Polícia Civil acaba com os CISCs e reativa delegacia.

Cinco anos após ser concebido para resolver todos os problemas de segurança pública, os Centros de Segurança Pública e de Cidadania, os Ciscs da Capital, são sepultados sem deixar saudades.

A partir desta sexta-feira (25), o Cisc do Verdão será transformado na Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos (Derrf) da Capital. Com oito delegados e dezenas de policias, a Delegacia terá como um dos desafios desarticular as quadrilhas que agem em Cuiabá.

“Vamos atuar exclusivamente nos crimes de roubo e também de furtos em toda a Cuiabá. Saberemos quais quadrilhas agem em quais bairros porque será um trabalho centralizado”, destaca o delegado Roberto Amorim, titular da Derrf.

Já estão trabalhando outros seis delegados – Elaine Oliveira, Francisco Kunze, Juliana Palhares, Carlos Américo Marchi e Richard Damasceno – faltando dois a serem transferidos.

A nova Delegacia é conhecida como “Delegacia do Silval”, pois trata-se de uma exigência do Governador Silval Barbosa junto a Polícia Civil para diminuir o índice de violência na Capital, segundo alguns diretores.

Numa próxima etapa, o Cisc do Planalto será transformado na Delegacia Especializada de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes, que volta a ser reativada, além do Plantão Metropolitano. O Cisc do Coxipó, por sua vez, será a Delegacia de Delitos de Trânsito.

Criados em 2005, os Ciscs nasceram como a redenção para resolver os problemas da Polícia Civil. O projeto inicial previa a desativação de todas as especializadas e contaria com uma unidade do Corpo de Bombeiros, Instituto de Identificação e até exames de lesão corporal, que seria feito por um médico do IML.

“O Cisc surgiu para investigar tudo, todas as naturezas de crime. Com o tempo, a Polícia Civil descobriu que não se investigava nada”, observou um delegado.

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Em protesto, políciais federais boicotam exercício militar na fronteira de MT.

Todo o efetivo da Delegacia de Policia Federal em Cáceres, região Oeste de Mato Grosso, inicia nesta quinta-feira, 24, a chamada “Operação Padrão”, no posto da Policia Rodoviária Federal, situado no KM 06 da BR 174, rodovia localizada próximo ao setor urbano de Cáceres e que liga o estado a Republica da Bolivia e a região Norte do pais.

A área  em que os policiais federais farão bloqueio, tem uma movimentação diária de cerca de 8 mil veículos pesados, segundo dados da Balança, do Departamento Nacional de Infra Estrutura e Transportes (DNIT) – não incluindo carros de passeio. Essa operação ocorre exatamente quando a na fronteira tropas federais realizam um dos maiores exercícios com mais de 2 mil homens de diferentes batalhões do pais e até Fuzileiros Navais da Marinha.

De acordo com a coordenação do movimento, a intenção é chamar a atenção do Ministério da Justiça quanto a precariedade da instituição na região de fronteira.  “O Governo Federal estaria destinando de maneira equivocada os recursos para operações na área que faz divisa com um dos países apontados em estudos entre os maiores produtores de cocaína, no caso da Bolivia” – disse uma fonte policial.

Os agentes alegam falta de sintonia com a chamada “Força Nacional” tratada por eles como “uma Policia inventada”. Os agentes alegam ainda a falta de critérios para transferências de Cáceres para outras regiões, além de um numero reduzido de policiais e escrivães para atender a demanda. Os policiais lembram que o trabalho não se restringe apenas a fiscalização de entrada de entorpecentes. Entre outras, a Policia Federal na região tem a responsabilidade do controle de entrada e saída de estrangeiros, apuração de crimes ambientais, notadamente em áreas indígenas como de Pontes Lacerda, Nova Lacerda e Comodoro que estão distante de Cáceres a mais de 600 quilômetros as aldeias.

Outra função da PF a investigação de crimes contra o sistema financeiro. Para se ter uma idéia melhor, na cidade todos os 30 terminais eletrônicos bancários, até mesmo do Poder Judiciário acuados por quadrilhas que utilizam explosivos acabaram sendo desativados. O resultado foi um desastre no sistema bancário da cidade. Das ações eficientes contra os bandos dos “caixas eletrônicos” tem apenas o efetivo da Policia Militar para combatê-los.

Os federais alegam que existem apenas 40 agentes para atender toda a missão da PF em toda a região Oeste de Mato Grosso que engloba além de Cáceres outros 23 municípios, até a divisa com o estado de Rondônia.
Ao lado da delegacia, uma obra inacabada orçada em R$ 16 milhões, cuja empreiteira “anoiteceu e não amanheceu”, há 2 anos. Informações não oficiais dão conta que a PF estaria tentando colocar homens do Exercito Brasileiro para concluir a obra.

Há também em Cáceres denuncias de que pelo menos três policiais federais estariam se valendo dos distintivos para “bagunçar festas” de estudantes da Unemat e ainda estariam dando carteiradas em boates da cidade, aonde freqüentam as baladas exibindo armas na cintura. Nessa situação, ressaltam as denúncias, que homens da “Força Nacional” seguem o mesmo padrão.

Fonte: http://www.24horasnews.com.br/index.php?tipo=ler&mat=394425

Emanuel Pinheiro aposta em Programa “Anjo da Guarda”

O presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo a Criança, ao Adolescente e ao Idoso, deputado Emanuel Pinheiro (PR), quer instituir em Mato Grosso Programa “Anjo da Guarda”, nas escolas estaduais.

Pinheiro explica que o projeto de lei já está em tramitação na Assembleia Legislativa e se aprovado vai ser desenvolvido e administrado pela Polícia Militar (PM), com caráter social, tendo como público alvo crianças e adolescentes do Ensino Fundamental e Médio, que fazem parte da Rede Pública Estadual de Ensino e entidades parceiras.

“A PM tem entre seus objetivos, zelar pelos direitos e bem estar dos cidadãos, visa com este projeto propiciar às crianças a oportunidade de refletir sobre a vida, suas atitudes, suas escolhas, possibilitando a troca de experiências pessoais e de relacionamentos, e que isso possa favorecer a convivência familiar, escolar e social”, apontou o deputado.

Segundo o parlamentar o objetivo é apresentar informações sobre temas que envolvam a vida individual, familiar e social das crianças e adolescentes, oferecendo-lhes oportunidade de reflexão, construção ou reconstrução de valores e adequação de comportamentos, auxiliando na formação de crianças conscientes e multiplicadoras.

O presidente salientou que o crescimento social interfere diretamente na qualidade de vida dos cidadãos. “Muitos dos valores necessários para o desenvolvimento integral às crianças são distorcidos, não só pelo fator econômico como também, e principalmente, pelas relações sociais desestruturadas que se iniciam na família”, salientou.

Diante disso, o deputado afirma que essas crianças apresentam comportamentos preocupantes como falta de interesse em se socializar, dificuldades de aprendizagem, agressividades, busca pela droga, entre outros.

Emanuel Pinheiro citou como exemplo positivo, o município de Birigui (SP), onde o projeto já é lei e alcança muitas crianças, trazendo reflexão e adequação de comportamentos das crianças atendidas, através do acesso a informação segura, visando melhorar o convívio familiar, prevenção às drogas e cidadania.

O presidente da comissão finalizou dizendo, “é preciso cuidar das crianças de hoje para não remediar os adultos de amanhã”.

PMs entram em greve e tomam a Assembleia Legislativa do Maranhão.

Após a categoria decretar, na noite de quarta-feira, 23, greve por tempo indeterminado, centenas de policiais militares e bombeiros decidiram tomar a Assembleia Legislativa do Maranhão e prometem deixar o local somente quando a governadora Roseana Sarney fizer um acordo com o movimento grevista e deixar claro que irá aceitar as reivindicações dos policiais.

São cerca de 7,5 mil militares em todo o estado. Eles querem aumento salarial de 30%, porcentual referente a perdas dos últimos três anos. Entre outros itens na lista de reivindicações estão: modificações de critérios de promoção e reorganização do quadro de oficiais, implementação de jornada de trabalho de 44 horas semanais e eleição do Comandante Geral da Polícia Militar.

A Força Nacional deve fazer o policiamento ostensivo no estado durante a paralisação da PM. Nesta manhã, por volta das 9 horas, os grevistas esperam conversar com os deputados da base do governo na casa parlamentar para iniciar o processo de negociação.

Heróis e bandidos.

Para os gregos, os heróis eram vistos como semideuses, seres de posição intermediária entre deuses e homens e, normalmente, as nações os têm definido em função dos seus feitos e qualidades nobres que os tornam vultos históricos.
“Triste da nação que não tem heróis… Não, triste da nação que precisa de heróis…”, já disse Bertolt Brecht, numa de suas clássicas peças, sobre o mito de Galileu Galilei. Mas como cada povo tem e reconhece os seus heróis, atualmente, a mídia se incumbiu de construir um conceito de heroísmo mais humano, possível de ser atribuído a pessoas comuns que suportam exemplarmente um destino incomum, ou que arriscam sua vida abnegadamente pelo seu dever ou pelo próximo.
É curioso como, ao contrário do que ocorre entre nós, em vários países é fácil encontrar heróis e, mais do que isso, cultuá-los. Não é sem sentido que o jornalista Fernando Secco nos perquire sobre o que acontece com a gente: “Somos bons demais para ter heróis ou o que falta mesmo são bons exemplos?”
Nessa lógica, a cultura literária e cinematográfica ocidental é pródiga em referências a atuações de integrantes de organizações policiais de primeira linha, a exemplo da Interpol inglesa e do FBI americano, especialmente em filmes e seriados de televisão, onde as tropas de elite policiais têm como missão básica: intervir em situações em que os agentes da lei convencionais não dão conta.
Esta remissão trazendo uma marca de nacionalismo deixa claro que, na cultura anglo-americana, polícia é polícia, bandido é bandido. E os policiais são heróis, com poucas exceções. Mas a fórmula americana não funciona no Brasil porque aqui a população tem uma visão menos heroica e muito diferente da sua polícia.
Nesse contexto, o que explica o sucesso de filmes como Tropa de Elite é o mostrar a ambiguidade da polícia em um universo macunaímico onde não há lugar para o maniqueísmo. Não existem o mal completo nem o bem completo, numa fórmula bem parecida com a do sucesso político baseado no rouba, mas faz.
É lógico e natural que, com o sucesso de Tropa de Elite nos cinemas, em tempos de UPPs, seja inevitável pensar-se no Capitão Nascimento, aquele personagem que, depois que meteu o pé na porta, abriu a passagem para que os policiais brasileiros, também, passassem a ser vistos como heróis e o Bope se transformasse na principal referência de polícia neste país.
Mas, como a polícia não se resume às unidades de operações especiais e os dramas cotidianos da violência não envolvem apenas a elite da tropa e as megaoperações contra o tráfico nas favelas do morro do Alemão ou da Rocinha, não podemos nos esquecer de que, amados ou não, há outros policiais que, também, são heróis. Heróis do cotidiano, que arriscam suas vidas para salvar outras vidas, ainda que sem o reconhecimento midiático, social e corporativo.
Historicamente desvalorizados e ocultos, precisando às vezes derramar o próprio sangue para arriscar serem lembrados e entendidos em seu heroísmo, os policiais brasileiros não poderiam ser midiatizados, através das perseguições policiais mirabolantes ou pelas grandes viradas das investigações provocadas por perícias com equipamentos ultramodernos, simplesmente porque tal fórmula não funcionaria num país onde os carros de polícia mal andam e a polícia técnica tem poucos recursos.
Como nos mostram os jornalistas Nelito Fernandes e Mariana Lucena, a volta do heroísmo da polícia na televisão brasileira  jamais poderia se dar nos mesmos moldes do nosso vigilante rodoviário Carlos e o seu fiel cão Lobo. Hoje, mesmo com métodos que estão à margem da lei, recorrendo a práticas ilegais, como a tortura e a execução de criminosos, sejam policiais ou não, filmes como Tropa de Elite I e II e séries como Força Tarefa, 9mm: São Paulo e A lei e o crime, mostram os dois lados da polícia que, em última análise, retratam, em cenas cruéis e duras,  a verdade sobre a condição humana, denunciada por Freud em Totem e Tabu.
Se, freudianamente falando, a humanidade nasce de um assassinato e o crime é fundador, não há como a violência não estar no âmago do humano, cada um de nós carregando em si o germe da guerra civil, sendo lógica a conclusão de que, ao mesmo tempo em que existem policiais corruptos, também existem aqueles que combatem a corrupção, tal e qual o que vemos na vida real, no cinema, nos jornais e na televisão.
Cansados e vazios, agitados e violentos, vivemos um tempo sem futuro, onde fica mais fácil entender Bertolt Brecht: Triste é a Nação, triste é o País que precisa de heróis. Porém, mais triste e indigno ainda é aquele que não os HONRA!
Fonte: Site A Queima Roupa

IBOPE realiza pesquisa sobre panorama policial brasileiro.

O IBOPE publicou uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional das Indústrias, onde a população brasileira foi consultada sobre o panorama da segurança pública no Brasil. Apenas 12% dos entrevistados na pesquisa consideraram a situação da segurança pública no Brasil boa (11%) ou ótima (1%). Os problemas a se enfrentar para que o contexto seja alterado, segundo a pesquisa, são os seguintes:

E as polícias? Quais medidas adotar para que sua atuação seja melhorada, já que apenas 34% dos entrevistados consideram a atuação das polícias militares boa/ótima e 35% vêem na mesma situação as polícias civis – índice que coloca PM’s e PC’s no mesmo patamar de simpatia. Segundo a pesquisa, o aumento salarial é a primeira medida a ser adotada para modificação da conjuntura:
Veja a pesquisa no site IBOPE:

Fonte: Site Associação Oficiais da Bahia

Projeto amplia fonte de recursos para a segurança pública.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1360/11, do deputado Rodrigo de Castro (PSDB-MG), que amplia as fontes de recursos e itens de cobertura do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), destinando parte dos recursos aos municípios para aplicação direta em projetos locais de segurança pública.
A proposta inclui entre os recursos do FNSP os resultantes do confisco de bens apreendidos em decorrência dos crimes de tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins e de “lavagem” ou ocultação de bens e valores e 2% da arrecadação total dos concursos de prognósticos das loterias federais.
Repasse a municípios
Pela proposta, pelo menos 30% dos recursos do FNSP deverão ser repassados aos estados para distribuição aos municípios, na proporção do número de seus habitantes, especificamente para custeio de projetos.
“O município é a realidade concreta da Federação, onde estão os problemas e onde, por lógica, devem estar as soluções. E, nesse sentido, a medida mostra-se desconcentradora de poder e descentralizadora de ações”, afirma o autor.
Tramitação
A matéria tramita em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
FONTE: Redação – Ag. Câmara

Carta aos pais: um combate às drogas

Lair Ribeiro

As drogas estão em todo lugar e podem estar mais perto de você e de sua família do que você imagina. E quem pensa que está livre de ser surpreendido pelo fantasma das drogas, recomendo muita atenção, pois esse tipo de pensamento revela ignorância e alienação quanto ao assunto, o que é uma postura extremamente perigosa.
Se você tem filhos adolescentes, saiba que eles não são mais crianças, apesar de ainda não terem maturidade suficiente para serem tratados como adultos. A adolescência é uma fase de transição, repleta de conflitos, medos, inseguranças, desejos e muita curiosidade. É nessa fase da vida que muitas coisas importantes acontecem: o primeiro beijo, a turma inseparável de amigos, as “baladas”, os namoros, a primeira relação sexual, o vestibular, a busca pela independência… É um verdadeiro ensaio para a vida adulta.
Muitos casos de dependência química começam na adolescência, com uma simples curiosidade. Na ânsia de desbravar novos mundos, o jovem pode enveredar por caminhos de conhecimento ou de degradação, como o envolvimento com drogas. A solução não é abafar a curiosidade, mas canalizá-la para outras coisas que tragam alegria e não desgraça para o curioso e toda a sua família. A falta de perspectivas de vida também pode levar o jovem a procurar envolvimento com drogas. Nesse cenário, atitudes inconseqüentes e irracionais podem levar muitos adolescentes a situações de perigo real.
A necessidade de pertencer a um grupo torna os jovens muito suscetíveis a influência exercida por amigos, colegas e, até mesmo, por seus ídolos. A longo prazo, o jovem será como aqueles com quem ele convive; portanto, é fundamental saber com quem seus filhos estão se socializando. Se algum de seus filhos estiver envolvido com drogas, sua principal arma deverá ser sempre o diálogo. Nem pense em atitudes radicais, como punições, castigos, surras ou expulsá-lo de casa… Se seu filho tornou-se vítima das drogas, ele já deve estar muito confuso e passando por diversos problemas. Aterrorizá-lo dentro de casa lhe dará mais certeza de que as drogas são a melhor saída. Portanto,  diálogo, carinho e compreensão! Mas, atenção: compreender os problemas de seus filhos não quer dizer ser condescendente com o meio que ele encontrou para resolvê-los, que são as drogas. Médicos, psicólogos e entidades especializadas podem ser de grande ajuda.
E se esse não for o seu caso, cuide para que não venha a ser! Há muitas coisas que você pode fazer pelo bem de seus filhos e da sua família, como dedicar-lhes mais atenção. Na correria do dia-a-dia, a falta de tempo é um problema, mas problema maior é o tempo mal aproveitado. Por isso, cuide mais da qualidade que da quantidade de tempo que você passa com seus filhos. Ficar horas vendo televisão sem conversar não adianta. Se não há diálogo, como irá se estabelecer uma relação de confiança e amizade entre vocês?
Participar da vida de seus filhos e da sua família é a principal forma de identificar possíveis problemas e buscar soluções. Em famílias que dialogam, ocorre uma verdadeira troca, em que todos participam, se comprometem e ensinam uns aos outros. Pais têm muito o que ensinar a seus filhos, mas também têm muito o que aprender. Se seus filhos sentirem sinceridade nessa postura e não apenas uma estratégia, eles confiarão em você, e aceitarão mais facilmente sua influência, especialmente no que se refere a mantê-los longe das drogas.

LEI FEDERAL INTERMINISTERIAL DE NÚMERO 4226 (treinamento em dia de folga).

ESTÁ EM VIGOR A LEI FEDERAL INTERMINISTERIAL DE NÚMERO 4226, QUE TRATA DO USO DA FORÇA PELOS AGENTES DE SEGURANÇA PÚBLICA: A LEI SE REFERE AOS ÓRGÃOS FEDERAIS E FEDERADOS, CONTUDO EM SEU ART 3º SE REFERE AS FORÇAS POLICIAIS, CIVIS E CORPOS DE BOMBEIROS DOS ESTADOS PELO ART 144 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. DENTRE VÁRIAS MUDANÇAS E REPETIÇÕES DAQUILO QUE JÁ SABEMOS, NORMATIZA UM ÚNICO FATO IMPORTANTÍSSIMO DE NOSSO INTERESSE QUE É O RESPEITO ÀS FOLGAS E DESCANSO! 14. As atividades de treinamento fazem parte do trabalho rotineiro do agente de segurança pública e não deverão ser realizadas em seu horário de folga, de maneira a serem preservados os períodos de descanso, lazer e convivência sócio-familiar. BEM CLARA A LEI TRAZ AQUILO QUE ESTAMOS CANSADOS DE “ENGOLIR”!, QUE É SAIR DA SUA CASA EM DIA DE SUA FOLGA, VESTIR A FARDA E CHEGAR AO QUARTEL PARA QUE? PARA NADA! PARA ESCULTAR BALELAS DE PÉSSIMO CONTEÚDO EM QUALQUER ASPECTO. É IMPORTANTÍSSIMO QUE TODOS SAIBAM QUE AO CHEGAR NO SEU BATALHÃO, COMPANHIA, PELOTÃO, DESTACAMENTO ONDE QUER QUE SEJA E VOCÊ VERIFICAR UMA ESCALA EXTRA NO DIA DE SUA FOLGA, AQUELE QUE ASSINA EMBAIXO ESTARÁ COMETENDO UM CRIME FEDERAL NO MÍNIMO!!!!!!! ALÉM DE NOSSOS CRIMES MILITARES COMO: ABUSO DE AUTORIDADE, PREVARICAÇÃO, ABUSO DE PODER E ETC…. POIS, ESTA LEI É NOVINHA, SAIU DO FORNO AGORA E PODEM TER CERTEZA QUE TODOS OS JUÍZES E PROMOTORES EM TODOS OS TRIBUNAIS ESTÃO DE POSSE DELA, DO LADINHO DELES, PARA TE QUESTIONAR QUANTO AO CONHECIMENTO E SE POSSÍVEL O NÃO CUMPRIMENTO DA DEVIDA LEI FEDERAL. ESPERAMOS QUE A REFERIDA LEI CHEGUE RÁPIDO AO NOSSO COMANDO GERAL DA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS E QUE ASSIM NORMATIZE O QUE JÁ ESTÁ EM VIGOR, POIS COM VENDAS NOS OLHOS TODOS OS COMANDANTES VEM AGINDO INDISCRIMINADAMENTE DESCUMPRINDO O QUE É DE NOSSO DIREITO !! REPASSEMOS O MÁXIMO QUE PUDERMOS !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Tocantins – Sargento Aragão apresenta emendas que beneficiam militares.

O deputado Estadual Sargento Aragão (PPS) apresentou emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias, para que os subsídios dos militares do Tocantins não sejam inferiores ao da Polícia Militar do Distrito Federal. A propositura tem a finalidade de estabelecer subsídios justos para militares ativos, inativos e pensionistas.

A reestruturação dos subsídios é tema da Proposta de Emenda à Constituição 300/2008 que tramita no Congresso Nacional, caso a proposta do parlamentar seja acatada o Tocantins sairá na frente quanto à valorização da classe.

Além da equiparação de subsídios, outra bandeira defendida pelo Deputado Sargento Aragão é o estabelecimento da jornada de 40 horas semanais para militares e regulamentação de horas extras, já que a classe é submetida a uma jornada degradante, com escalas de trabalho excessivas.

O deputado Sargento Aragão também apresentou as seguintes emendas:
– A inclusão dos poderes legislativo e judiciário no artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias  que trata sobre a realização de concursos públicos, atentando para a autonomia dos poderes;
– A vedação de celebração, renovação ou arrendamento de aeronaves particulares já que há no Estado disponibilidade de linhas aéreas regulares para atender as demandas do Governo;
– A realização de um cronograma mensal de desembolso das emendas parlamentares, garantindo efetividade no desembolso financeiro e desatrelando a liberação dos recursos da vontade e condicionamentos do executivo;
– Sustar a celebração, renovação ou prorrogação de contratos de serviço público de caráter temporário, que não sejam expressamente autorizados por lei, como tem sido feito até a presente data em mais de quinze mil cargos, resultando, então, em ocupação ilegal de cargo público e conseqüente frustração de concursos públicos;
– A regulamentação de transferência de recursos entre governo estadual e entidades privadas com prévia autorização do legislativo.
– Garantia de previsão orçamentária para readequação dos subsídios dos militares a serem equiparados aos dos militares do Distrito Federal.

 

Fonte:  O GIRASSOL