Falta de efetivo é a principal deficiência nas Delegacias de Mato Grosso.

Simael-Ferreira

A falta de efetivo ainda é a principal deficiência das delegacias da Polícia Judiciária Civil em Mato Grosso, mais especificamente em Várzea Grande. A constatação foi feita na manhã desta sexta-feira (1º) depois de uma inspeção realizada pelo juiz da Quinta Vara Criminal da Comarca, Abel Balbino Guimarães.

O magistrado estava acompanhado do corregedor auxiliar da Polícia Judiciária Civil, Landeval Freitas, e da presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Subseção de Várzea Grande, Flávia Petersen Guimarães.

Conforme informações da assessoria de Comunicação do TJ/MT, o juiz ressaltou que a estrutura funciona dentro da normalidade e os servidores fazem o que podem para atender a sociedade, porém existe uma precariedade do próprio sistema. “A palavra ‘falta’ é a mais encontrada nas delegacias. Faltam escrivães, faltam investigadores, faltam delegados, falta estrutura. Quem está trabalhando faz o que pode, mas existe uma limitação da própria estrutura. Isso reflete na falta de resposta para a sociedade”.


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