Greve PM Ceará – Governo do CE decreta emergência por causa da paralisação de policiais.

O governador Cid Gomes (PSB) decretou situação emergência no Ceará neste sábado (31), por conta da paralisação dos policiais militares e bombeiros, segundo assessoria informou por meio de nota. De acordo com a assessoria, a medida está sendo tomada para atender a possíveis casos emergenciais e garantir a tranquilidade do cidadão.

Por conta disso, afirma a assessoria, 159 carros da secretaria da saúde, que seriam enviados aos municípios do interior essa semana, serão utilizados em Fortaleza durante a festa de réveillon. Devido à paralisação de policiais militares e bombeiros, o governador pediu reforço ao Ministério da Justiça e membros da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) e Exército farão a segurança da capital cearense durante a paralisação.

O presidente da Associação dos Cabos e Soldados Militares do Ceará (ACSMCE), cabo Flávio Sabino, disse que o movimento foi mantido durante este sábado e continua até o governo do estado aceitar negociar com a categoria. “Estamos prontos para negociar na hora que o governo quiser. Se eles chamarem ainda hoje, nós voltamos, só depende da abertura para negociação”, disse. De acordo com ele, 238 viaturas estão sob o poder dos protestantes, acampados na 6ª Companhia do 5º Batalhão, no Bairro Antônio Bezerra, em Fortaleza.

Convocação geral
O Comandante da Polícia Militar do Ceará (PMCE), Coronel Werisleik Pontes Matias, convocou neste sábado (31) todos os policiais do Batalhão de Policiamento Comunitário (Bpcom) e do Policiamento Ostensivo Geral (POG), com exceção dos que cumpririam serviço na noite desta sexta-feira (30) a se apresentarem às 17 horas deste sábado. A medida vale, inclusive, para aqueles que estiverem de folga. Em nota divulgada pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) manda que os policiais se apresentem prontos para o serviço, no Quartel do Comando Geral da PM no Bairro de Fátima.

Reivindicações
Policiais militares e bombeiros decidiram paralisar atividades em assembleia nesta quinta-feira (29) por reivindicar escala de 40 horas semanais, promoções e reajuste salarial de 80% até o fim de 2015. Segundo o presidente da Associação dos Cabos e Soldados Militares do Ceará (ACSMCE), o cabo Flávio Sabino, pelo menos 800 soldados da companhia já aderiram ao movimento.

Giselle DutraDo G1 CE

FONTE: http://policialbr.com/profiles/blogs/ceara-governo-do-ce-decreta-emergencia-por-causa-da-paralisacao-d?xg_source=msg_mes_network#ixzz1i9ueTUFE
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Senador Blairo Maggi vai começar o ano com a discussão da PEC 102.

Depois de passar quase todo o primeiro ano de mandato apagado e sem nenhum projeto de  do vulto apresentado, o senador Blairo Maggi (PR) decidiu mostrar trabalho e está encabeçando algumas propostas que prometem discussões polêmicas no Senado, entre elas a posse, que já está sendo considerada inconstitucional  por outros senadores, como Pedro Taques (PDT), por exemplo.

No retorno dos trabalhos de plenário, em fevereiro, Maggi  pretende reacender as discussões  em torno da unificação das polícias Militar e Civil em todo o País, por meio da PEC 102, que já está sendo discutida e, por certo, vai acirrar os ânimos entre as duas corporações e dividir não só a opinião pública, como também os parlamentares no Congresso Nacional.

A informação foi dada pelo coronel aposentado da PM, Walter Fátima, que implantou a Guarda Municipal de Várzea Grande, tendo sido seu primeiro comandante e atualmente é um dos assessores diretos do senador republicano  em Brasília, ao lado do major Eumar Novacki, ex-secretário da Casa Civil e de Comunicação no governo Blairo Maggi.

A justificativa, de acordo com o coronel Walter, é de que Mato Grosso, por exemplo, “não precisa de duas polícias e a unificação vai trazer economia para o Estado. O mais difícil vai ser fazer com que as duas corporações entendam como serão equiparadas as patentes, principalmente o  “coronelado”, mas a intenção é pela unificação”, disse ele.

A PEC 102, do senador Blairo Maggi vem no vácuo da Proposta de Emenda Constitucional Número 300, a PEC , que visa estabelecer um piso salarial nacional para as polícias e bombeiros brasileiros.

A proposta não é nova. Em 2007, o então senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), havia apresentado proposta semelhante, por meio da PEC 21. Em 2008, por considerá-la “muito polêmica”, retirou-a da pauta de votação da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado.

A PEC 102, que já está em debate em alguns fóruns policiais brasileiros, possui em seu corpo as seguintes propostas centrais:

– Criação de piso salarial nacional para a polícia rodoviária federal, polícia ferroviária federal, polícias civis, polícias militares e corpos de bombeiros militares, mediante subsídio fixado em parcela única;

– Designação de um fundo nacional (vinculando percentuais do orçamento), com participação da União, dos Estados e dos municípios, visando a suplementação do Piso Salarial;

– Faculta União e Estados a adoção de polícia única, cujas atribuições congregam as funções de polícia judiciária, apuração de infrações, polícia ostensiva, administrativa e preservação da ordem pública;

– Organização das polícias únicas com base na hierarquia e disciplina, e estruturação em carreiras, sendo os delegados das polícias civis e os oficiais das polícias militares transpostos para o cargo de delegados de polícia;

– Criação de um Conselho Nacional de Polícia

– Autorização às guardas dos Municípios o exercício de atividade complementar de policiamento ostensivo e preventivo, mediante convênio com o Estado

O secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, disse que é a favor da unificação das polícias, mas acredita que isso está muito longe de acontecer. “A integração das policias é uma necessidade que está sendo buscada no Brasil já faz muito tempo. Ainda caminha de forma muito lenta, mas existem pessoas que discutem a unificação da Polícia Civil e Militar. No entanto, isso é muito difícil, já que a Constituição Brasileira não permite o fim de uma destas instituições”, explica ele.

Nota do Blogueiro: Novamente uma nova proposta de unificação das Policias brasileiras, e novamente o que vemos são muitos especialistas em segurança pública (mas nunca foram policiais) formulando suas opiniões, gostaríamos de quando os verdadeiros interessados, ( os policiais e a população) foram consultados sobre o que é melhor para a atividade policial e o que traz mais benefícios.

Andei pesquisando e na grande maioria dos agentes de segurança publica em torno de 98% querem a unificação e concordam que seria melhor para o desempenho do trabalho, com raras exceções de alguns que temem perderem as suas “mordomias” os que trabalham e fazem a diferença na policia querem projetos e programas que além de melhorar a imagem da segurança publica perante o cidadão, tragam também benefícios na carreira, segurança e estabilidade, além de mudar essa questão de que policial é diferente, sendo que exercemos uma profissão de alto risco, mas somos cidadãos brasileiros e temos que ser tratados com direitos e deveres, como qualquer profissional de outra área.

 

SE QUISER MUDAR DE PROFISSÃO, ESTA É HORA: Senado abre concurso para 246 vagas; salários vão até R$ 23,8 mil.

O Senado lançou o edital de concursos para o preenchimento de 246 vagas com salários que variam entre R$ 13,8 mil e R$ 23,8 mil. Os editais foram publicados no Diário Oficial da União desta sexta-feira. As vagas são destinadas para pessoas com nível médio, técnico e superior. As inscrições podem ser feitas entre 26 de dezembro e 5 de fevereiro de 2012.
Entre as vagas, nove são para o cargo de consultor legislativo, que exige nível superior. A carga horária é de 40 horas semanais e o salário é de R$ 23.826,57. As inscrições custam R$ 200 e o processo será composto por três etapas, sendo a primeira prova realizada no dia 11 de março de 2012.
Já as vagas de analista legislativo também exigem nível superior. São 133 vagas com carga horária semanal de 40 horas e um salário de R$ 18.440,64. O valor da inscrição é de R$ 190 com o processo seletivo sendo composto por três etapas, a primeira delas realizada no dia 11 de março de 2012. O resultado deve sair no dia 5 de junho.
Para os níveis médio e técnico são destinadas 79 vagas para o cargo de técnico legislativo e outras 25 vagas para a função de polícia do Senado. Para o cargo de técnico são 40 horas semanais de trabalho, com exigência para formação em eletrônica, enfermagem e saúde bucal, com salário de R$ 13.833,64. Já o cargo de polícia do Senado exige carteira de habilitação B. O salário é de R$ 13,833,64 para 40 horas semanais de trabalho. As inscrições para os dois cargos custam R$ 180 e a primeira avaliação será realizada no dia 11 de março de 2012.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente por meio da internet, pelo site da Fundação Getúlio Vargas (http://www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/senado11/). É necessário ser maior de 18 anos, estar em dia com a Justiça Eleitoral e não estar cumprindo sanção por inidoneidade aplicada por órgãos públicos. 5% das vagas são reservadas para pessoas portadoras de deficiência.
Fonte: Site 24 Horas News

Novos servidores reforçam as ações de Segurança.

A Segurança Pública de Mato Grosso sofreu um importante impacto em seu capital humano em 2011. Ingressaram ao quadro funcional da secretaria quase dois mil novos servidores provenientes do último concurso público do Governo, que já estão somando forças no trabalho da Segurança no Estado.

Ao todo foram 1.875 novos servidores, sendo a maioria deles, 1.240 policiais militares; 359 policiais civis (entre investigadores e escrivães), 85 bombeiros militares; 60 peritos criminais e 20 técnicos de necropsia para Politec, além de 111 servidores da área meio (administrativos), sendo 63 técnicos e 48 nível médio.

Estão atuando nas ruas de Cuiabá 672 homens que realizam o policiamento ostensivo motorizado, a pé, montado e de bicicleta. Em Várzea Grande estão trabalhando 429 militares na operação de final de ano.

O reforço na segurança pública já vem sendo notado pela população do Estado desde o segundo semestre deste ano, quando os 1.240 policiais militares concluíram o Curso de Formação e foram para as ruas. “Acho que era uma das coisas mais esperadas pela população do Estado e que finalmente podemos perceber e sentir, que é a presença mais efetiva da polícia na rua”, disse a comerciante Tatiana Almeida da Silva.

Os novos policiais militares foram distribuídos nos seis Batalhões Metropolitanos que integram os Comandos Regionais 1 e 2 da Polícia Militar, além dos batalhões especializados como o de Operações Especiais (Bope), Ronda Ostensiva Tático Metropolitana (Rotam), Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron), Batalhão Ambiental e Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran) e unidades da Polícia Militar do interior do Estado.

Também já atuam na Segurança Pública 85 novos bombeiros militares na missão de busca e salvamento e combate à incêndio. Com a inclusão de 60 peritos criminais e 20 técnicos de necropsia foi possível abrir novas unidades regionais da Politec nos municípios de Alta Floresta, Água Boa, Pontes e Lacerda e Tangará da Serra, aumentando o atendimento da perícia técnica no Estado. (Ascom PJC)

Isenção de imposto para compra de carro é mantida.

Lei que permite a deficientes físicos adquirir veículos com desconto fica em vigor até dezembro de 2012.

Na última sexta-feira, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) votou pela prorrogação da lei que concede às pessoas com deficiência o direito de comprar veículos com isenção total ou parcial de impostos.

O prazo anterior para a suspensão das isenções era dia 30 de abril, mas com a decisão o prazo foi estendido até 31 de dezembro de 2012.

Pela lei, deficientes não condutores podem comprar carros livres de IPI. Já no caso dos deficientes habilitados e serão os próprios condutores do veículo a isenção é total e não há cobrança de ICMS, IPI, IOF e IPVA Hoje, com a isenção, o deficiente consegue comprar um carro com desconte de 30% a 40%  do valor da tabela.

Para Rodrigo Rosso, presidente da Abridef (Associação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência), a prorrogação da lei foi só a primeira reivindicação do grupo. “Em um segundo momento, a nossa intenção é pressionar para que a lei se torne permanente”, conta Rosso.

Outra exigência do grupo é a aumento no preço máximo dos veículos. Pela legislação, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida só podem comprar com isenção veículos que forem nacionais e com preço até R$70 mil. “O problema é que existem poucas opções de carros automáticos – porque a maioria necessita da versão automática – que ficam nessa faixa de preço”, explica Rosso, “O ideal é que o preço máximo fosse R$100 mil”.

Sobre a legitimação do benefício Rosso argumenta “Essa lei é necessária, mas é também um paliativo, porque o governo não consegue providenciar transporte público adequado para todo esse tipo de população.” No Brasil, cerca 30 milhões de brasileiros são beneficiados pela lei de isenção.

Segundo estimativas da Abridef, só em 2010 foram comercializados 29 mil carros para pessoas com deficiência.

Fonte: Revista Auto Esporte.

O Sucesso é ser feliz.

1. Seja ético.

A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.

2. Estude sempre e muito. A glória pertence aquele que tem um trabalho especial para oferecer.

3. Acredite sempre no amor. Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, ou está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.

4. Seja grato a quem participa das suas conquistas. O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer e a melhor maneira de deixar todos motivados.

5. Eleve suas expectativas. Pessoas com sonhos grandes obtem energia para crescer. Os perdedores dizem: “Isso não é para nós”. Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.

6. Curta muito a sua companhia. Casamento dá certo para quem não é dependente. Aprenda a viver feliz mesmo sem uma pessoa ao lado. Se não tiver com quem ir ao cinema, vá com a pessoa mais fascinante: você!

7. Tenhas metas claras. A história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas. Amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam a carreiras de sucesso. Ter objetivos evita o desperdicio de tempo, energia e dinheiro.

8. Cuide bem do seu corpo. Alimentação, sono e exercicios sao fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é seu templo. Gostar da gente deixa as portas abertas para que os outros gostem de você também.

9. Declare o seu amor. Cada vez mais as pessoas devem exercer seu direito de buscar o que querem (sobretudo no amor), mas atencao: elegância e bom senso são fundamentais.

10. Amplie os relacionamentos profissionais. Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.

11. Seja simples. Retire de sua vida tudo o que lhe da trabalho e preocupação desnecessários. Crie espaço para desfrutar mais a viagem da vida.

12. Mulher, nao imite o modelo masculino. Os homens fizeram sucesso a custa da solidão e da restrição aos sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicidios. Sem duvidas, temos mais a aprender com as mulheres do que vocês conosco. Preserve a sensibilidade feminina – e mais natural e lucrativa.

13. Tenha um orientador. Viver e decidir na neblina sabendo que o resultado só será conhecido quando pouco restar a fazer. Procure alguem de confiança, de preferência mais experiente e bem sucedido, para lhe orientar nas indecisões.

14. Jogue fora o vicio da preocupação. Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida sao coisas incompativeis. Bobagem! Defina suas metas, conquiste-as e deixe a neura para quem gosta dela!

15. O amor é um jogo cooperativo. Se vocês estão juntos, é para jogar no mesmo time. Ficar mostrando dificuldades do outro ou lembrando suas fraquezas para os amigos não tem graça.

16. Tenha amigos vencedores. Campeões falam com campeões. Perdedores só tocam na tecla perdedores.

Aproxime-se de pessoas com alegria de viver e afaste-se de gente baixo-astral.

17. Diga adeus a quem não merece. Alimentar relacionamentos que só trazem sofrimento e masoquismo, atrapalha sua vida. Se você tiver um conjuge que não esteja usando, empreste, venda, alugue, doe e deixe espaço livre para um novo amor.

18. Resolva. A pessoa do proximo milenio vai limpar de sua vida as situacões e os problemas desnecessarios. Saiba tomar decisões, mesmo as antipáticas. Você otimizara seu tempo e seu trabalho. A vida fluirá muito melhor.

19. Aceite o ritmo do amor. Assim como ninguem vai empolgadissimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o comeco de muita frustração.

20. Celebre as vitórias. Compartilhe o sucesso, mesmo pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.

21. Perdoe. Se voce quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.

22. Arrisque! O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho só terá de decidir que pizza pedir. é o único risco que corre será o de engordar.

23. Tenha uma vida espiritual. Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Ore antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma. Oração, meditação são forças de inspiração.

Roberto Shinyashiki

Agenda da felicidade.

O Sorriso
É o cartão de visita das pessoas saudáveis.
Distribua-o gentilmente.

O Diálogo

É a ponte que liga as duas margens, do eu ao tu.
Transmite-o bastante.

O Amor
É a melhor música na partitura da vida.
Sem ele, você será um(a) eterno(a) desafinado(a).

A Bondade
É a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.
Plante estas flores.

A Alegria
É o perfume gratificante, fruto do dever cumprido.
Esbanje-o, o mundo precisa dele.

A Paz na Consciência
É o melhor travesseiro para o sono da tranqüilidade.
Viva em paz consigo mesmo.

A Fé
É a bússola certa para os navios errantes, incertos, buscando as praias da eternidade.
Utilize-a sempre.

A Esperança
É o vento bom enpurrando as velas do nosso barco.
Chame-o para dentro do seu cotidiano..

Juízes defendem corregedora e expõem racha da categoria.

Um grupo de juízes federais começou a coletar ontem assinaturas para um manifesto público condenando as críticas feitas pela Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) à atuação da corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon.

“A agressividade das notas públicas da Ajufe não retrata o sentimento da magistatura federal”, afirma o manifesto, que já reúne 43 assinaturas.

“Em princípio os juízes federais não são contrários às investigações promovidas pela corregedora. Se eventual abuso investigatório ocorrer, é questão a ser analisada concretamente”, dizem os juízes, para os quais não é razoável “impedir a atuação de controle da corregedoria”.

A ideia surgiu em uma lista de discussão de magistrados federais na internet. Foi proposta pelo juiz federal Rogério Polezze, de São Paulo.

Ela ganhou adesões após manifestação do juiz Sergio Moro (PR), especializado em casos de lavagem de dinheiro, que não está convencido de que houve quebra de sigilo de 200 mil juízes, como alegam as associações de magistrados que criticam Calmon.

“Não estou de acordo com as ações propostas no STF nem com as desastradas declarações e notas na imprensa”, disse Moro: “É duro como associado fazer parte dos ataques contra a ministra”.

Marcello Enes Figueira (RJ) disse que “assinava em baixo do que afirmou o colega Sergio Moro”. Em outra mensagem, o juiz federal Jeferson Schneider (MT) disse que não se sentia “representado pela Ajufe”, apesar de ser filiado.

O juiz federal Odilon de Oliveira, de Campo Grande (MS), também aderiu ao manifesto, dizendo que “entregar” a ministra era um “absurdo”.

“A atitude da Ajufe em represália à ministra é inaceitável”, acrescentou o juiz Eduardo Cubas, de Goiás.

O juiz Roberto Wanderley Nogueira, de Pernambuco, criticou as manifestações das entidades. E disse que “a ministra não merece ser censurada, e tanto menos execrada pelos seus iguais, pois seu único pecado foi ser implacável contra a corrupção”.

‘Número pequeno’

O presidente da Ajufe, Gabriel Wedy, atribuiu a iniciativa à proximidade das eleições para renovação da diretoria da Ajufe, em fevereiro.

“É um número bastante pequeno, diante de 2.000 juízes federais”, disse. “São manifestações democráticas e respeitamos o direito de crítica.”

A Ajufe e outras duas associações de juízes entraram ontem com representação na Procuradoria-Geral da República para investigar a conduta de Calmon no levantamento de pagamentos atípicos a magistrados e servidores.

Segundo as associações, a ministra quebrou o sigilo fiscal dos investigados ao pedir que os tribunais encaminhassem as declarações de Imposto de Renda dos juízes.

“Não se pode determinar ou promover a ‘inspeção’ das ‘declarações de bens e valores’ dessas pessoas, porque tais declarações são sigilosas e não poderiam ser objeto de qualquer exame por parte da corregedora nacional de Justiça”, diz a representação.

Calmon não comentou a representação. Anteontem, ela disse que magistrados e servidores são obrigados a entregar a declaração de Imposto de Renda aos tribunais.

De acordo com ela, os dados são entregues justamente para que a corregedoria tenha acesso, e não para “ficarem dentro de arquivos”.

O objetivo da corregedora é cruzar as informações com o levantamento do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), que apontou 3.438 juízes e servidores com movimentações atípicas.

A polêmica começou quando o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski mandou parar a investigação no Tribunal de Justiça de São Paulo, primeiro alvo da corregedoria do CNJ.

Os juízes então passaram a acusar a ministra Eliana Calmon de quebrar o sigilo de todos os magistrados e servidores que foram alvo da varredura do Coaf -um total de mais 200 mil pessoas.

A ministra rebateu e disse que as acusações são uma maneira de tirar o foco da investigação do CNJ.

REVISTA VEJA: É hora de limpar a polícia.

O sociólogo mineiro Claudio Beato, 55 anos, tem se destacado como uma das mais sensatas vozes no debate da área à qual se dedica há mais de duas décadas, a segurança pública. Gosta de ir a campo para conhecer as experiências bem-sucedidas.
Já passou temporadas na Colômbia, no México e, mais recentemente, nos Estados Unidos, como professor visitante na Universidade Harvard.
Coordenador do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública da Universidade Federal de Minas Gerais, nos últimos tempos Beato tem se dedicado a compreender as milícias (quadrilhas formadas por policiais e ex-agentes), fenômeno brasileiro com contornos próprios no Rio, onde esses bandos dominam vastos territórios espalhando o terror sob o abrigo da farda.
Há um clima de otimismo em relação às conquistas obtidas no Rio de Janeiro contra o crime organizado. Ele se justifica?
Devolver ao Estado e aos cidadãos o domínio sobre territórios há décadas subjugados pelo crime é um avanço inquestionável, e quem vive nessas favelas sabe disso melhor do que ninguém. Mas é preciso pôr a ocupação das favelas do Rio sob uma perspectiva mais realista, dando ao feito a dimensão correta.
Trata-se de um passo a ser festejado, um ótimo ponto de partida, mas não mais do que isso. Para fazer o crime refluir de verdade, será necessário mexer em pontos nevrálgicos, antigos nós da segurança pública fluminense ainda por desatar.
Que nós são esses?
É preciso empreender uma faxina na polícia do Estado, que figura entre as mais corruptas do país. A podridão não se limita às bases da corporação, mas está entranhada nos mais altos escalões.
A descoberta de que o mentor do assassinato de uma juíza era um tenente-coronel envolvido com grupos de extermínio ou a saída do país de um deputado sob ameaça de milícias são dois estarrecedores episódios que expõem o problema de forma inequívoca.
A limpeza na instituição deve ser implacável. Afinal, as quadrilhas formadas pelos bandidos de farda, esses que compõem as milícias, são, a meu ver, o maior mal a ser combatido na área da segurança pública — um fenômeno brasileiro que ganha contornos próprios no Rio de Janeiro.
O senhor está dizendo que as milícias são tão ou mais nocivas do que o próprio tráfico?
Isso mesmo. Assim como o tráfico, elas dominam bairros inteiros. Torturam, matam e expulsam as pessoas de suas casas. Infiltram-se também no dia a dia dos cidadãos, explorando serviços essenciais como transporte coletivo, água e gás.
Mas são ainda mais perigosas porque seus líderes operam de dentro da polícia e se mantêm ali quanto podem, galgando postos na hierarquia e evitando que os próprios crimes sejam investigados.
Ou seja, eles têm poder no mundo formal. Desfrutam de ampla inserção no meio político. Graças a esse caráter camaleônico, esses bandos acabam sendo vistos por muita gente como um mal menor, até aceitável.
Um absurdo. As milícias são o que há de mais parecido no Brasil com as Máfias italianas. E tudo indica que conquistarão ainda mais território e poder.
O que o faz acreditar nisso?
A tendência é que, com o enfraquecimento do tráfico, que perdeu recentemente alguns de seus QGs, as milícias comecem a assumir também o comércio de drogas. Aqui e ali, já surgem sinais de que essa transferência está em curso. Se isso se concretizar, teremos o pior de todos os cenários. Veja o que ocorreu na década de 90 em Medellín, na Colômbia. Os paramilitares, saudados então como solução no combate do narcotráfico, acabaram por se tornar, eles próprios, os chefões do crime organizado. Tomaram o controle das favelas e implantaram seu próprio regime de terror. Nesse período, os índices de criminal idade foram às alturas. Em situação-limite, a sociedade colombiana se sentiu compelida a agir.
O que se pode aprender com o caso colombiano?
As coisas só começaram a mudar na Colômbia quando se deixou de escamotear o problema. O estado empreendeu então uma profunda e corajosa devassa na polícia, seguida de ampla reforma institucional, com iniciativas para atrair e incentivar os bons agentes e tolher às más práticas. Foi um processo demorado, que compreendeu reciclagem profissional, contratação de novos quadros e aumento nos salários. Até o código de processo penal colombiano passou por ajustes para que a apuração dos crimes pudesse ser mais célere e eficaz. Cerca de 20% da corporação acabou banida, iniciativa que foi a base para todos os outros avanços que se seguiram. O caso colombiano reforça também a importância de uma força-tarefa nacional, com diversos poderes e alçadas guiados pelas mesmas metas.
É possível reproduzir a experiência no Brasil?
Uma boa articulação entre as polícias não só é possível como absolutamente necessária para obter avanços na área da segurança pública. No caso do Rio, está claro que, por mais competente que seja o secretário José Mariano Beltrame, ele não conseguirá extirpar o tráfico, tampouco as milícias, sozinho. Estamos tratando, afinal, de organizações criminosas com tantos tentáculos institucionais que só mesmo uma ação sincronizada nos moldes da Operação Mãos Limpas italiana com a participação da Polícia Federal do Ministério Público e da própria Justiça – poderá abatê-las. A recente prisão do chefe da gangue da Rocinha, o Nem, enfatiza essa ideia. Talvez ela não tivesse acontecido de forma tão célere se a PF não entrasse em cena. É a mesma PF que deve vigiar as fronteiras para que armas e drogas não sejam infiltradas no país, chegando sem grandes obstáculos às favelas brasileiras. O ideal é que o Brasil unifique as polícias Civil e Militar. Trata-se de tema espinhoso, mas precisa ser encarado de uma vez por todas por autoridades com visão de longo prazo.
Por que unificar as polícias é tão crucial?
É vital para obter ganhos de eficiência. Nas grandes economias do mundo e em países da América Latina, já funciona assim. O Brasil é um dos poucos que têm duas polícias amando de forma independente e ainda por cima competindo entre si. Pela lei, cabe à Polícia Civil investigar e à Militar, fazer o policiamento ostensivo. Só que na prática as atribuições se sobrepõem. Afinal, onde começa a investigação e acaba a vigilância? Prender um criminoso em flagrante não seria uma etapa do trabalho de investigação? Os conflitos que decorrem daí só prejudicam a apuração dos crimes. A ineficácia é espantosa: na grande maioria dos estados, não mais do que 15% dos homicídios são elucidados. É preciso também reformular o Código Penal. que torna os inquéritos peças jurídicas tão arcaicas quanto ineficientes. Nosso arcabouço institucional ainda tem muito a ser melhorado.
Quais são os indicadores que apontam para a inoperância de nossas polícias?
Segundo o último ranking divulgado pelo Fórum Econômico Mundial a respeito da solidez das instituições, a polícia brasileira é pior do que a de 65 países. Como as pessoas não confiam na corporação, não comunicam os crimes de que são vítimas. Isso se repete em todo o Brasil, mas. no Rio, a situação é mais grave. No lugar de prestar serviço à população, a polícia fluminense tornou-se tão temida quanto os próprios bandidos. Ela mata muito. Mais precisamente, 6,98 pessoas para cada grupo de 100 000 habitantes, de acordo com o último dado disponível. Em São Paulo, esse mesmo índice é de 1,07. Em Minas Gerais, 0,27 e, nos Estados Unidos, 0,12. A polícia do Rio é também a que menos soluciona crimes no Brasil.
Como chegamos ao ponto de bandidos ostentarem armas à luz do dia sem ser incomodados, como ainda se vê em morros cariocas?
A conivência da polícia e dos políticos ajuda a explicar essa aberração. Foram décadas até que se chegasse a tal situação. E não foram poucas as chances de interromper o processo. Assim como em outras grandes cidades que passaram por flagelo semelhante, como Los Angeles ou Bogotá, a história teve início quando as gangues que atuavam nas favelas cariocas começaram a se organizar dentro das cadeias. na década de 80. Surgiram aí as facções criminosas ainda hoje em atividade. O mesmo se deu em São Paulo, com o PCC. e em outras cidades do país, em menor escala. Mas só mesmo no Rio, onde a promiscuidade entre a polícia e a bandidagem se manifesta de forma mais pronunciada desde a era dos grandes bicheiros, os criminosos encontraram um ambiente tão favorável. Isso permitiu que evoluíssem para o absurdo que é o domínio de porções da cidade pelos marginais. Quando contei a um amigo americano que me visitou recentemente sobre os avanços no Rio, ele indagou: “Deixe-me ver se entendi. Vocês tinham áreas inteiras dominadas por traficantes e nunca haviam feito nada a respeito?”. Ele está certo. O mais espantoso é que o estado tenha demorado tanto a agir.
Os últimos relatórios sobre a violência no país mostram que o Sudeste deixou de ser a região onde mais se registram assassinatos, posto que ocupou por décadas. O recorde agora é do Nordeste. A que se deve essa mudança?
A explosão da criminalidade no Sudeste levou a um relevante aumento de investimentos dos governos estaduais na área de segurança nos últimos anos. Junto a isso, começaram a aparecer alguns sinais de gestão mais moderna; com o dinheiro sendo aplicado de forma mais eficaz que o usual. São Paulo, um dos estados brasileiros onde a taxa de homicídios mais caiu, é um bom exemplo. Constituiu-se ali uma base de dados comum às duas polícias. e as estatísticas passaram a subsidiar ações bastante objetivas de combate ao crime nos locais de maior incidência. Também se apostou muito na qualificação de pessoal e no estabelecimento de metas bem definidas de redução da criminalidade, com bônus previstos para os agentes que alcançam os melhores resultados.
E o que explica a escalada de homicídios no Nordeste?
Os estados nordestinos seguiram rumo inverso ao do Sudeste. Os investimentos minguaram, e a polícia foi sucateada. Com exceção de Pernambuco, que tem progredido, as corporações estão desaparelhadas, destreinadas e prescindem de estatísticas confiáveis que permitam uma estratégia eficiente para a prevenção de crimes. Não se dá prioridade à área de segurança pública e ainda se adota por lá um discurso falacioso segundo o qual o recrudescimento do crime seria consequência inevitável do crescimento econômico. Uma grande bobagem.
Não há especialistas que sustentam justamente o contrário, argumentando que é a pobreza o grande motor da criminalidade?
Trata-se de outro argumento de cunho ideológico, que não encontra nenhum respaldo na realidade. Hoje dispomos de estatísticas de sobra a indicar que nem todo lugar pobre é violento. O que os estudos mostram, isso sim. é que não há lugar violento que não seja muito pobre, com elevados índices de gravidez na adolescência e de desemprego entre os jovens.
O que se pode extrair da experiência desses lugares mais pobres?
Está provado que onde há redes de controle social fortes – como associações e ONGs a criminalidade arrefece. Um dos programas mais bem-sucedidos nessa tarefa, que começou no início dos anos 2000, é o Fica Vivo da prefeitura de Belo Horizonte – inspirado, por sua vez, no sucesso da experiência de Boston nos anos 80. O primeiro passo foi prender os lideres das gangues que os levantamentos indicavam ser responsáveis pela escalada de assassinatos. Depois, abriram-se as escolas no fim de semana e promoveram-se atividades culturais e de formação profissional. Resultado: os homicídios na capital mineira já caíram pela metade desde 1998. Mas cabe aqui uma ressalva. O importante nessa e em outras iniciativas foi fazer com que o estado atuasse em conjunto com a sociedade. Sozinhas, as ONGs sempre correm o risco de ficar acuadas e até ser cooptadas pelo poder do tráfico. Foi o que se viu no infeliz episódio em que um líder comunitário da Rocinha acabou flagrado vendendo fuzil, mais um escândalo”.
Comento:
É hora de limpar a polícia, sem dúvida.
Limpar todas as polícias brasileiras. A referência “bandidos de farda” como forma de representar a banda podre policial é um erro, pois tem muito bandido nas polícias que nunca usou qualquer farda. Aliás, a quase totalidade dos bandidos no Brasil, não usa fardas.
É perfeita a referência:
“A podridão não se limita às bases da corporação, mas está entranhada nos mais altos escalões”.
A matéria é interessante e devemos entender que como não pertence aos quadros, fica difícil ao sociólogo identificar corretamente alguns pontos.
Faço uma ressalva, não concordo que “as milícias são o que há de mais parecido no Brasil com as Máfias italianas”, considero que o que mais se parece com as máfias italianas no Brasil é a máfia política que estende seus tentáculos para todos os lados, inclusive se infiltrando nas polícias, dominando-as e subjulgando-as para atenderem aos seus interesses.
Fonte: Blog Coronel Paulo Ricardo Paúl

Assaltantes roubaram dinheiro de banco em Poxoréu (MT) na fuga houve confronto com a PM em Juscimeira e dois suspeitos foram baleados.

Assaltantes explodiram dois caixas eletrônicos de um banco na madrugada desta quarta-feira (14) no município de Poxoréu, a 259 quilômetros de Cuiabá. Segundo informações, a quadrilha com oito pessoas teria invadido a agência, explodido os caixa eletrônicos e levado uma quantia não confirmada de dinheiro do local. Na fuga, houve confronto com a polícia militar na região de Juscimeira e quatro suspeitos foram presos, sendo que dois deles acabaram baleados.

Após arrombar os caixas eletrônicos, os assaltantes tentaram fugir para as cidades vizinhas de Juscimeira e Jaciara.

Houve barreiras em toda a região e quando os bandidos foram interceptados os mesmos reagiram e houve tiroteio. Um dos suspeitos levou um tiro na perna e outro sofreu um tiro na coluna. Os baleados foram atendidos e encaminhados ao Hospital Regional de Rondonópolis. Outros dois suspeitos também foram presos e os demais conseguiram fugir. No fim da manhã mais um suspeito foi preso e encaminhado para a Delegacia de Jaciara.

”Os quatro detidos são de Cuiabá e já têm passagens na polícia por crimes como furto, roubo e até homicídio”. Também foram apreendidos quatro veículos utilizados pelos assaltantes, duas armas de fogo, sendo uma pistola e um revólver, além de R$ 125 mil dentro de um dos carros.

Policiais civis e militares estão procurando o restante da quadrilha na região do assalto.

Segundo o Sindicato dos Bancários de Mato Grosso, este ano foram registrados 105 ataques a caixas eletrônicos no estado e 49 a agências bancárias. Em todo o ano passado foram 108 roubos a caixas eletrônicos e 19 a agências bancárias.

Operação
Um dos suspeitos preso em flagrante na madrugada desta quarta-feira era um dos procurados na operação ‘Sétimo mandamento’, deflagrada pelo Grupo Especializado de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A operação tem como objetivo desarticular quadrilhas de assaltos conhecidos como ‘saidinha de banco’ e roubos a residências.