Aprovação da PEC 300 pode acabar com greves.

Autoridades destacam importância de prevenir a insatisfação dos policiais antes de greves Da Rádio Bandeirantes noticias@band.com.br
As greves de policiais cresceram em frequência e quantidade nos últimos 15 anos em todo país. A solução do problema, que inclui a melhoria dos salários e do treinamento da categoria, pode levar anos para ser alcançada. Na opinião de especialistas ouvidos pela Rádio Bandeirantes, uma das poucas manobras rápidas à mão é ceder à pressão e aprovar a PEC 300.
Para o ex-secretário nacional de segurança pública, Coronel José Vicente, é necessária atenção dos executivos estaduais para greves generalizadas. Em 2001, a categoria parou no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará e Bahia, liderada por movimentos grevistas.
Sete anos depois, em São Paulo, houve uma paralisação de policiais civis que durou 59 dias e terminou em confronto com a PM  na porta da sede do governo paulista. Além do motim dos bombeiros cariocas, mais recentemente estados do norte e nordeste como Rondônia, Ceará, Alagoas e Maranhão também registraram levantes.
Na maioria dos casos, os policiais receberam anistia no processo de negociação. O consultor em segurança do Grupo Bandeirantes de Comunicação também vincula o sucesso da operação no Rio, após a Bahia, para o futuro da segurança nacional.
Para o General Augusto Heleno, parte do problema poderia ser evitada se os serviços de inteligência detectassem focos de insatisfação antes do início da greve. Segundo o presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, é ilusória a tranquilidade repassada à população pelo ministro da Justiça.
Na semana passada, José Eduardo Cardozo, garantiu que o governo brasileiro “está preparado” para lidar com a desordem em qualquer lugar enviando tropas federais. Porém, Bene Barbosa lembrou ainda que a capacidade da força nacional é limitada para solucionar problemas deste porte.

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