Casal que matou agente penitenciário é preso em flagrante e confessa crime.

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Policiais civis prenderam em flagrante em Rondonópolis (212 Km ao Sul de Cuiabá), Anderson Ferreira do Nascimento, 27, e sua companheira, Elis Silva Lara, 21, apontados como os autores do homicídio do agente penitenciário Welton Renato Reis, 45, morto com mais de dez facadas, na última sexta-feira (26).

Logo após a notícia da morte do agente, a investigação foi iniciada por policiais da Divisão de Crimes Contra a Pessoa (DCCP) com o apoio da equipe do plantão do Centro Integrado Segurança e Cidadania (Cisc), sob a direção do delegado Vinícius Prezoto.

Segundo informações de testemunhas, o casal discutia com a vítima no ponto ônibus no bairro Ipanema, por volta de 17 horas. A vítima foi atacada com golpes de faca e os autores do crime fugiram do local.

Os suspeitos foram localizados no Bairro Jardim Mamed, cerca de meia hora após o homicídio, ainda com as roupas sujas de sangue. Eles foram conduzidos ao CISC, onde o delegado plantonista Lucindo Rondon lavrou a prisão em flagrante.

Os autores do homicídio foram reconhecidos por todas as testemunhas e em depoimento, confessaram o crime. O acusado Anderson aparentava descontrole emocional e gritou diversas vezes na delegacia que tinha matado a vítima e que se pudesse, matava de novo. A real motivação do crime ainda está sendo apurada pela Polícia Civil. (Ascom Polícia Civil)

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GREVE: Agentes prisionais de MT denunciam ameaças e clima de insatisfação.

As 66 unidades prisionais do Estado estão atuando com 30% do efetivo de agentes nesta terça-feira (30), conforme decisão da categoria em assembleia na noite de segunda-feira (29).

Otmar de Oliveira

Conforme determinação judicial, 70% do efetivo deveria trabalhar durante o período da paralisação, o que não está sendo acatado, pois segundo os agentes, ato fere a Constituição Federal, que dá o direito à greve.

Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado (Sindspen/MT), João Batista, categoria está sofrendo ameaças, principalmente por parte da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

No sábado (27), a Sejudh enviou nota informando que “sanções aos servidores que continuarem descumprindo a decisão judicial, em especial os servidores em estágio probatório, poderão ser inclusive exonerados”.

Conforme Batista, esse embate tem sido crucial para a insatisfação da categoria.

Titular da pasta Luiz Antônio Pôssas de Carvalho deve conceder entrevista no final da manhã desta terça-feira (30) para falar sobre a greve e novas medidas a serem tomadas.

Greve

Em abril deste ano, categoria permaneceu 15 dias em greve. Conforme os agentes, a greve foi deflagrada devido ao descumprimento de dissídio coletivo firmado com o governo do Estado para encerramento da primeira greve.

Categoria chegou a se reunir com secretário de Administração, Francisco Faiad, mas não aceitaram proposta de reajuste salarial de 5% para 2014 e 5% para 2015.

Fonte: Gazeta Digital

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, afirma que é preciso ter medidas adequadas em manifestações e que a polícia não pode ser desautorizada.

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, afirma que é preciso ter medidas adequadas em manifestações e que a polícia não pode ser desautorizada.

A declaração foi feita em entrevista exclusiva ao jornalista Kennedy Alencar, no programa “É Notícia”, que foi exibido na madrugada de domingo (28) para segunda, à 0h30.

O ministro comentou as manifestações nas ruas do Brasil e o papel da polícia nesses protestos. “A reunião a céu aberto causa problema, em relação às pessoas que estão passando, todas as manifestações que acontecem nas ruas. Problema de transporte de doentes. Então, eu tenho a impressão que nós vamos ter que discutir isso com seriedade e definir claramente onde se pode, onde não pode fazer e ter a compreensão de todos os lados”.

>>> Veja trecho da entrevista com o ministro Gilmar Mendes

Mendes ressaltou que o bloqueio de estradas ou ruas não é razoável e que o vandalismo deve ser enfrentado por polícia e Justiça. “Não é possível que alguém decida parar a avenida Paulista a qualquer momento e que nós digamos que isso é Constitucional. É preciso que nós tenhamos cuidado com isso e acho que nós vamos ter que regular. A parte dessa questão que é chave. Eu falava ontem com um professor alemão e ele disse que na Alemanha existem Leis a respeito das manifestações, uma vez que a matéria passou para os estados. Então, eles fizeram modelos, padrões, etc. Agora, outra coisa é a questão do ataque, do vandalismo. Tem que haver um posicionamento muito claro da polícia e da Justiça. É crime mesmo”.

Para Gilmar Mendes, a polícia não está preparada para atuar em manifestações. “Eu tenho a impressão que a polícia tem uma série de déficits, mas precisamos reconhecer que não é uma atividade fácil. Existe tecnologia, investimentos. Em suma, nós precisamos ter medidas adequadas e a polícia não pode ser desautorizada. Estamos chamando a atenção para um problema na polícia do dia-a-dia”.

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NA DEFESA DOS OFICIAIS DAS POLICIAS E BOMBEIROS MILITARES DO BRASIL

Cel. Marlon Jorge Teza acredita que as associações são cruciais e imprescindíveis para a defesa das garantias e direitos dos policiais e bombeiros militares

O Coronel Marlon Jorge Teza é atualmente um dos maiores representantes da carreira dos Oficiais das Polícias e Bombeiros Militares do Brasil. Presidente da FENEME desde a sua fundação, já foi Presidente da ACORS por nove anos e é considerado pelos militares de Santa Catarina, o maior responsável pelo salto de qualidade e reconhecimento da Polícia catarinense. No mundo acadêmico é reconhecido pelos estudos relativos aos assuntos policiais e já escreveu dois livros “Modelo Comparado de Polícia” (a ser lançado) e “Temas de Polícia Militar – Novas atitudes da Polícia Ostensiva na Ordem Pública” (2011). Nesta semana esteve em Cuiabá para participar do 7° Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e conversou com a ASSOF, sobre o papel das Associações e a função de uma polícia militar no mundo de hoje.

Coronel, o que é a FENEME e qual a sua importância para as Policias e Bombeiros Militares do Brasil?

A FENEME é uma entidade de classe que congrega todas as associações de oficiais dos vários estados brasileiros e do Distrito Federal. A missão dela é organizar as reivindicações das associações e prover os meios para torná-las efetivas, seja através de ações judiciais, articulação política e trabalhos legislativos, principalmente na esfera Federal. Além disso, a FENEME é responsável pela defesa das instituições e entidades dos Oficiais em todos os níveis de poder.

“O cidadão tem aprovado a atuação das policias militares no TCO, pois vê suas lides serem decididas com mais rapidez, já que não há a necessidade de se deslocar até uma delegacia e no atendimento da Polícia Militar ele já é intimado a comparecer diretamente no Juizado de Pequenas Causas”.

Quais atividades a FENEME já desenvolveu até o momento?

Foi a FENEME que defendeu junto ao STF a legitimidade das Polícias Militares em realizar o TCO – Termo Circunstanciado de Ocorrência e conseguimos uma importante vitória, que hoje permite que estados como Santa Catarina e Rio Grande do Sul realizem o TCO em benefício da sociedade. Atualmente a FENEME é autora e defensora de 12 ADIs (Ação Direta de Inconstitucionalidade) junto ao STF. Já aprovamos diversos projetos de lei a nível estadual e federal e agora estamos trabalhando muito forte no Congresso em duas vertentes: verba carimbada para segurança, ou seja, financiamento da segurança pública através de um porcentual da receita líquida da União e a aprovação da Lei Orgânica das Policias e Bombeiros Militares, pois, a que se encontra em vigor, é de 1969 e foi feito, quando as policias e bombeiros ainda eram forças reservas do exército.

Como foi a implantação do TCO em SC?

Algumas instituições não admitiam a implantação do TCO, mas o STF já decidiu que a PM de todos os estados podem e devem fazer o termo circunstanciado. O TCO é um procedimento policial que dá origem a persecução criminal, nos crimes de menor potencial ofensivo, que são aqueles cujas penas são de até dois anos de prisão. Hoje 90% dos atendimentos da PM se encaixam nesse perfil, então isso facilita o trabalho da polícia militar que não precisa ficar em delegacias, além de desafogar a Polícia Judiciária Civil. O cidadão tem aprovado a atuação das policias militares no TCO, pois vê suas lides serem decididas com mais rapidez, já que não há a necessidade de se deslocar até uma delegacia e no atendimento da Polícia Militar ele já é intimado a comparecer diretamente no Juizado de Pequenas Causas.  A experiência de SC e RS é muito exitosa e já é realizada há mais de cinco anos em todos os municípios do Estado.

Qual sua opinião sobre a desmilitarização?

Esse é um assunto que vai e volta. Na verdade há muito desconhecimento sobre o tema, pois primeiro é preciso saber o que é militarização. Dizem que só existe Polícia Militar no Brasil. Isso é uma Mentira! Hoje praticamente toda a Europa tem uma polícia militar, e como exemplo, cito Portugal, Espanha, Itália, França e Holanda. Lá o nome que se dá não é Polícia Militar e talvez esse seja o problema, mas todas essas polícias são militarizadas e em alguns casos subordinadas inclusive ao Ministério da Defesa e não ao de Segurança Pública. O segundo ponto é que o cidadão necessita que alguma instituição garanta a sua cidadania, preserve a ordem pública e a democracia em sua plenitude. Lógico que precisamos fazer alguns ajustes, que inclusive estamos propondo na Nova Lei Orgânica, mas a condição de militar não prejudica as instituições, muito pelo contrário. E a prova disso é que a PM é secular e sempre conseguiu se enquadrar nas mudanças ocorridas no Brasil desde o Império.

Falando na Nova Lei Orgânica, o que está proposto nela?

Essa lei tem alguns eixos principais que estamos negociando com o Governo Federal, por exemplo, os comandantes hoje não têm um mandato, a qualquer momento eles estão sujeitos a mudanças e exonerações sem nenhuma explicação. Nós estamos propondo que os Comandantes tenham um mandato, e que esse mandato possa lhe ser retirado, entretanto não sem uma circunstancia plausível e a bel prazer do governante. O segundo ponto proposto na LO é baseado no que ocorre no Ministério Público, na nomeação do Procurador Geral de Justiça, onde ele é indicado por uma lista tríplice votada pelos membros do MP. Nós estamos requerendo que algo semelhante ocorra na indicação dos comandantes gerais, seja através de uma lista tríplice ou quíntupla, e ai sim, o governador escolheria o Comandante das PMs e CBMs.

Dentro dessa Nova Lei Orgânica, há também a proposta de exigência de Ensino Superior?

Essa é uma das questões fundamentais. Seria uma exigência de nível superior para ingresso nas PMs, desde os praças até os oficiais. Além disso, seria requerido o curso de Direito para oficiais da Polícia Militar e Engenharia para Oficiais dos Bombeiros. Isso já acontece em Santa Catarina, Piauí, Minas Gerais e Goiás. Alguns governadores estão resistentes a essa ideia, pois quando se aumenta a intelectualidade dos servidores, aumenta-se também a qualidade e os salários. Na Lei Orgânica estamos também reivindicando que as promoções em todas as esferas das instituições militares possuam critérios mais objetivos e contemplem inclusive a promoção por antiguidade para o posto de coronel. Estamos otimistas que até final do ano conseguiremos emplacar essa Lei.

Qual sua opinião sobre a unificação das polícias?

São pouquíssimos os países do mundo que têm uma polícia só e geralmente são de regimes totalitários, como a Cuba e a China. A tendência democrática atual é ter no mínimo duas polícias e uma sempre militar. Já pensou se em um país tem uma polícia única e ela resolve parar? Como fica o cidadão? Quem vai socorrer a sociedade? Nos EUA hoje não se consegue nem estimar o número de polícias autônomas, alguns falam em 17 mil, outros em 20 mil. O grande problema está no ciclo completo de persecução criminal. No Brasil temos duas grandes meias polícias, uma faz uma parte e outra faz o resto. Não vejo como solução unificar as polícias e sim estabelecer o ciclo completo tanto para a Polícia Militar, quanto para a Polícia Civil.

Para finalizar, qual a importância das Associações Estaduais em todas essas discussões?

A importância é grande, são as associações que tem legitimidade e podem falar por seus associados. São elas que têm o dever de defender os direitos e as garantias de seus associados. Os presidentes das associações têm mais independência e autonomia para lutar pelos policiais, pois eles, diferente dos Comandantes, possuem mandato e só podem ser retirados da função pela vontade dos associados. Por esse motivo tendem a obter resultados mais expressivos. È muito importante a adesão dos policiais e bombeiros militares junto às suas associações. Para se ter uma ideia, em Santa Catarina, onde conquistamos muitos resultados positivos, a ACORS congrega cerca de 92% dos oficiais da ativa da PM e aproximadamente 72% dos oficiais da reserva. Só ai já dá para ter uma ideia do nosso poderio, além do que, a Associação tem muito mais força do que um militar agindo sozinho.

“No Brasil temos duas grandes meias polícias, uma faz uma parte e outra faz o resto. Não vejo como solução unificar as polícias e sim estabelecer o ciclo completo tanto para a Polícia Militar, quanto para a Polícia Civil”.

 

Data: 20/07/2013
Fonte: Por Elaine Andrade

O BRASIL TEM UM POLICIAL ASSASSINADO A CADA 32 HORAS?

Não gostou dessa imagem não é verdade?
E você gostaria de saber que o jornal Folha de São Paulo revelou hoje o resultado de uma pesquisa que mostra que O BRASIL TEM UM POLICIAL ASSASSINADO A CADA 32 HORAS?
Se ao invés dessa imagem, eu tivesse postado a foto de um cachorro morto, doente ou abandonado… Todo mundo estaria curtindo, compartilhando, comentando e se sensibilizando… MENTI?
MAS INFELIZMENTE CRIOU-SE A MÍSTICA EM NOSSO PAÍS QUE POLICIAIS SÃO SERES DESPREZÍVEIS, PORTANTO DEVEM MERECER A DESCONSIDERAÇÃO QUE OS ANIMAIS NÃO RECEBEM DA SOCIEDADE.

Vejamos que pelo menos 229 policiais civis e militares foram mortos neste ano em nosso País, sendo que a maioria deles, 183 (79%), estava de folga. E esse índice pode ser ainda maior levando em conta que nem o Distrito Federal nem o Rio de Janeiro discriminaram as mortes dos policiais em período de folga.
Enquanto isso o Estado que deveria se manifestar, faz o que?
Existe algum ditame legal que pune com mais rigor um criminoso que mata um policial?
Existe alguma mobilização de alguma autoridade no sentido de reduzir essas estatísticas?
Cadê a aparição do Ministério Público e das comissões de Direitos Humanos nesses casos?
Nessas horas, infelizmente vemos que nem como HUMANOS somos classificados.
Os salários são insignificantes; as condições de trabalho são horríveis; não há investimentos maciços em Segurança Pública há décadas; temos uma Legislação Penal completamente obsoleta; e mesmo assim o problema cultural que diz que nós policiais precisamos resolver todas as mazelas do Brasil realizando faxinas sociais insiste em perdurar.
O tempo vai passando, ninguém faz nada… E diariamente milhares de homens saem de suas casas sem ter ciência de que voltarão… Para proteger milhões de pessoas… SEM TER PROTEÇÃO DE NINGUÉM!

ATÉ QUANDO MORREREMOS PELA PÁTRIA E VIVEREMOS SEM RAZÃO? R.S

#Polícia Pms Do Brasil

E o mais revoltante é que a imprensa e alguns bandidos só ficam na midia colocando fotos da policia se defendendo de gente jogando bombas de fogo e policiais tentando viver, mais eles não escrevem a verdade e sim sempre colocam os policiais como agressores de pessoas indefesas e que estão ali somente para protestar (jogando todo tipo de coisas nos policiais e tentando mata-los) bando de hipocritas e bandidos desse Brasil. Queria ver esse povo sem a policia somente uma semana para ver o numero de mortos e o resultado da carnificina.

DIRETORIA DA ACS-MT SE REÚNE COM COMANDANTE GERAL da PMMT.


O Comandante Geral da PMMT recebeu em seu gabinete a diretoria a Associação de Cabos e Soldados PM/BM-MT que levou o resultado do encontro nacional de entidades representativas da categoria, que ocorreu em Brasília (DF) nos dias 9 e 10 de julho, para discutir duas pautas: aprovação da PEC 300 e do projeto de lei que concede anistia a bombeiros e policiais militares que fizeram greve e participaram de movimentos reivindicatórios entre 1997 e 2011. Foi repassado ainda que nos dias 20 e 21 de agosto foi marcada uma nova mobilização com essas mesmas entidades, em Brasília, para pressionarem a Câmara Federal a aprovar a PEC 300.
O Comandante-Geral aproveitou a oportunidade e também repassou a ACS o resultado da audiência que o Conselho Nacional de Comandantes Gerais teve com o Ministro da Justiça e com a Secretária Nacional de Segurança Pública no último dia 8. Um dos tópicos da pauta foi justamente a necessidade de criação de um piso nacional para policiais e bombeiros, tópico que coaduna com a matéria defendida pela PEC 300.

MODERNOS

Além desse ponto a Associação destacou para o comando a preocupação com os altos índices de pedido de baixa por parte de PMs modernos da corporação, e que um fator que pode estar contribuindo para tal evento é o fato da lei complementar nº 271 de 11/06/2007 vedar a promoção por tempo de serviço aos respectivos policiais militares e não haver perspectivas de novos concursos internos. O Comandante elogiou a associação pela preocupação e se comprometeu em incluir tal pleito nas discussões da Comissão responsável pelo estudo de uma nova legislação para PMMT.

SEGURO DE VIDA

A Associação discutiu ainda com o Comando a necessidade de se regulamentar artigo do estatuto da PMMT que versa sobre seguro de vida a ser contratado pelo estado para indenizar o militar e seus familiares em razão de ação que resulte em morte ou invalidez na atividade fim das instituições militares estaduais.
Para finalizar a Associação de Cabos e Soldados parabenizou o Comandante Geral da PMMT pela atitude honrosa de promover mais de 30 Policiais Militares antigos que por motivos administrativos vinham tendo seus processos indeferidos em promoções anteriores.

Bope forma novos atiradores de elite

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A Polícia Militar realizou na tarde desta sexta-feira (19-07), na sede do Bope a formatura do 4° Curso de Atirador Policial de Precisão. O curso foi realizado pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e faz parte do programa de Capacitação Integrada dos Servidores de Segurança Pública para a Copa do Mundo em convênio com o Ministério da Justiça. No total 12 policiais concluíram o curso, sendo quatro de Mato Grosso, os Estados de Santa Catarina, Rondônia, Distrito Federal, São Paulo, Amazonas, Bahia, Rio Grande do Sul e Goiás também tiveram formandos com um policial cada Estado.

O curso teve a duração de cinco semanas, e foram aplicadas aulas teóricas e práticas que foram realizadas no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) da Polícia Militar em Cuiabá e no estande de tiro da Polícia Rodoviária Federal (PRF) respectivamente.

O curso visou propiciar ao aluno o conhecimento para montagem e uso de armas de tiro de precisão, escolha de equipamentos e munição, bem como técnicas de tiro. O aluno conhecerá todas as influências que atuam sobre a trajetória do tiro e avaliação do vento.

Representando o comandante geral, esteve presente no local, o subchefe de Estado maior, coronel Zaqueu Barbosa, que parabenizou os formandos no uso da palavra, “quero dar o parabéns a cada um de vocês, que conseguiram concluir este curso, muitos queriam estar aqui no lugar de vocês, porém entrar é fácil agora vem a parte mais difícil na vida de cada um que estão formando hoje que será ostentar este brevê de atirador de precisão, é uma responsabilidade imensa”, disse Zaqueu.

O comandante do Bope major Januário Antonio Edwiges Batista ressaltou a importância do curso “Esse curso serviu para fortalecer as ações do Bope em situações de crises, além de melhorar o potencial do policial com o tiro de comprometimento.”

“Mais cursos especializados serão realizados para o aperfeiçoamento dos policiais para a Copa do Mundo de 2014”, completou o major Januário.

Assessoria / PM-MT

Policial matou e esquartejou PM em disputa por veículo, diz delegado.

O militar reformado preso na noite de sexta-feira (19), suspeito de matar e esquartejar o colega de farda, Robson Machado, de 43 anos, em São Luís de Montes Belos, a 153 quilômetros de Goiânia, disse à policia que a morte ocorreu após uma briga entre os dois e que “apenas tentou se defender”. De acordo com o delegado Vicente Stábile, responsável pelo caso, a motivação da desavença seria a venda de um veículo.
“O militar contou que comprou um carro do Robson e repassou para um terceiro. No entanto, a vítima se arrependeu da negociação e queria o veículo de volta. Porém, o novo comprador pediu um valor alto para fazer a devolução”, explicou o delegado ao G1. A partir daí, os policiais começaram a se desentender. “Como o carro ficou com muitas prestações atrasadas, Robson procurou o suspeito para tirar satisfações e a conversa acabou em luta corporal”, afirmou.
Apesar de alegar legítima defesa, Stábile disse não acreditar que o militar suspeito tenha agido sozinho. “Nenhuma linha de investigação está descartada, até buscamos saber se alguém o ajudou a cometer o crime. A única certeza que temos é que ele é o autor da atrocidade”, disse o delegado.
O corpo do policial, que estava desaparecido há 28 dias, foi encontrado enterrado na chácara do suspeito. Pedreiros que trabalhavam na construção de uma varanda no sítio do suspeito encontraram partes do corpo esquartejado quando furaram um buraco. O restante foi localizado pela polícia, com a ajuda de cães farejadores, em uma área rural, a três quilômetros do local.

As partes do corpo estão no Instituto Médico Legal (IML) de Iporá, cidade próxima a São Luís. Os restos mortais devem ser encaminhados ao IML de Goiânia para uma perícia detalhada.
Preso, o suspeito foi transferido para o Presídio Militar, em Goiânia.

Amigos
Robson também era policial militar reformado e atuava como advogado. Ao G1, um tio dele, o funcionário público Sebastião Machado Borges, 61 anos, disse que o suspeito era o melhor amigo da vítima. “O meu sobrinho era advogado e chegou a ganhar algumas causas para esse cidadão”, relatou.

A família espera por justiça. “A gente quer saber porque ele fez isso e se tem mais alguém envolvido”, diz o tio. (G1).

Fonte: G1

Trabalho aprova seguro de vida e contra acidentes para policiais e bombeiros

Policarpo: indenização vale para o policial ou bombeiro de folga que prestar socorro a pessoa em perigo

O projeto poderá beneficiar profissionais de segurança dos governos federal, distrital, estaduais e municipais.

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou, no último dia 10, proposta que obriga o Poder Público a instituir um seguro para a cobertura de acidentes e morte de policiais (civis, federais, rodoviários, ferroviários e militares) e bombeiros.

O projeto foi aprovado na forma de um substitutivo da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado ao Projeto de Lei 5017/05 e oito apensados. Segundo o texto, o seguro vale para todos os entes federativos (União, estados, Distrito Federal e municípios) e beneficia os profissionais que forem machucados ou morrerem por causa de seus trabalhos.

“Não há dúvida de que as situações de acidente ou morte de policiais civis e militares e de bombeiros militares em serviço impõem ao Estado o pagamento de indenização. Esse dever se estende às situações em que esses agentes públicos sejam vitimados em decorrência de sua condição funcional. É o caso de um policial militar ou de um bombeiro militar que, mesmo de folga, preste socorro a pessoas em perigo e, em consequência, seja acidentado ou perca a própria vida”, argumentou o relator, deputado Policarpo (PT-DF).

Emenda
O texto foi aprovado pela Comissão de Trabalho com uma emenda, segundo a qual o respectivo governo poderá substituir o seguro pelo pagamento de uma indenização. Nesse caso, deverá contratar o seguro de uma instituição privada por meio de licitação, o que, segundo Policarpo, já vem sendo feito em alguns estados.

Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, já foi aprovada pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. O texto ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Carolina Pompeu
Edição – Dourivan Lima

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