Agente prisional detido em Leverger está entre os mentores de ataques a caixas eletrônicos

 

Agente prisional detido em Leverger está entre os mentores de ataques a caixas eletrônicos

Um agente prisional, que está detido no presídio militar de Santo Antonio de Leverger, está entre os acusados de planejar alguns arrombamentos a caixas eletrônicos em Mato Grosso desde 2011. A polícia informou que de dentro da cadeia eles se comunicavam via celular e quem praticava o crime seguia regras que eram planejadas dentro da cadeia.

O delegado-geral da Polícia Civil, Anderson Garcia, disse que de dentro da cadeia, ele não sabe como, eles usavam celular para fazer os planos. “Se dentro das cadeias temos mais de 17 acusados nisso e aqui em Mato Grosso, só no de segurança máxima, foram expedidos seis mandados de segurança e um no presídio militar de Leverger. Eles estão se falando por celular, mas a casa está caindo”, comentou o delegado.

Entre os que tiveram mandados de prisão cumprido está Jefferson Michael Sobrinho, 28, conhecido como “Gê”. Ele é acusado de comandar uma quadrilha que atuava em Rondônia, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, arrombando terminais bancários com explosivos.

No dia 17 de fevereiro, a quadrilha composta com pelo menos sete membros arrombou um caixa eletrônico do Banco do Brasil instalado em Pimenta Bueno, em 2 de março um na cidade de Rolim de Moura e 16 de março na cidade de Cacoal. todos os municípios em Rondônia. Em seguida, no começo de abril um bando foi preso em Cacoal com sete munições calibre 9mm, 20 de calibre 30, um carregador de pistola ponto 40.

Essa quadrilha que era liderada por Jefferson tinha quatro membros de Mato Grosso, inclusive o agente que está preso em Leverger que planejava os ataques de dentro da cadeia. Outra ação de Jefferson foi o primeiro arrombamento a caixa eletrônico de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, no final do mês de janeiro deste ano. Nesta ocasião, os criminosos embolsaram mais de R$ 170 mil.

“Eram pessoas que atuavam não só aqui em Mato Grosso como nos estados vizinhos e traziam preocupações para todas as unidades de combate a esse tipo de crime”, finalizou o delegado Flávio Stringuetta.

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