VIATURA DE ELITE: Empresa de segurança monta protótipo de veículo para segurança ostensiva complementar em grandes eventos. Com muita tecnologia, já foi usado em jogos da Seleção Brasileira.

 (Marlos Ney Vidal/EM/DA Press)

Nas ruas a viatura chama a atenção. Trabalhada sobre um jipe da indiana Mahindra, ainda desconhecido por aqui (apesar de ser fabricado em Manaus!), o veículo passa como um importado mais raro. “Deve ser polonês”, disse o amigo que sugeriu a pauta. “O modelo foi escolhido porque é fabricado no Brasil, com aço nacional”, disse nossa fonte da POLSEC, empresa de segurança que montou este protótipo para ser demonstrado para as forças policiais brasileiras como um apoio para a segurança em eventos.
Segundo a POLSEC, a viatura tem sido usada para escoltar os últimos jogos da Seleção Brasileira de Futebol, além de veículos de autoridades. A caracterização ficou caprichada: o preto fosco plotado na carroceria e a pintura também negra das rodas contrastam com o giroflex vermelho. Os vidros traseiros mostram que ali existe um habitáculo gradeado para carregar suspeitos detidos.
BIG BROTHER
Definitivamente o forte desta viatura não está na caracterização externa, mas em vários equipamentos que auxiliam o trabalho ostensivo. Para começar existem quatro câmeras ao redor do veículo que fornecem uma visão de 360 graus. O teto também abriga uma câmera que pode ser movimentada de dentro do habitáculo, complementando a visibilidade em torno da viatura, inclusive com um poderoso zoom, capaz de visualizar a placa de um carro a muitos metros de distância. Para eventos noturnos, a câmera conta com iluminação em xênon. Existe também a possibilidade de instalar ali uma câmera com infravermelho, caso a vigilância tenha que ser discreta.

 (Marlos Ney Vidal/EM/DA Press)

As imagens podem ser vistas em duas telas voltadas para banco traseiro ou uma para o passageiro da frente. É ele que vai controlar, por meio de um manche, a câmera móvel. Todas as imagens, assim como o áudio captado dentro da viatura, ficam registradas numa caixa-preta dentro do veículo, capaz de resistir até a incêndio. Como essas imagens podem ser transmitidas em tempo real para uma central de comando e controle, existe a possibilidade de gravar esses dados em outro local.
SOM
Para não ser interceptado, o sinal de rádio é criptografado. Junto ao giroflex existe um alto-falante para se comunicar com o lado externo sem se expor. O passageiro também pode se conectar à internet usando um tablet, tendo acesso aos bancos de dados da polícia. Um equipamento que funciona à base de microfones é capaz de detectar de onde veio um disparo de arma de fogo. Um software usa esses dados sonoros e informa a origem do tiro, sua distância e direção. Ao mesmo tempo a câmera aponta para esse local, filmando e fotografando para identificar o atirador.
Fonte: POrtal Vrum.com.br

Carro da PM capota em ocorrência e policial fica ferido

Viatura da PM capotou na avenida Miguel Sutil, próximo ao Círculo Militar, em Cuiabá, quando prosseguiam para uma ocorrência na feira do Verdão. Segundo a Polícia, 3 soldados estavam no veículo Palio quando o motorista, Silva Gonçalves, perdeu o controle da direção e capotou, colidindo com os pilares de segurança de uma floricultura.

O soldado Miranda ficou ferido na perna e encaminhado ao Hospital Jardim Cuiabá. Os outros dois, Marlon e Silva Gonçalves passam bem. Os policiais se encaminhavam para uma ocorrência na feira do Verdão, onde um homem ameaçava matar um colega com um facão. Os dois foram presos e levados para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) do Planalto.

Agente da Polícia Civil é presa por assalto a banco.

Sete pessoas foram presas acusadas de participar do assalto à agência do Banco do Brasil em Santo Antônio do Leste (a 379 km de Cuiabá), no último dia 11, fornecendo apoio logístico ao bando.

Uma delas é a policial civil Silvana Cristina da Silva, lotada na Delegacia do Planalto, em Cuiabá. Das sete pessoas, apenas quatro foram autuadas em flagrante.

Segundo a Polícia Civil, a agente Silvana foi escolhida “estrategicamente” pela quadrilha para fazer o transporte sem veículo dos bandidos. Por ser policial, ela estava armada e, caso fosse parada em alguma barreira, se identificaria como policial, se livrando de uma possível checagem.

“Tudo quase perfeito”, observou a delegada Ana Cristina Feldner, que coordenou a prisão da agente.

Conforme a delegada, os presos atuavam como auxiliares no resgate da quadrilha, que atacou a agência, propiciando a saída do bando de forma segura da região.

Além da policial, foram autuados Kawara Jasmine Marques Araujo, esposa de um dos executores do assalto à agência bancária, conhecido por “Diego”, e Rafael Barros Teixeira da Rosa, dono do hotel “Recanto”, em Primavera do Leste, onde o bando ficou hospedado.

O hotel está localizado em ponto privilegiado da cidade e permitia que os bandidos vissem com facilidade a ação de viaturas policiais.

Mesmo bando

Segundo a Polícia Civil, os integrantes do bando são os mesmos que assaltaram a agência do Banco do Brasil de Tabaporã (643 km a Médio-Norte da Capital), em 2009. A quadrilha também seria a mesma que assaltou a agência do Banco do Brasil, na cidade de Poxoréu (215 km ao Sul), no dia 12 de julho de 2011.

A prisão dos sete ocorreu na madrugada de segunda-feira (14) e foram autuados na cidade de Primavera do Leste, próximo de onde ocorreria o resgate.

“Há outras pessoas envolvidas e ainda estamos na perseguição dos executores do assalto. Temos certeza que eles ainda continuam na mata. As equipes operacionais foram reforçadas para localizá-los”, disse a delegada Feldner.

Os quatro foram autuados em flagrante por roubo qualificado em concurso de pessoa, uso de arma de fogo e restrição de liberdade da vítima, formação de quadrilha armada e tráfico de drogas.

Conforme as investigações, o dinheiro dos roubos seria utilizado no tráfico de drogas.

A confirmação ocorreu através da apreensão de 10 quilos de maconha a casa de Kawara, no Residencial Jonas Pinheiro, em Cuiabá, escondidos em seu quarto.

A partir da apreensão da droga, a Polícia Civil descobriu a ramificação com o tráfico na Grande Cuiabá.

PM prende dois integrantes da quadrilha de roubo a banco em Colniza.

A Polícia Militar prendeu, nesta segunda-feira (14.11), dois integrantes da quadrilha que assaltou, na última quinta-feira (10.11), uma cooperativa de crédito e um posto bancário, em Colniza, distante 1.065 quilômetros de Cuiabá. Além da prisão, os policiais militares recuperaram três armas de grosso calibre e R$ 77.743,50 em dinheiro, além de mantimentos, roupas e galões de combustível. O valor aproximado de R$ 90 mil, publicada anteriormente, é referente à quantia levada no assalto.
Conforme o comandante regional de Juína (CR VIII), coronel Jadir Metello da Costa, foram presos Evandro Bulhões Cirqueira, de 40 anos, e Vânio Ornelas Meneguci, de 37. Segundo o comandante, os dois foram responsáveis por dar apoio logístico aos criminosos, em dois sítios localizados na zona rural de Colniza (Pé de Serra e Boa Vista). A prisão ocorreu no sítio Pé de Serra, após confronto armado entre policiais e criminosos.

De acordo com levantamento de informações feito pela Polícia Militar, outro integrante da quadrilha, identificado como Marciene Ornelas Meneguci, parente de Vânio, é apontado como o instrutor dos assaltantes, por ser morador antigo do município e conhecer toda área, inclusive de mata. “Ele conhece muito bem todos os acessos e trilhas da região”, afirma Costa. Além de Marciene, a PM acredita que estão foragidos outros seis membros da quadrilha, todos moradores de Cuiabá.

O comandante esclarece que atualmente estão empregados aproximadamente 50 policiais militares oriundos dos municípios de Colniza, Juína, Cotriguaçu e dos distritos de Nova União e Guariba. Os trabalhos de buscas também contam com o apoio de policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

A PM localizou um acampamento na zona rural de Colniza utilizado pela quadrilha que praticou o assalto, na última quinta-feira (10.11), a uma agência de cooperativa de crédito localizada na região, distante 1.065 quilômetros de Cuiabá. A ação ocorreu por volta das 5 horas da madrugada e houve confronto armado entre policiais e criminosos.

Segundo o comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), major Jonildo José de Assis, a troca de tiros durou cerca de 40 minutos. Após o confronto, os criminosos conseguiram fugir. No acampamento os policiais localizaram dois fuzis (um Carbine e outro FAL); uma sub-metralhadora, calibre 9 mm;  além de roupas, alimentos, combustíveis e outros materiais que serviam para manter a quadrilha na mata fechada.

Conforme Assis, dias antes, a equipe do Bope havia localizado outro acampamento utilizado pela quadrilha. Segundo o major, o local serviu de apoio para os criminosos até o dia do assalto. “No local encontramos insufilme, película refletiva usada para escurecer o vidro de um carro que, nesse caso, deve ter servido para dificultar a visão do interior do veículo usado pelos criminosos, quando estudavam o município. Também foram apreendidos mantimentos, roupas e galões de combustível”, destacou o comandante.

De acordo com o major, todo material apreendido foi encaminhado para a autoridade policial competente para auxiliar no processo de investigação do assalto. Além da equipe do Bope, a Polícia Militar mantém cerca de outros 80 policiais oriundos de unidades de Juína, Juara e Colniza, na tentativa de capturar a quadrilha.

 

Dupla que invadiu cadeia e matou policial do 6º BPM/CR-VI vai responder em liberdade.

Os autores da invasão a cadeia feminina de Cáceres para resgatar duas presas traficantes; executaram a queima-roupa um policial militar que tentou impedir a ação e, ainda tentaram contra a vida de uma agente prisional, foram colocados em liberdade, há pouco mais de três anos do ocorrido. O conselho de sentença, escolhido para julgar as seis pessoas, que praticaram o crime, votou pela pena branda dos réus. A decisão provocou uma revolta generalizada. Policiais militares, agentes prisionais, estudantes de Direito e as demais pessoas que acompanharam o julgamento, abandonaram o plenário, antes mesmo da juíza, concluir o resultado da sentença. Inconsolado o promotor Samuel Frungilo, diz que irá recorrer junto ao TJ para anular o júri.
O crime que abalou a opinião pública estadual, com repercussão a nível nacional, aconteceu na tarde de 1 de agosto de 2008, quando dois homens – Alfredo Vagner Moraes e Ailton Moreira Santos -, armados de revólveres, invadiram o prédio da cadeia feminina do município, no centro da cidade, renderam uma agente e exigiram que ela libertasse as presas – Lúcia Ângela da Silva e a boliviana Marta Romera, ambas presas por tráfico de drogas. Ao ser acionada, a PM enviou ao local vários policiais que foram recebidos a balas. Na tentativa de evitar o resgate, o cabo Marcos Oliveira Sabala, 30 anos, foi alvejado por um tiro a altura do pescoço, disparado a queima-roupa por Alfredo Vagner. Ele ainda correu alguns metros, mas não resistiu aos ferimentos e caiu morto.
Comandante do 6º BPM à época, coronel João Evangelista do Nascimento, disse que os policiais tiveram dificuldade em conter a ação porque, ao saírem do prédio, Alfredo e Ailton, usaram presas como escudo humano. “Se os nossos policiais atirassem atingiriam as presas que foram usadas como escudo”, justificou. Após a troca de tiros, conforme o coronel Evangelista, os bandidos se recuaram adentrando ao presídio fazendo várias detentas reféns. Algumas, segundo o comando, foram espancadas e ameaçadas de morte. A partir daí começaram as negociações para que eles se entregassem. Alfredo e Ailton, segundo a PM, exigiam um carro para a fuga e a presença da imprensa para intermediar as negociações. Após 40 minutos eles se entregaram.
A prisão dos demais integrantes do bando – Vandair Boone Wagner e Vanda Boone Wagner, irmãos de Alfredo, foram presos, alguns dias após em Cuiabá. De acordo com o promotor Samuel Frungilo, eles teriam participado do crime, vindos da capital para Cáceres; alugado uma casa e fornecido um carro para que a dupla empreendesse fuga após a ação. Consta ainda no processo, o envolvimento de Albertino Ferreira Sales que está foragido. A boliviana Marta, não foi a júri, de acordo com o promotor, porque o processo foi desmembrado, e ela conseguiu a liberdade, através do Tribunal de Justiça.
O resultado do julgamento surpreendeu à todos. Autor do disparo que vitimou o policial, Alfredo Vagner foi condenado por homicídio simples, cuja pena varia de 6 a 20 anos. Por não ter antecedentes, a juíza Graciene Pauline Mazeto Correa da Costa, imputou a pena mínima de 6 anos. Como ele já cumpriu 3, cumprirá o restante em regime semi-aberto, respondendo o processo em liberdade; o comparsa de Alfredo, Airton Moreira, acusado de facilitação de fuga e tentativa de homicídio contra a agente prisional, Kesiane Oliveira Silva, cuja pena varia de 2 anos a 6 meses, “pegou” apenas 1 ano e 4 meses, que também cumprirá em regime semi-aberto, respondendo em liberdade. Valdeir foi sentenciado a apenas seis meses de reclusão, em regime semiaberto e Vanda e Lúcia, foram absolvidas.
Inconformado com a decisão dos jurados, o promotor Samuel Frungilo, disse que já recorreu junto ao Tribunal de Justiça, na tentativa de anular o julgamento. No entendimento do representante do Ministério Público todos deveriam ser condenados. As provas da materialidade do crime, segundo ele, são contundentes. “Já estamos recorrendo para anular esse julgamento” disse afirmando que “houve violação do processo legal”.
Além das provas “contundentes” ele argumenta que os advogados de defesa interferiram, indevidamente, instruindo os réus, no momento do interrogatório, através de gestos e até de palavras, para que eles, não respondessem as perguntas tanto da juíza que presidiu a sessão quanto do MP.
A juíza Graciene admite que houve interferência dos advogados e que a sentença não foi a esperada. Porém, segundo ela, aplicou a pena de acordo com a votação dos jurados. “Houve interferência. Mas, em um júri o juiz de direito, apenas coordena e mantém a ordem na sessão. A decisão sai dos jurados que são os juízes de fato. O juiz de direito, apenas aplica a pena” explicou.
Como que se antevendo, o resultado favorável, o advogado Kleber de Souza, que atuou na defesa de Ailton, ao instruir o jurado, no final de réplica ironizou: “os senhores votem de acordo com as suas consciências, porque essa juíza tem a mão pesada igual a de Anderson Silva” disse se referindo ao lutador de Artes Marciais Misturadas (MMA).
Atuaram na defesa do grupo, os advogados Kleber de Souza Silva e Wilson Wagner Pereira Cardoso e o defensor público João Augusto de Sanctis Garcia. O julgamento durou dois dias. Teve início na manhã de segunda-feira e só encerrou às 18h de terça. Os jurados permaneceram separados, em um hotel da cidade, na noite de segunda para terça-feira. 40 policiais participaram da escolta dos presos de Cuiabá para Cáceres e a segurança do plenário durante o júri.
Comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM), major Adalberto Gonçalves de Paula, onde a vítima, o cabo Marcos Oliveira Sabala, era lotado, não se conteve. “Isso é uma desmoralização para o próprio Estado, que não protege o seu servidor. Se fosse um policial receberia a pena máxima. Como é um vagabundo que tirou a vida de um agente de segurança em serviço na defesa da sociedade é colocado em liberdade” concluiu o desabafo enfatizando que “o resultado desse júri é um recado de que a vida de um policial não vale nada e desmotiva a corporação, enquanto incentiva o vagabundo à praticar atos dessa natureza”.
Irmão do policial assassinado, Manoel Sabala, disse que “o que ocorreu em Cáceres é uma vergonha. É a maior decepção que a nossa família poderia passar e imaginar”, disse. Prevendo que o julgamento favorecesse os acusados, a esposa do PM assassinado, Camila da Cruz Sabala, se retirou antes do anúncio da sentença. “Já sei onde isso vai dar. Estou descrente”, afirmou.
Kesiane Oliveira, agente prisional, que ficou sob o poder de um dos invasores e que, segundo ela, só não morreu porque o revólver teria negado, quando ele puxou o gatilho, também não se conteve: “essa decisão foi a maior frustração de minha vida”. Ela chorou ao lembrar que “foi Deus quem me salvou. Quando ele me puxou e colocou a arma embaixo do meu ouvido eu disse Sangue de Jesus tem poder. E, nessa hora eu ouvi que a arma tinha negado”. Um estudante de Direito, que acompanhou os dois dias de julgamento disse que “depois do que ocorreu aqui hoje já não tenho tanta certeza se é isso mesmo que eu quero. O meu conceito de justiça é outro”.

Fonte: Site 24 Horas News – Sinézio Alcântara – de Cáceres

“Nunca entrou tanta droga em Mato Grosso”, alerta um policial.

Nunca entrou tanta droga em Mato Grosso, principalmente em Cuiabá e Várzea Grande. Também nunca se consumiu tanta droga. O remédio não é apenas “fechar as bocas”, ,mas também e principalmente evitar em que elas: a maconha, a cocaína e as outras drogas cruzem as fronteiras. O alerta é de um policial

As Polícias estouram uma “boca” de drogas, mas logo surgem outras. É o tráfico de drogas que prolifera na Grande Cuiabá.  Em Várzea Grande, por exemplo, existem determinados bairros em que algumas de suas ruas existem mais de dez “bocas”, em alguns casos uma ao lado da outra funcionando dia e noite. A mesma coisa acontece em Cuiabá. Um policial revelou com exclusividade que triplicou a entrada de drogas e o “comércio” de entorpecente  também quadriplicou as  instalam suas “bocas”, fixas e móveis, algumas com modernos sistemas de entregas, pois a procura também é muito grande. Talvez uma das maiores do País.

As “bocas”, segundo a Polícia, agora são abastecidas periodicamente para não acumular grandes quantidades e não chamar a atenção da Polícia.

Na casa de Josias Tiago Antunes, o “Tiaguinho”, de 19 anos, no bairro Maringa-1, em Várzea Grande, onde os mapas da Polícia registram uma grande quantidade de pontos de vendas de drogas, foram apreendidas 125 trouxas de cocaína, seis papelotes de maconha

Na “Boca do Tiaguinho” a Polícia apreendeu ainda  uma balança de precisão e outros e dezenas de objetos usados como “moeda” na compra de drogas. Objetos, segundo a Polícia, provavelmente roubados ou furtados, principalmente aparelhos de telefone celulares.

“Tiaguinho” vai sair de circulações por algum tempo porque foi autuado em flagrante em crime de tráfico de droga. Um policial que pediu para não ser identificado, conversou coma a reportagem do Portal de Notícias 24 Horas News

O policial, um dos mais ferrenhos combatente contra o tráfico, garante que a “guerra” contra o tráfico, principalmente contra o tráfico formiguinha só vai acabar, ou pelo menos diminuir  até 80% quanto os governos começarem a agir diretamente nas fronteiras.

“Não adianta muita coisa não, mas a gente vai continuar combatendo. O certo mesmo seria que a droga não entrasse pelas fronteiras como estão entrando atualmente. Posso afirmar que a entrada de droga em Mato Grosso, possivelmente triplicou nos últimos anos”, garante.

Com convicção no que estava falando, o policial afirmou ainda: “É muita droga entrando. Tanto que nem todas as polícias: Militar,  Federal, Civil e Rodoviária Federal  juntas conseguem apreender e prender os vendedores. Eu digo vendedores porque eles só vendem. Ou só entregam a drogas. É por que os verdadeiros traficantes mesmo é muito difícil de se chegar a elas devido a carência de homens de todas as Polícias juntas”.

Revelando coisas que a reportagem já vem denunciando há muitos anos, o policial afirma: “Mato Grosso tem uma das melhores policiais do Brasil. Existem policiais que não estão nem ai para o que fazem, mas a maioria vibra quando fecha uma boca, por menor que seja. Acontece que não temos policiais em número suficiente para atacar várias frentes de uma só vez diariamente.  A situação se complica ainda mais quando aumenta diariamente a entrada de drogas, e se abrem uma boca atrás da outra. Isso é grave e a situação tende a pior ainda mais”, alerta.

Para finalizar, o policial também faz um alerta: “Alguma coisa precisa ser feita, e com urgência, porque a procura por drogas, das mais leves como a maconha, até as mais pesadas como o crack também aumentou em mais de 2 mil por cento nos últimos anos, principalmente em Cuiabá e Várzea Grande. Por isso que o tráfico também triplicou e até modernizou suas entregas”.

MT: PM foi absolvido em Juri Popular de Peixoto de Azevedo por homicídio.

O policial militar Ronaldo Ventura dos Santos, 31 anos, foi absolvido, ontem, durante júri popular em Peixoto de Azevedo, da acusação de ter matado Francisco Marinho, conhecido como “Pombo”, há cerca de dois anos. O advogado do réu alegou legítima defesa.
O crime ocorreu em 8 de dezembro de 2009, na rua Maranhão, bairro Aeroporto. A vítima era apontada como suspeita de envolvimento com drogas e foi morta a tiros. Na ocasião, uma mulher foi apontada como testemunha. A denúncia feita pelo Ministério Público, conforme o processo, apontava que a vítima retornava para casa junto com a testemunha quando “foi surpreendida por disparos de arma de fogo efetuados pelo acusado, que esperava a vítima escondido em uma construção abandonada”.
Já para a versão relatada no interrogatório policial, poucos dias após o crime, o soldado confessou o crime, mas alegou que no dia do crime estava na praça quando a vítima passou com uma mulher, teria sorrido e ele “retribuído o sorriso”.

 Francisco teria ido tirar satisfações com o soldado, que estava à paisana, e supostamente lhe dado um tapa no rosto.
À noite, Ronaldo teria ido a casa da vítima, no bairro Aeroporto, para acertar as contas. Sua versão é que Francisco lhe apontou o revólver, mas conseguiu desarmá-lo e fez os disparos. O soldado alegou, ainda, que há algum tempo antes do ocorrido havia prendido Francisco Marinho, sob acusação de tráfico.
O policial aguardou o júri recolhido no presídio militar de Santo Antônio do Leverger.
Fonte: Só Notícias

PORQUE DEUS É MAIOR EM SUA VIDA E VOCÊ VAI VENCER!

Um homem sussurrou: Deus fale comigo.
E um rouxinol começou a cantar
Mas o homem não ouviu.

Então o homem repetiu:
Deus fale comigo!
E um trovão ecoou nos céus
Mas o homem foi incapaz de ouvir.

O Homem olhou em volta e disse:
Deus deixe-me vê-lo
E uma estrela brilhou no céu
Mas o homem não a notou.

O homem começou a gritar:
Deus mostre-me um milagre
E uma criança nasceu
Mas o homem não sentiu o pulsar da vida.

Então o homem começou a chorar e a se desesperar:
Deus toque-me e deixe-me sentir que você está aqui comigo…
E uma borboleta pousou suavemente
Em seu ombro
O homem espantou a borboleta com a mão e desiludido
Continuou o seu caminho triste, sozinho e com medo.
Até quando teremos que sofrer para compreendermos
que Deus está sempre aonde está a vida?

Até quando manteremos nossos olhos e nossos
corações fechados para o milagre da vida que se apresentas
diante de nós em todos os momentos?

DEUS ESTÁ PREPARANDO UMA GRANDE VITORIA PRA VOCÊ!
ELE LHE LEVARÁ Á UMA NOVA DIMENSÃO ESPIRITUAL!
DEUS VAI REALIZAR TODAS AS PROMESSAS DELE NA SUA VIDA,
ELE VAI LHE DAR NOVAS EXPERIÊNCIAS COM ELE…
E NO TEMPO CERTO VOCÊ VAI PROVAR AS DÁDIVAS DO CÉUS!
BASTA PERMANECER CRENDO E CONFIANDO NAS SUAS PROMESSAS
E TODAS AS PALAVRAS PROFÉTICAS PROFERIDAS AO SEU RESPEITO
ESTÃO PRÓXIMAS A SEREM CUMPRIDAS!
POR ISSO O MOTIVO DE TANTAS BATALHAS E PROVAS
QUE VOCÊ TEM PASSADO… MAS É PORQUE
O INIMIGO SABE QUE A SUA VITÓRIA ESTÁ CHEGANDO
POR ISSO SE LEVANTA COM FÚRIA CONTRA VOCÊ.
MAS ELE JÁ CAIU E PERDEU TUDO. EM NOME DE JESUS!
PORQUE DEUS É MAIOR EM SUA VIDA E VOCÊ VAI VENCER!
O SENHOR FALOU E TÁ FALADO, E NINGUÉM VAI IMPEDIR O AGIR DE DEUS EM SUA VIDA!
PELEJARÃO CONTRA VOCÊ, MAS NÃO PREVALECERÃO!
TOME POSSE DESTA PALAVRA, E DAQUILO QUE É SEU POR DIREITO.
DEUS ESTÁ COM VOCÊ SEMPRE, CREIA NISSO
TENHA SABADO DE VITORIA NO SENHOR.

JESUS TE AMA!

Que Deus abençoe os nossos policiais.

 

 

Comandante-Geral da PM MS se reúne com senador Blairo Maggi para discutir unificação das policias.

Campo Grande (MS) – O comandante-geral da PMMS e vice-presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares, coronel Carlos Alberto David dos Santos participa hoje de uma reunião com o senador Blairo Maggi em Brasília. O objetivo é discutir a PEC 102/2011, de autoria do senador mato-grossense, que propõe a unificação das polícias Militar e Civil.

Na ocasião, o comandante-geral irá se aprofundar no conteúdo da PEC, debater a ideia e apresentar sugestões para ajudar aprimorar e fechar a proposta de emenda. Entre as alterações está a possibilidade de unificação das polícias nos estados, juntando as atribuições e as estruturas das instituições.

“Toda matéria que trata de segurança pública e tem por objetivo melhorar a eficiência das polícias deve ser discutida para o bem da população”, justificou o coronel David.

O resultado da reunião será apresentado na reunião do Conselho que ocorrerá em Porto Alegre (RS), entre os dias 16 e 18 de novembro.

Estado firma parceria para construir casas para policiais.

Governo de Mato Grosso, em parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF), vai construir ou financiar casas para policiais militares do Estado. A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), que prevê, entre outras ações, a implementação de um Plano Nacional de Habitação para Profissionais de Segurança Pública.

Secretário de Estado das Cidades, Nico Baracat, e representantes da Caixa Econômica Federal se reuniram nesta sexta-feira (11) para apresentar o programa a um grupo de policiais no Comando Geral da Polícia Militar e explicar como será feito o processo de aquisição dos imóveis.

Serão disponibilizadas unidades de habitação para policiais com renda da até três salários mínimos, que serão contemplados dentro do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV). Também haverá cartas de crédito para a compra de casas e apartamentos novos ou usados, além da reforma do imóvel, no valor de até R$ 50 mil para aqueles que recebem até R$ 4,9 mil.