Polícia de SP, uma das mais eficientes do país, enfrenta o seu pior inimigo: a ideologia vagabunda! Ou: Imprensa, MP e Defensoria contra a PM. Quem sai ganhando?

É o fim da picada! Sob o apoio entusiasmado de setores da imprensa paulistana que odeiam a polícia por princípio e por agenda — isto é, defendem certas coisas que a polícia combate, seguindo a lei —, o procurador federal Matheus Baraldi Magnani anunciou que vai entrar com uma ação pública pedindo nada menos do que o afastamento do comando da Polícia Militar de São Paulo. Acusação? Perda de controle da situação! É uma agressão ao bom senso, à verdade e à razoabilidade. É um despropósito!  Magnani, diga-se, age segundo os seus costumes: chama a imprensa primeiro e pensa depois. É sede de estrelato. Seus óculos são de astro pop (ver abaixo) e, parece, a inclinação também. E é amigo dos jornalistas.
No dia 18 de abril deste ano, Magnani foi, por assim dizer, demitido pelo Conselho Nacional do Ministério Público. Em casos como o dele, a demissão acaba comutada em pena de suspensão de três meses, da qual ele acabou de sair. O placar contra ele foi eloquente: 10 a 2. O que ele fez? Concedeu uma entrevista sobre uma investigação que estava em curso e passou a jornalistas informações sigilosas. Só isso. Vocês sabem como é… Um guitarrista, num palco, não resiste a um solo para mesmerizar a multidão.
Agora, de certo modo, faz o mesmo. Pega carona em duas ocorrências lamentáveis, verdadeiramente infelizes, protagonizadas por homens da Polícia Militar — e não pela instituição — e resolve pedir o afastamento do comando, como se a ordem para matar suspeitos, naquelas condições, fosse uma orientação desse comando. E conta com a chacrinha do jornalismo engajado! Os fatos demonstram o contrário do que ele sustenta: os policiais são treinados na academia justamente a não atirar em casos como aqueles.
O anúncio oficial da ação será feito amanhã (mas ele não resistiu e já anunciou), numa audiência pública organizada em conjunto com a Defensoria Pública, o Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) e o Movimento Nacional de Direitos Humanos. Dois casos de violência policial, como se percebe, estão sendo tratados como se a segurança pública no estado vivesse o caos. E, no entanto, isso é uma clamorosa mentira. O que se tem é justamente o contrário. Os números demonstram que São Paulo é um dos estados mais bem-sucedidos no combate à violência.  Mas a engrenagem da desqualificação da Polícia foi posta para funcionar.
Que se escreva sempre e com todas as letras: os dois casos que motivam os protestos são, sim, lamentáveis, e seus autores têm de ser punidos, mas a histeria contra a polícia é fruto da má consciência, especialmente porque a própria corporação não aposta na impunidade. Ao contrário: reconheceu o erro na operação e prendeu os policiais.
Histeria e esquizofrenia O mais curioso é que convive com o ataque à suposta violência policial generalizada — um delírio, uma mentira estúpida — a acusação de ineficiência da polícia por conta de arrastões a prédios e restaurantes. Os dois casos se prestam à antítese fácil, vagabunda, coisa de prosélitos vulgares: a polícia seria ineficiente para coibir a ação de bandidos, mas violenta com não-bandidos, como se, na origem daqueles dois casos, não tivesse havido resistência à abordagem policial. “Está justificando o que aconteceu, Reinaldo?” Uma ova! Só um canalha faria essa ilação. Só estou deixando claro que há uma diferença entre policiais que perdem o controle e uma polícia que perdeu o controle. Ha 100 mil homens na PM!
Não é a primeira vaga de desqualificação da Polícia de São Paulo. Não será a última. A tabela abaixo traz o índice de homicídios por 100 mil habitantes do Brasil e de cada unidade da federação entre 2000 e 2010. Deem uma olhada. Volto em seguida.
O levantamento é do respeitado Mapa da Violência. A redução no Brasil foi de miseráveis 2%. A de São Paulo, de 67%. Não fosse o estado, os números nacionais teriam explodido. O Brasil tem uma Secretaria Nacional de Segurança Pública. Os petistas falam pelos cotovelos em direitos humanos. A menor ocorrência no estado governado pelo partido adversário desperta a sanha humanista de uma patriota como a ministra Maria do Rosário. Em 8 desses 10 anos, o país ficou sob o governo petista.  Pode-se ver o resultado! Procurem na tabela os números dos estados governados pelo PT… Vejam ali o caso da Bahia!
Não! Eu não vou condescender minimamente com essa onda bucéfala contra a polícia. Não adianta nem tentar vir fazer proselitismo no meu blog. A PM fez a coisa certa: prendeu os policiais. No mais, segue fazendo o seu trabalho — sob o porrete da imprensa, do Ministério Público, da Defensoria Pública, entre outros — porque há uma cultura de hostilidade à polícia no Brasil, ainda herdeira da “luta contra a ditadura”, o que é uma sandice. Até porque alguns dos bibelôs do politicamente correto que estão nessa lutaram, no máximo, para impedir que o irmãozinho lhes tomasse das mãos o Atari ou a tigelinha de sucrilhos.
Vejo que uma das figuras de proa na Defensoria pública, mais uma vez, é Daniela Skromov de Albuquerque, a mesma que se mobilizou, com furor verdadeiramente militante, contra a ação da PM na Cracolândia. Os defensores chegaram a armar uma tenda no Centro de São Paulo, em defesa da permanência dos viciados na área. Na desocupação do Pinheirinho, assistiu-se à mesma catilinária contra a polícia, embora ela estivesse cumprindo uma ordem judicial.
O crime organizado certamente está feliz. Todos esses “amigos do povo” — imprensa, Defensoria, Ministério Público etc — fazem contra a Polícia o que a bandidagem não consegue fazer: desqualificá-la. A Polícia de São Paulo, numa mirada histórica, tem vencido a luta contra o crime, mas corre o risco de ser derrotada por essa conspiração de pessoas bacanas…

Por Reinaldo Azevedo
FONTE – VEJA

Policiais do RS tem reajuste salarial aprovado.

A última sessão legislativa antes do recesso do 1º semestre, em 11-07, foi simbólica para a segurança pública gaúcha. Os deputados estaduais aprovaram quatro projetos de lei, que garantem um reajuste dos vencimentos de servidores da Brigada Militar e Polícia Civil de até 171%. As iniciativas contemplam com aumento os servidores das duas instituições no período de 2011-2018.

O acordo foi construído ao longo de seis meses com sindicatos e entidades, representando o maior acordo salarial na história do Estado para os servidores da Segurança. Uma das categorias com os salários mais achatados da segurança estadual, os soldados da Brigada terão reajuste de 104% nos próximos quatro anos. “É uma satisfação poder ter trabalhado junto com os demais deputados para garantir o maior aumento salarial da história da Brigada e da Polícia Civil. Travamos um longo período de diálogo com as categorias e o saldo é muito positivo”, destaca Valdeci Oliveira (PT).

Brigada Militar

Para soldados, cabos e sargentos o reajuste varia de 59,23% a 118%, de forma escalonada até 2014. Da mesma forma, serão reajustados os soldos básicos dos postos de Capitão em 73,95%, major em 38,05%, tenente-coronel em 42,83% e coronel 43,42%. A proposta resulta de uma negociação que envolveu os servidores da Brigada Militar, por intermédio de suas entidades representativas, e demonstra o esforço do governo do Estado, no limite de sua capacidade financeira, para recompor os vencimentos da categoria.

Polícia Civil

Para os servidores da Polícia Civil, com calendário definido ano a ano entre 2011 e 2018, o percentual de reajuste varia de 63,79 % a 171,65 % abrangendo investigadores de 1ª a 7ª classe, inspetores/escrivães de 1ª a 4ª classe, comissários e delegados de 1ª a 4ª classe. Outras alterações dão conta de que os investigadores com mesmo padrão de inspetores e escrivães perceberão rigorosamente a mesma tabela a partir de maio de 2013. Também ficaram definidos índices de escalonamento para todos os agentes.

Segundo o líder do governo, Valdeci Oliveira (PT), o projeto é fruto das negociações feitas com entidades de servidores da Polícia Civil e Brigada Militar, que resultaram em propostas com percentuais de reajustes acima do previsto para a inflação durante o prazo de pagamento do plano. Segundo o petista, os projetos estruturam a carreira, asseguram a verticalidade, e garantem aumento real, alem de reduzir para 25% a diferença entre o maior e menor salário. As informações são da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul (ALRS).

O policial é uma liderança politica.

Os últimos movimentos reivindicatórios realizados por policiais militares no Brasil têm demonstrado que quando os governos se mobilizam contrariamente às reivindicações (e dificilmente não o fazem), a maioria das instâncias públicas e privadas que poderiam dar apoio aos policiais aderem aos “argumentos” governistas: o Judiciário decreta a ilegalidade dos movimentos, o Ministério Público denuncia policiais, a imprensa não dá voz às reivindicações e tenta boicotá-lo através de expedientes com requintes de manipulação. Neste cenário, qual deve ser a tática utilizada pela categoria policial para conquistar direitos, obrigando os governos a cumprirem com seus papéis de dignificação dos trabalhadores da segurança pública?A primeira saída considerada, e a que aparentemente se torna mais eficiente, é que os policiais e bombeiros brasileiros elejam seus próprios representantes, seja nas câmaras de vereadores, nas assembleias legislativas, no Congresso Nacional ou mesmo no Executivo. Só tomando como base a quantidade de policiais e bombeiros militares brasileiros, cerca de 434.122, conforme levantamento da Inspetoria Geral das Polícias Militares (IGPM), e levando em conta o potencial de liderança comunitária de cada um desses profissionais, possuindo cada um deles a capacidade de “conquistar” dez votos, além do seu próprio, a influência política alcançada é a seguinte:
Contando com o apoio de familiares e pessoas próximas, é de se crer que dez votos sejam bem menos que o possível. Além disso, este número cresce significativamente se considerarmos os policiais civis, os guardas municipais e os policiais federais e rodoviários federais.Naturalmente, é preciso que haja entidades que agreguem lideranças locais no âmbito nacional, definindo procedimentos regionais que garantam a representatividade política através do voto unificado da categoria. Se existe a “bancada dos evangélicos”, que defende a causa religiosa protestante, a “bancada da motosserra”, que defende os interesses de desmatadores, além de outros tantos setores (legítimos ou não), por que os policiais não podem se unir através do voto em torno de seus objetivos? Trata-se de um modo democrático, legal e relevante de ganhar visibilidade política.Para uma categoria que pode votar mas não pode se manifestar, explorar o voto parece ser a melhor alternativa. Ou vão acusar os profissionais de segurança pública de “golpistas” por isso?

Fonte: Abordagem Policial

Ser Policial‏…

A profissão do policial militar é regulamentada e recebe por Lei, um campo específico de atuação e está garantida pelo Art. 144 da CF 88. Contudo, nem sempre à vista do olhar da sociedade é apropriada, principalmente pelo seu trabalho, muitas vezes coercitivo exercido em situação que exige este tipo de demanda.
Ser policial é respeitar as próprias limitações; é confrontar sim, se preciso for, mas respeitar as diferenças da viabilidade humana; é suplantar as fronteiras do perigo, não tanto pela sua função preventiva, ostensiva e quando necessária repressiva, não tanto pelas leis escritas, como pela convicção de justiça, mas como aquele que se responsabiliza pelas suas ações, ama sua profissão e que é qualificado para exercê-la.
Ser policial é ser aguerrido e entender que nem tudo é êxito; é decidir em frações de segundo; é ter coragem de deixar, muitas vezes sua família em casa desprotegida para proteger a sociedade. Ser policial militar é muito mais que vestir a farda e honrá-la; é muito mais que respirar a hierarquia e a disciplina; é muito mais que ser superior ao tempo, como, apesar das mudanças e das inovações, ainda dizem por aí.
Ser policial é renascer para a vida todos os dias; é ter dupla delegação e, em ambas interpretar à mandatária das leis a que não se pode renunciar; é não desanimar com os obstáculos; é enfrentar os desafios com bravura e ter a confiança de que o direito há de vencer as forças contrárias as leis; é preocupar-se com seu semelhante, com os fragilizados e colocados à margem da sociedade.
Ser policial é integrar-se à sociedade e respeitá-la; é ter a compreensão de que o ser humano é social, é interativo, por isso, mesmo sujeito às regras, podem cometer erros e ainda, assim tem direito a um julgamento justo; é ter expectativas cotidianas de que o amanhã será um dia melhor; é apaixonar-se por atitudes simples do dia-a-dia; é entender o pobre, o doente, o rico e viver à emoção dos outros sem se emocionar; é assistir ao choro dos pais que perdem seus filhos para o crime, para as drogas, sem poder chorar; é compreender sem ser compreendido.
Ser policial é simples assim, é ser cidadão acima de tudo!

PM-MT: Comandante da PM esclarece que instituição não faz derrubada de casa durante desapropriação

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Osmar Lino Farias, esclarece que a instituição não faz derrubada de casas, muito menos, retira pessoas de dentro das casas, mas, sim, faz presença física, armada com munições não letais por determinação judicial. O coronel reitera ainda que a instituição é responsável somente por acompanhar o oficial do Poder Judiciário para o cumprimento do mandado de reintegração de posse.

Farias lamenta que alguns veículos de imprensa ainda dêem enfoque à suas matérias com tom inverídico quanto à essa questão, prejudicando a imagem da instituição. Como foi noticiado pelo site 24 Horas News, com a matéria publicada às 10h56, desta terça-feira (17-07), com o título ‘Polícia derruba casas em assentamento; famílias fazem acordo para sair’. (Veja a matéria no link: http://www.24horasnews.com.br/index.php?tipo=ler&mat=419577).

“Isso demonstra descompromisso para com a verdade de pessoas que se dizem profissionais da imprensa. A PM não faz derrubada de casa, não tem trator, não empresta, nem aluga de ninguém para fazer esse trabalho de derrubada casa dos outros. Quem reintegra é o Poder Judiciário, por meio do oficial de justiça. Quem derruba a casa ou simplesmente o ‘barraco’ é o dono da terra reintegrada”, enfatizou.

Assessoria/PM-MT

Nem polícia nem militar, são obrigados a se expressarem no anonimato e o que querem os policiais?

As greves das Polícias Militares (PMs) constituem um fato social que merece avaliação cuidadosa.

Todos sabem que a Constituição proíbe a greve aos militares – no que, aliás, está muito correta. O problema é que os PMs são, para todos os efeitos, equiparados aos membros das Forças Armadas. Mais do que isso, as próprias Polícias Militares são consideradas forças de reserva do Exército e estão, em última instância, a ele subordinadas. Então, é como se os PMs não fossem policiais, mas “militares”. Tratamos, aqui, de entulho autoritário que precisa ser removido. Policiais – militares ou civis – são trabalhadores como quaisquer outros e precisam dos mesmos direitos trabalhistas. Em se tratando de serviço essencial, eventuais greves devem obedecer ao imperativo de manutenção dos serviços emergenciais – como ocorre na área da saúde, por exemplo.
Recusar aos PMs o direito à sindicalização e a outras garantias básicas da convivência democrática é erro de gravíssimas conseqüências.
De plano, a vedação transforma qualquer manifestação reivindicatória – ainda que pacífica e ordeira – em infração disciplinar e mesmo em crime militar; o que as empurra para a ilegalidade e para os “desvios secundários” desta condição (como, por exemplo, o anonimato, as práticas conspiratórias, etc.). Sem a experiência de uma cidadania plena e submetidos, não raro, a relações de desmando e de humilhação por seus superiores, os PMs vivem a condição da desigualdade e da violência em suas próprias corporações e é nesta linguagem que são (de)formados. A conta será paga em cada abordagem policial, como de costume, pela população mais pobre, pelos negros e pelos suspeitos de sempre. O ponto que desejo destacar aqui, entretanto, é que a democracia brasileira não entrou nas PMs e nela não entrará enquanto o modelo de polícia que temos não for profundamente alterado.
Enganam-se os que pensam que as greves dos PMs no Brasil expressam tão-somente demandas salariais. Os salários-nada-essenciais pagos aos praças, assim como aos policiais civis não-delegados, são, é claro, o tema emergencial. Mas, para além disso, os trabalhadores da segurança pública querem ser ouvidos e estão em busca de respeito. Alguns entre eles, por desespero ou oportunismo, cometem neste processo atos inaceitáveis que devem merecer a devida resposta jurídica. Mas não se pode “enquadrar” as aspirações de centenas de milhares de policiais aos atos reprováveis praticados por uma ou outra liderança – que, possivelmente, nunca teriam alcançado protagonismo em uma dinâmica de mobilização sindical.
A condição humana dos policiais brasileiros tem sido historicamente aviltada. Não apenas pelo descaso dos governantes – sempre sensíveis aos pleitos dos poderosos e daqueles que estão no topo da pirâmide salarial – mas também por um modelo de polícia ineficiente e irracional que não oferece aos bons policiais qualquer perspectiva de dignidade e reconhecimento. O que as greves das polícias estão nos dizendo é que a paciência do “andar de baixo” – pelo menos nas polícias – se esgotou. O que, desde uma perspectiva histórica, costuma ser uma boa notícia.

Marcos Rolim – rolim.com.br

Consciência Política: Policial & Bombeiro Militar vota em militar.

Consciência Política
Policial & Bombeiro Militar
Mudança só Vira Com Comprometimento

 

Este ano de 2012 teremos eleições para os diversos Estados Brasileiros, eleições esta para prefeitos e vereadores, e o que tenho visto é que Policial e Bombeiro Militar não querem votar em policial ou bombeiro, mais acho que devemos levar em conta que somente quem vive dentro das instituições é quem realmente conhece a vida e é o único que sabe o que é necessário para mudar a vida do policial e bombeiro militar, espero que vocês tenham plena consciência política de sua força e que sua arma é o seu voto, não queria ser portador desta noticia, mais espero que com ela você policial e bombeiro militar tenha plena consciência e veja que Deputado Civil, que jamais viveu o que você viveu e vive no seu dia – a – dia, farão qualquer lei que venha a favoreçer as corporações, quero que vocês tomem conhecimento:

Câmara Federal afirma que vai arquivar a PEC 300.

O presidente da Câmara Federal, deputado Marcos Maia(PT/RS), informou nesta 6ª feira que vai arquivar a PEC 300, aquela que eleva e equipara o salário de Militares e Bombeiros Militares em todo o país.
Diz Marcos Maia que a Câmara não tem poderes para interferi na politica salarial dos estados. Segundo ele, cada estado sabe de suas limitações financeiras.

Para ele, cabe aos governadores e aos deputados estaduais discutirem o assunto. Mas não era isso que o PT dizia quando estava na oposição.

O discurso era outro.

FONTE: 180 GRAUS (blog da Renata).

E como estamos às vésperas das eleições municipais que haverá este ano de 2012, devemos parar um pouco para analisar, se devemos realmente ter representantes na Câmara Federal, sei que muitos que lá estiveram muitas das vezes mudaram de lado, sobre isso o que posso dizer é que o mesmo não tem moral alguma, mais mudando um pouco de assunto, devemos observar que isso não é novo na política, sei que muitas câmaras possuem deputados e vereadores que são policiais ou bombeiros militares, e você como policial ou bombeiro militar está em uma profissão que proporciona um contato continuo com várias pessoas da sociedade, porém o ponto chave é que você é uma liderança, então peço que você policial e bombeiro Militar tenha em mente que você tem que entrar nesta luta pra mudar a cara da PM e BM do BRASIL, somente você lutará por mudanças.

O texto abaixo é do Blog Abordagem Policial:

Em vésperas de eleições municipais, neste ano de 2012, no âmbito das instituições de segurança pública, tem sido comum se ouvir o seguinte bordão: “Policial vota em policial”, em campanhas que visam direcionar os milhares de votos dos policiais brasileiros a candidatos “da casa”. Que fenômeno é esse, onde os profissionais de segurança pública clamam por representantes próprios no âmbito político?

Primeiro é preciso observar que não é algo novo a eleição de policiais para cargos públicos, já que muitos estados possuem deputados e vereadores oriundos das polícias – principalmente das militares (o Senador Romeu Tuma foi delegado da Polícia Federal). A profissão policial propicia um relacionamento contínuo com várias pessoas e colegas de trabalho, o que torna pouco difícil aos mais populares a aquisição de alguns adeptos de sua campanha na corporação em que serve. Porém, o ponto-chave do que assistimos hoje é que não se trata de um candidato convidando a tropa para uma mobilização, mas a tropa clamando por um candidato para implementá-la.

A Proposta de Emenda Constitucional de número 300, a PEC 300, que visa criar um piso salarial nacional para os policiais brasileiros está tendo um papel fundamental na construção desse sentimento. Nunca houve mobilização dessa magnitude envolvendo policiais brasileiros – com consciência de corpo em busca dum objetivo comum. As frustrações impostas por políticos desinteressados nas causas policiais vêm mostrando a necessidade de representantes efetivamente preocupados com a categoria.

Mas é preciso ficar atento, pois o ser policial não é um selo de qualidade, deixando o candidato livre da desídia com a classe, tendo intenções e ideais nobres voltados para a categoria e para a segurança pública. Estudar as idéias e o histórico de cada candidato é fundamental para decidir em quem votar.

Por outro lado, é plenamente possível que candidatos que não sejam policiais tragam propostas mais atrativas, bem como biografias mais confiáveis do que os policiais candidatos.

Assim, a questão de ser ou não policial é menos importante, em comparação com as medidas que cada candidato impõe para sua agenda. Observado este aspecto, pode ser louvável eleger alguém “da casa”, pelas vivências e conhecimento de causa daquele que tem a experiência dos que são vítimas do descuido político estatal.
Fonte: www.conscienciapoliticapmbm.blogspot.com.br

RESPONDA RÁPIDO: Você é um policial SÓLIDO ou LÍQUIDO?

Conceda-me alguns minutos do seu precioso tempo e leia este texto até o fim, para depois dar cabo da indagação.
O sólido e o líquido são opostos. É da natureza do líquido se adaptar às mudanças, adquirir novas formas, contornar obstáculos e se misturar a outras substâncias. Por outro lado, o sólido raramente se mistura e possui enorme dificuldade de mudar de forma sem perder conteúdo.

Numa organização policial é possível visualizar claramente essas mesmas distinções, vejam:

POLICIAL SÓLIDO é aquele que tem dificuldade de se adaptar às mudanças da sociedade. Ele vive de saudosismo, dizendo que ?tempo bom? era aquele que ?polícia era polícia?; que paisano tinha medo da farda; que o destino de todo bandido era a vala.

POLICIAL LÍQUIDO vive a realidade, entende que estamos em um Estado Democrático de Direito; que a polícia não precisa ser temida, mas sim respeitada; que o infrator deve ser preso e submetido a um julgamento justo e não outra vítima da violência.

POLICIAL SÓLIDO adora reclamar indiscriminadamente da instituição; dizer que não recebe treinamento suficiente; que não foi preparado para a missão que recebeu; que seu salário é uma merda e por isso ele precisa fazer ?bico?.

POLICIAL LÍQUIDO compreende que as críticas são importantes para o crescimento da instituição, desde que construtivas e fundamentadas. Ele sabe que é preciso buscar conhecimento fora da instituição para ampliar seu horizonte profissional. Procura levar uma vida compatível com seu soldo e busca os meios legais para aumentar seu poder aquisitivo.

POLICIAL SÓLIDO acredita que está acima da lei; que é superior ao paisano; que pode dirigir sem CNH, sem quitar os documentos do carro; que não precisa pagar seu próprio lanche; que não pode sofrer sanções quando erra.

POLICIAL LIQUIDO reconhece que é parte integrante da sociedade, que deve cumprir a lei como qualquer cidadão, que deve viver num ambiente de iguais direitos e deveres para todos.

POLICIAL SÓLIDO despreza o subordinado e exalta o superior hierárquico.

POLICIAL LIQUIDO trata ambos com respeito e camaradagem.

Agora, faça uma experiência mental. Imagine que você disponha de uma garrafa pet (SOCIEDADE), um copo com água (POLICIAL LIQUIDO) e um cubo de gelo (POLICIAL SÓLIDO).

Pense na facilidade que é colocar a água dentro da garrafa. Agora imagine como você faria para colocar o cubo de gelo dentro desse mesmo objeto.

Percebe-se que o liquido de amolda facilmente ao formato da garrafa, mantendo sua quantidade e consistência. Contrariamente, se você conseguir colocar o sólido dentro garrafa, por certo irá deformá-la ou o gelo irá se quebrar em vários pedaços.

A LIQUIDEZ é típica daquele policial que interage com a sociedade sem sofrer danos pessoais (processos criminais, administrativos e perda da própria identidade) em decorrência dessa convivência. O policial liquido adere à comunidade, tal qual a água se amolda à garrafa.

Por outro lado, A SOLIDEZ é característica do policial que tem dificuldade de inserir-se na sociedade, pois se considera ?melhor? ou ?mais importante? que os demais cidadãos. Esse policial, como o gelo na garrafa pet, não consegue integrar uma comunidade sem corromper a si próprio ou macular a sociedade na qual vive.

As idéias alinhavadas nesta resenha foram influenciadas pela obra do filósofo Zygmunt Bauman, denominada MODERNIDADE LÍQUIDA, na qual o autor traça um paralelo sobre a sociedade medieval e sociedade moderna. Ele assevera que SOLIDEZ é típico de uma sociedade atrasada e LIQUIDEZ é a exigência da sociedade desenvolvida e livre das crendices do passado.

Então amigo. Você é um POLICIAL SÓLIDO ou um POLICIAL LIQUIDO?

* Nivaldo de Carvalho Júnior, 2º Sgt PM, e bacharelando em Direito pelo Centro Universitário de Sete Lagoas

Ford lança picape F-150 SSV para uso da polícia e bombeiros.

F-150 SSV Bombeiros (Divulgação)
A Ford acaba de apresentar a versão Special Service Vehicle (SSV) da picape F-150, destinada ao mercado de veículos especiais para uso em serviços públicos, como polícia e corpo de bombeiros. Este veículo é oferecido no mercado norte-americano e seu “pacote” de equipamentos não tem custo adicional para esse tipo de utilidade pública.
F-150 SSV Polícia (Divulgação)
Criada para ser vendida em frotas, a versão está disponível nos modelos cabine simples ou dupla, com tração 4×2 ou 4×4 e a opção dos motores V8 5.0, de 360 cv, ou 3.5 EcoBoost, de 370 cv, ambos com transmissão automática de seis velocidades. O veículo também vem com um alternador de 220 A, para alimentar os equipamentos elétricos usados nesse tipo de serviço.
Com interior reforçado, o F-150 SSV traz modificações na cabine para facilitar a instalação de acessórios e a limpeza. O assento central dianteiro, assim como o console, foram retirados para aumentar o espaço para a instalação de equipamentos de comunicação e transporte de armas. Os bancos traseiros são revestidos em vinil reforçado.
Também é possível equipar a picape com todos os opcionais disponíveis na linha. Nessa lista, estão: pneus reforçados, protetores de assoalho e diversos itens de conveniência.

DE QUEM É A CULPA, POLÍCAL OU SOCIAL?

Por volta de quatro horas da manhã da terça-feira, 29 de maio, na cidade de samambaia, distrito federal, um homem viciado em drogas, traficante, autor de roubo a mão armada e tentador de homicídio, em prisão domiciliar, faz de refém sua própria filha, com uma arma de fogo e uma faca. Perguntam-se “CADÊ A POLÍCIA?”

Foi acionado um grande aparato policial, BOPE com time tático, negociadores, atiradores de precisão, BP Choque, BP Cães, policiamento da área e (GTOP). Depois de 14h de operação gerente e alto profissionalismo da Polícia Militar do Distrito Federal, o indivíduo foi rendido e preso pela 5ª vez (sem contar quando na menor idade) e a criança foi SALVA. Agora, a pergunta que não quer calar! “CADÊ A JUSTIÇA?”
Por quê quando crimes como este, e muitos outros, acontecem em todo país, a Imprensa, as autoridades e a sociedade não se atentam do porquê destes indivíduos, de alta periculosidade, estarem em liberdade? (Liberdade condicional, prisão domiciliar e indultos) Não deveriam estar cumprindo prisão por crimes anteriores, em que foram presos pela polícia que é bode expiatório em questão? De quem é a culpa da criminalidade crescente? De quem prende ou de quem solta? E a pergunta é “CADÊ A LEI?”
Nosso código penal é de 1940, nossa CFB(Constituição Federal Brasileira) já tem vinte e quatro anos e está cheia de emendas, o estatuto da criança e adolescente não assisti a criança em situação de risco, mas maqueia seus crimes com as palavras “ato infracional”, resumindo, uma legislação ultrapassada. Mas pode piorar! Há projetos que descriminalizam o uso e porte de drogas e projetos que criminalizam os pais que corrijam seus filhos com um tapinha! “CADÊ NOSSOS POLÍTICOS?”
Tenhamos consciência, nossos políticos saem da sociedade e são aprovados pela mesma sociedade em uma eleição, diga-se de passagem, já são vinte e quatro anos de democracia e seis eleições, já era para ter aprendido! Elegemos palhaço e jogadores! Eles legislam em causa própria esquecendo-se do povo e se corrompem. “O Congresso Nacional é o espelho da nossa sociedade!” “CADÊ A EDUCAÇÃO?”
Estamos na era da alta tecnologia e da informação, estudantes da USP (Universidade Federal de São Paulo) dizem sim para as drogas e não para a Polícia Militar, marcha da maconha, brigas nas escolas, invasão e depredação de reitorias e ministérios, bloqueios de pistas e avenidas por alunos, greves, professores agredidos e ameaçados, aumento de uso de drogas lícitas e ilícitas por estudantes, pouco investimento e valorização da educação. “CADÊ A FAMÍLIA?”
Sem valor algum para a mídia, a família vem sofrendo ataques e influências que não contribuem em nada para uma boa formação do ser humano. Perda dos valores, respeito, caráter e disciplina, faltam do convívio familiar e autoridade paterna, drogas (álcool), são alguns dos problemas enfrentados pelas famílias. Ninguém se compadece da necessidade e dor de seu próximo, há pessoas que valorizam mais seu cachorro de estimação do que o ser humano, famílias desestruturadas.
POLÍCIA MILITAR (multifacetada) vem se desdobrando para controlar a violência e criminalidade, mas está na hora de compartilhar este enorme bolo com as outras instituições e organizações e sociedade civil, pois a Constituição Federal é bem clara, segurança pública é dever do Estado e RESPONSABILIDADE DE TODOS! Todos falham e polícia tem a obrigação de consertar? Segurança Pública é um processo sistêmico! Já pensaram na complexidade da ação policial nesta situação de um criminoso (que deveria estar preso) com refém? Armado? Drogado? Com uma criança indefesa? As vidas, carreira e moral dos policiais em risco, a vida da criança, e até a do criminoso? Neste caso, o profissionalismo e heroísmo se confundem! Que profissão é essa que arrisca a própria vida para salvar as dos outros, e poupar a do perpetrador? Enquanto que tem gente mais preocupada com cobertura e a continência, a justiça como sempre, mais cega do que nunca, os políticos com medo de cair na cachoeira, a família desestruturada e a sociedade alheia! “E AÍ SOBRA PARA QUEM?”
POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL, PARABÉNS MAIS UMA VEZ. MAIS UMA VEZ NÃO! PARABÉNS MAIS 365 VEZES!!!”
Robson Dias, PM Brasil.
Valendo-se da Constituição brasileira de 1988 – (Art. 5º IV, IX, Art. 220º e § 2º.)


e-mail recebido em uniaodeblog@gmail.com

Acesse o Artigo Original: http://www.uniblogbr.com/2012/07/de-quem-e-culpa-polical-ou-social.html#ixzz1zUIzxR6C