datas das provas de habilidades específicas, a serem realizadas no âmbito da PM-PR, serão divulgadas no site http://www.nc.ufpr.br, por meio de editais próprios, após a divulgação do resultado final do concurso vestibular da UFPR.

 

Polícia Militar do Estado de São Paulo 

A Polícia Militar do Estado de São Paulo abriu concurso para 2.663 vagas para o serviço auxiliar voluntário, os chamados policiais temporários. O cargo é de nível fundamental. Os policiais irão prestar serviço pelo prazo de um ano, podendo ser prorrogado por, no máximo, igual período. Os postos são na cidade de São Paulo, região metropolitana e interior do Estado (a lista completa está no anexo E do edital).

A remuneração é de dois salários mínimos, o que equivale a R$ 1.090 (veja aqui o edital). 

Entre os requisitos para posse estão ter entre 18 e 23 anos, ter concluído o ensino fundamental ou equivalente, ter aptidão física comprovada por testes físicos realizados na Polícia Militar, estar em situação de desemprego, não ser beneficiário de qualquer outro programa assistencial e não haver outro beneficiário do Serviço Auxiliar Voluntário (SAV) na família.

A inscrição pode ser efetuada até as 16h de 2 de setembro de 2011, através do site http://www.vunesp.com.br. A taxa de inscrição é de R$ 20.

O processo seletivo será composto de prova escrita, prova de condicionamento físico, investigação social e análise de documentos.

A prova escrita será aplicada dia 16 de outubro, às 14h, nas cidades de Araçatuba; Araraquara; Bauru; Campinas; Ourinhos; Osasco; Piracicaba; Presidente Prudente; Registro; Ribeirão Preto; Santo André; Santos; São José do Rio Preto; São José dos Campos; São Paulo e Sorocaba. O candidato deverá, no ato da inscrição, optar por um dos municípios para realização da prova.

A prova terá três horas de duração e será composta de questões de língua portuguesa, matemática e conhecimentos gerais.

 

Polícia Civil de Minas Gerais

A Polícia Civil de Minas Gerais abriu dois concursos: um para 144 vagas de delegado de polícia, cujo salário é de R$ 5.716,87; e 205 para escrivão, cuja remuneração é de R$ 2.041,72 (veja aqui os editais). 

Delegado

As vagas serão divididas entre os Departamentos de Polícia Civil localizados em Juiz de Fora, Uberaba, Lavras, Divinópolis, Governador Valadares, Uberlândia, Patos de Minas, Montes Claros, Ipatinga, Barbacena, Curvelo, Teófilo Otoni, Unaí, Pouso Alegre e Poços de Caldas. O candidato deve ter curso superior em direito.

O concurso terá prova objetiva, prova discursiva, prova oral, avaliação psicológica, exames biomédicos e biofísicos, provas de títulos, investigação social e curso de formação policial.

Escrivão

As vagas são para os Departamentos de Polícia Civil localizados em Juiz de Fora, Uberaba, Lavras, Divinópolis, Governador Valadares, Uberlândia, Patos de Minas, Montes Claros, Ipatinga, Barbacena, Curvelo, Teófilo Otoni, Unaí, Pouso Alegre e Poços de Caldas. O candidato deve ter nível superior em qualquer área.

O concurso terá prova objetiva, prova de digitação, avaliação psicológica, exames biomédicos e biofísicos, investigação social e curso de formação policial.

Inscrições e provas

As inscrições poderão ser feitas das 9h de 27 de setembro até as 23h de 26 de outubro no site http://www.acadepol.mg.gov.br. A taxa é de R$ 114,33 para delegado e de R$ 40,83 para escrivão.

O candidato que não tiver acesso à internet poderá comparecer à sede da Acadepol, na Rua Oscar Negrão de Lima, nº 200, Bairro Nova Gameleira, em Belo Horizonte, das 9h às 17h, e no interior, nas sedes das Delegacias Regionais de Polícia Civil, nos endereços constantes no Anexo III do edital.

A prova objetiva será realizada exclusivamente na cidade de Belo Horizonte, no dia 27 de novembro, às 8h para escrivão e às 14h para delegado.

Polícia Militar de Minas Gerais

A Polícia Militar de Minas Gerais abriu concurso para 308 vagas em cargos de nível médio e superior na área da educação para os cargos de assistente administrativo, professor de educação básica e especialista em educação básica (veja aqui o edital). 

Os cargos são de assistente administrativo (R$ 911,98); especialista em educação básica – orientação educacional e supervisão pedagógica; professor de educação básica (anos iniciais do ensino fundamental, ciências/biologia, educação física, física, geografia, história, inglês, língua portuguesa, matemática e química) – os dois últimos cargos têm salário de R$ 1.320,00.

As vagas são para unidades do Colégio Tiradentes da Polícia Militar.

As inscrições devem ser feitas das 10h de 20 de setembro às 14h de 19 de outubro pelo site http://www.concursosfcc.com.br.

A taxa será de R$ 47,41 para especialista em educação básica e professor de educação básica e de R$ 37,41 para assistente administrativo.

A aplicação da prova objetiva está prevista para o dia 8 de janeiro de 2012, com duração de quatro horas e será realizada no estado de Minas Gerais, nas cidades sedes das Unidades do Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais constantes do Anexo II. Haverá ainda prova de títulos.

Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais abriu três concursos para 83 vagas em cargos de nível médio, técnico e superior. São 20 vagas para o quadro de oficiais de saúde, 43 para oficiais bombeiros militares e 20 para praças especialistas para cursos de formação que começam em 2012 (veja aqui os editais). 

Oficiais de saúde

Para o quadro de oficiais de saúde são 5 vagas para cirurgião dentista, 5 para psicólogos e 10 vagas para médicos. Os candidatos, de ambos os sexos, devem possuir curso superior completo e idade entre 18 e 35 anos. O salário é de R$ 4.421,11.

As vagas são para Divinópolis, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Uberaba, Juiz de Fora, Governador Valadares e Varginha.

O processo seletivo terá prova objetiva e de redação, prova prático-oral, de títulos, exames de saúde e psicológico e teste de avaliação física. As provas objetivas e de redação serão em 11 de dezembro.

Bombeiro

Para o quadro de oficial bombeiro militar são 38 vagas para o sexo masculino e 5 para o sexo feminino. Os candidatos devem ter concluído ensino médio, ter no mínimo 18 anos e no máximo 30 anos de idade e altura mínima de 1,60 m.

O ingresso do candidato aprovado e convocado será realizado na graduação de praça especial, como cadete do primeiro ano do curso de formação, com vencimento inicial de R$ 2.874,19. O curso funcionará na Academia de Bombeiros Militar (ABM), com duração de quatro anos.

Haverá prova objetiva e prova de redação, exames de saúde e exame psicológico e teste de avaliação física. As provas objetivas e de redação serão em 11 de dezembro.

Praças especialistas

No quadro de praças especialistas as vagas são para auxiliar de saúde bucal, técnico de saúde bucal e técnico de enfermagem, para ambos os sexos. Os aprovados farão Curso de Formação de Soldados.

As vagas são para Divinópolis, Uberaba, Região Metropolitana de Belo Horizonte e Varginha.

Os candidatos devem ter no mínimo 18 e no máximo 30 anos, curso de nível técnico na área pretendida e altura mínima de 1,60 m. O vencimento inicial será de R$ 1.746,80.

O concurso terá prova objetiva e prova de redação, prova prática-oral, exames de saúde preliminares e complementares e exame psicológico e teste de avaliação física. As provas objetivas e de redação serão em 11 de dezembro.

Inscrições

As inscrições serão feitas pelo site http://www.fumarc.com.br, de 8 a 30 de outubro. As taxas são de R$ 80 para praças especialistas, de R$ 110 para oficiais bombeiros e de R$ 120 para oficiais de saúde.

Fonte:http://eptv.globo.com/ribeiraopreto/mobile/empregos/MOB,2,2,365041,Concursos+publicos+na+area+policial+oferecem+35+mil+vagas.aspx

 

Quadrilhas estão agindo em treinamento para furtos a bancos.

Agência do Santander Distrito Industrial

A Grande Cuiabá convive atualmente com pelo menos sete tipos de quadrilhas, cada uma especializada em um tipo de crime. Os alvos são caixas eletrônicos simples, caixas eletrônicos com uso explosivos, postos de combustíveis, farmácias, mercados, saidinhas de banco e grandes empresas. Em alguns casos de assaltos, como a postos, drogarias, mercados e saidinhas e bancos, por exemplo, são mais de uma quadrilha agindo. Uma das mais violentas, que segundo admite a Polícia, pode ser a mesma em todos os casos, no entanto, age em assaltos com arrombamentos de caixas eletrônicos usando dinamites.

Oito caixas eletrônicos já foram implodidos no espaço de um mês. Foram cinco casos em Cuiabá; umem Várzea Grande, um na Baixada Cuiabana (Poconé) e um no interior: Paranatinga”. O último caso de explosão a um caixa eletrônico aconteceu nesta madrugada, em Cuiabá.

Agora os assaltos seguidos de arrombamentos à caixas eletrônicos simples. Ou seja, com o uso de maçarico, segundo dados do Sindicato dos Bancários, 66 caixas eletrônicos já foram alvos de bandidos.

Para o delegado Flávio Springueta, titular do Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO), um departamento de elite da Polícia Civil, pelo menos uma quadrilha, justamente a que vem explodindo caixas eletrônicos desde o final do mês de julho pode ser a mesma em todos os casos.

“Não temos certeza, até porque ainda não identificamos nenhum dos bandidos, mas há chances de ser a mesma quadrilha em todas as explosões de caixas eletrônicos é muito grande. Se for será melhor para as nossas investigações”, comentou Springueta.

Sem se importar com os locais, mesmo os mais movimentados e mais vigiados, a quadrilha que pode ser de outro Estado conseguiu roubar R$ 113 mil com muita facilidade dos caixas eletrônicos instalados dentro da Secretaria Municipal de Transportes Urbanos (SMTU, no bairro do Porto, onde até uma parede veio abaixo com o forte impacto da explosão, a quadrilha tentou dinamintar outro caixa eletrônico no pátio da Prefeitura de Várzea Grande (Grande Cuiabá). Não deu. Mal colocadas, as dinamintes não explodiram e o assalto foi “abortado” com a chegada da Polícia. Na madrugada desta quinta-feira (25) no entanto, mais dois caixas eletrônicos instalados na estrada da agência do Banco Santander, no Distrito Industrial, na BR-364, na saída de Cuiabá foram destruídos com dinamites.

A direção do banco não informou o montante de dinheiro roubado. Há indícios, no entanto, que a quadrilha teria voltado a errar na colocação das bananas de dinamintes e, apesar da destruição dos caixas e do local, deixando um grande rastro de destruição do imóvel, em apenas um caixa tinha dinheiro. O outro estaria apenas com envelopes de depósitos bancários. Pouca coisa.

“Nós dá a impressão de que essa quadrilha ainda não está sabendo usar as dinamites. Por isso em alguns casos os banidos não tem conseguido levar o dinheiro, apesar das explosões. Só que esses erros são bastantes perigosos e podem ferir ou até matar alguém”, concluiu o delegado do GCCO.

IMPLOSÃO


Mais de R$ 100 mil roubados

Sem Polícia, os bandidos agiram à vontade. Passaram mais de duas horas no local. Explodiram os caixas e saíram tranquilamente. As cenas se reperiram pela quinta vez em menos de um mês apenas na Capital

A mesma quadrilha especialista em roubos e arrombamentos de caixas eletrônicos com uso de explosivos voltou a agir e roubou todo o dinheiro: R$ 113 mil.  Armados, oito assaltos, possivelmente os mesmos em todos os casos, segundo avaliação da própria Polícia,  invadiram a sede da Secretaria Municipal de  Transportes Urbanos (SMTU), localizada na Rua 13 de Junho, no bairro do Porto, área central de Cuiabá.

Os caixas eletrônicos de Banco Santander foram totalmente destruídos pelo forte impacto das explosões. “As explosão foram tão fortes, que destruíram até as  paredes da sala onde fica o caixa eletrônicos”, afirmou um policial militar na manhã deste sábado.

Foi o sexto caso de roubos com arrombamento com uso de explosivos, mas o ano de 2011 já contabiliza mais de 35 casos de arrombamentos a caixas eletrônicos sem o uso de dinamites.

O roubo seguido de arrombamento será investigado por policiais do Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO). Peritos da Perícia Oficial do Estado (Politec) fizeram análises no local.

A Polícia Militar fez rondas pela região central, mas não conseguiu pistas do bando. As investigações  do GCCO só vão começar após o final da greve de investigadores e escrivães da Polícia Civil.

NÃO DEU


Erro

O sétimo caso de explosão de um caixa eletrônico, o segundo nas últimas 72 horas ao mesmo banco, o Santander, foi “abortado” e acabou não acontecendo devido uma falha na colocação dos explosivos dentro do caixa localizado no pátio da Prefeitura Municipal de Várzea Grande (Grande Cuiabá).

O alarme do Santander foi acionado por volta das 4h5o da madrugada desta terça-feira (23), mas quando policiais militares do 4º Batalhão de Várzea Grande chegaram ao local os bandidos já haviam fugido.

A eminência de uma grande explosão mobilizou pelo menos oito policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope), especializados em desarme de explosivos. As bananas de dinamites capazes de causar uma grande tragédia foram desativadas.

Além dos homens do Esquadrão Anti-Bombas do Bope, outros seis policiais do grupo de elite denominado de Força Tática do 4º Batalhão também fizeram a segurança do local até a chegada dos peritos da Perícia Oficial (Politec).

A Polícia Militar fez rondas pela região, mas não conseguiu pistas dos bandidos que teriam fugido em dois carros em direção à Capela do Piçarrão. Até o momento ninguém foi preso.

ROTINA


Bando amarra seguranças e rouba mais de meio milhão pela 3ª vez

Sabendo da falta de segurança no Estado e recebendo informações privilegiadas, uma quadrilha agiu pela terceira vez em em 45 dias à mesma empresa que já acumula um prejuízo de mais de R$ 500 mil. Desta vez cinco cofres foram arrombados e esvaziados

Cinco cofres arrombados e vazios. Mais de R$ 230 mil roubados por uma quadrilha formada por pelo menos oito assaltantes, a maioria com armas pesadas. Agora a empresa já acumula um prejuízo de mais de R$ 500 mil que foram “transferidos” para as mãos de bandidos nos últimos 45 dias. Todos os assaltos foram filmados, mas a Polícia ainda não prendeu ninguém.

No primeiro roubo no dia sete de julho deste ano, mais de 20 ligações telefônicas foram feitas para o Centro de Operações da Polícia Militar pedindo ajuda, mas nenhuma viatura da PM foi enviada ao local.

O segundo roubo, uma espécie de replay do primeiro, aconteceu na madrugada da última quinta-feira para sexta-feira (20). Menos de 48 horas depois os bandidos voltaram a atacar e deixaram cinco cofres arrombados e vazios.

A Polícia não confirma, mas também não descarta até porque não esta investigando nada devido a greve da Polícia Civil, que os três últimos roubos em menos de 45 dias foram praticados por um mesmo bando dentro da Distribuidora de Bebidas Colorado (Discol).

O novo roubo à sede da Discol localizada no bairro do Ipase, área central de Várzea Grande (Grande Cuiabá), só foi descoberto quando os funcionários chegaram para mais um dia de trabalho.

“No primeiro roubo no dia sete do mês passado nós fizemos 23 ligações para o Centro Integrado de Ocorrências e Segurança Pública (Ciosp), mas nenhuma viatura da PM apareceu aqui para nos ajudar. Esse foi o terceiro assalto em 45 dias e ninguém está fazendo nada, como se nós não pagássemos nossos impostos religiosamente”, desabafou um funcionário da Discol.

Para o dono da empresa, uma das mais atuantes de Várzea Grande, os bandidos foram ao local com informações privilegiadas.  “Quem entrou as três vezes, com certeza sabe como a empresa funciona e onde ficavam os cofres”, lamentou o empresário Mauro Carvalho Júnior, diretor-presidente da Discol.

Fonte: http://www.24horasnews.com.br/index.php?tipo=ler&mat=382357

Novidades em equipamentos policiais.

Feira de segurança no Rio apresenta inovações para a área, como primeira arma elétrica nacional e polar para operações de resgate.
Parece coisa de James Bond, mas não é. Os policiais do futuro próximo terão à disposição botas à prova de balas, computador portátil na cabeça acionado por voz e pistolas elétricas brasileiras.
Um grupo de resgate e retomada poderá ter os movimentos monitorados por uma espécie de polar, que medirá respiração, batimentos cardíacos e mostrará até se o policial caiu no chão, possivelmente vítima de tiro. O treinamento de abordagem e tiro poderá ser virtual, com cada policial treinando sozinho em um software interativo e com tiro ao alvo a laser. Até o confronto real pode ser treinado, com as armas adaptadas a laser e coletes com sensores.
Muitos desses aparatos já existem mundo afora, mas ainda não são usados maciçamente no Brasil. Outros são novidades, como as botas balísticas ou os computadores de cabeça. Equipamentos do gênero, exclusivos ou não da área de segurança ou de Defesa, foram apresentados por fornecedores na Interseg, feira de segurança no Riocentro.
Tiros de pistola não furam bota balística, pioneira mundial
A partir do ano que vem, policiais brasileiros poderão usar além de coletes, botas à prova de balas. A paranaense Guartelá concluiu os testes de campo da “Shell” e espera a aprovação do Exército para começar a comercializar as botas, que resistem a tiros de pistola calibre .40, .380 e revólveres .38. O material que reveste o modelo é o kevlar, semelhante ao de coletes.
“Uma das dificuldades dos policiais que atuam em operações é que têm as partes vitais protegidas, mas expõem o pé. Se atingidos por um disparo, perdem uma essencial articulação do corpo, o tornozelo, e têm de sair de combate, comprometendo a equipe e um resgate”, explica Luiz Fernando Malta, sócio da empresa de 130 funcionários e 80 mil pares por ano.
É a primeira do gênero no mundo e levou cerca de dois anos, entre concepção original e testes. Existe uma bota de Cingapura resistente a explosões de minas terrestres, mas nenhuma à prova de balas. A Shell tem proteção balística nas laterais, de pouco antes do bico – para não perder a área de flexão – até a articulação dos tornozelos. A sola é feita de material anti-perfuro, que impede a entrada de objetos pontiagudos. Uma vez aprovado pelo Exército, o modelo deve custar entre R$ 500 e R$ 600 no mercado.
Especializada em “botas táticas de alta performance”, a Guartelá também lançou na Interseg modelo especial para pilotos de helicóptero e profissionais de resgate em aeronaves, com couro anti-chamas e reforço no tornozelo, a “High Fly Fire. “Os pilotos se preocupavam com o macacão anti-chamas, mas se esqueciam dos pés. A tripulação precisa fazer socorros e saltos de 2 metros ou 3 metros de altura. Muitas vezes se machucam ao cair, torcendo o tornozelo”, explica Luiz Fernando. A Guartelá conta ainda com calçados especiais para bombeiros, com solado resistente a 1200ºC, couro anti-chamas e impermeável.
Computador portátil usado na cabeça
A Motorola está lançando um computador portátil de cabeça com tela, para o profissional de segurança – ou de outras áreas que não possa ficar com as mãos ocupadas. O head-mounted computer é um equipamento pequeno e leve, que parece um fone de ouvido de operadores de telemarketing acrescentado de um óculo, que contém o computador, que fica atrás da cabeça. Os comandos são dados por voz, e as telas – semelhantes às de um iPhone – vão mudando de acordo com a ordem.
“A tela pode parecer pequena, mas a imagem da tela é curvada, com lente de aumento e dá a sensação de ser uma tela de 15 polegadas”, explica o engenheiro Carlos Augusto Levy.
Pela tela, é possível a um operador de trânsito ver câmeras da companhia de tráfego para saber como está o movimento de veículos. Basta dizer o número da câmera, que o vídeo se abre. Isso vale também para documentos e fotos.
O computador aceita pendrive e pode receber informação via Bluetooth e internet sem fio, via banda larga, e a bateria, semelhante à de telefones celulares, dura de 4h a 5h. “Dá mobilidade, agilidade na tomada de decisões, com maior qualidade”, disse Levy, que desenvolveu no Brasil o aplicativo de vídeo – os aplicativos podem ser desenvolvidos de acordo com a demanda do cliente.
Polar para operações especiais

Outro produto da Motorola se assemelha a um polar usado por corredores sob a camisa. O aparelho envia os sinais vitais da pessoa, como respiração, batimentos cardíacos, mostra a posição do corpo – se em pé ou deitada, por exemplo.
Em uma operação policial de resgate de reféns, por exemplo, o comandante pode saber se o seu policial foi baleado em um ambiente fechado, vendo na tela do computador uma seta deitada. A tela de computador do comando pode ter os dados de toda a equipe monitorada.
“Ao perceber a queda de um agente, é possível disparar a ambulância e socorro”, disse o presidente da Motorola Solutions no Brasil, Eduardo Stefano.
Os sinais são emitidos por um Bluetooth acoplado ao radiotransmissor, ligado por fio a um “modem” colocado no colete do policial. Se acontece algo diferente do normal, a cor muda do verde para o vermelho. Os equipamentos se comunicam entre si, mas para mandar mensagens para um computador distante, é preciso ter disponível uma rede wireless local.
Arma elétrica tem mira a laser e memória com hora dos disparos
A Condor, empresa de tecnologias não-letais, está lançando a Spark, primeira arma elétrica brasileira, que só depende agora da aprovação do Exército. O “dispositivo elétrico incapacitante” é o terceiro do gênero no mundo – as outras são a mais “Taser” e a Karbon, da Karbon Arms.
“Nossa arma usa menos energia no indivíduo, preservando o risco de fibrilação. A intensidade do choque e a amperagem são menores do que as da concorrência, o que reduz o risco de letalidade”, afirmou Vilson Tolfo, diretor da Condor.
A arma elétrica pode ser disparada a uma distância entre 4 metros e 8 metros, com mira a laser. São lançados dois dardos, presos à arma por um fio condutor da corrente, que causa o choque. A Spark conta ainda com um dispositivo de memória digital interna, com a hora e data dos disparos.
A Cientistas investe na “inteligência artificial” para treinar policiais e vigilantes em abordagens com respeito a direitos humanos. A empresa desenvolveu um software interativo que permite o treinamento e prática de comandos e uso progressivo da força entre alunos e suspeitos virtuais. É um sistema portátil com cenários 3D que pode ser instalado em uma área pequena, de ao menos 3 metros x 3 metros.
“Não precisamos de Rambos, mas de policiais que saibam verbalizar ordens e respeitem os direitos humanos”, disse Paulo Guerra, gerente de negócios da Cientistas.
Fonte: Último Segundo