PMMT cobra reestruturação salarial e pode até paralisar atividades.

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Marcela Machado

A Polícia Militar de Mato Grosso exige há meses uma reestruturação salarial da carreira, que envolve não só oficiais, mas toda polícia e praças, promete tomar medidas mais duras caso o Estado não se posicione até a próxima terça (13), data fixada pela categoria para que o governo apresente uma resposta sobre os pleitos. De acordo com o Major Wanderson, se até essa data o Executivo não se manifestar, será preciso ter uma atitude mais firme, com manifestações, demonstração de descontentamento e até mesmo, em último caso, uma paralisação, como foi feito em outras regiões. O Brasil inteiro, segundo o oficial, tem pedido reestruturação e vários Estados já a realizaram. “MT tem hoje o pior salário do Centro-Oeste”, reclama.

A tendência é que o Estado sente na mesa de negociações, afinal, uma paralisação ou greve branca às vésperas da Copa do Mundo provocaria um caos na segurança do Estado. A movimentação está sendo feita por três associações: Associação de Cabos e Soldados, presidida pelo Cabo Adão Martins; Associação dos Subtenentes e Sargentos, presidida pelo sargento Luciano Esteves; e a Associação dos Oficiais, presidida pelo major. Ele explica que já protocolaram oficio no Comando Geral da PM, dos bombeiros, na Casa Militar e na secretaria de Segurança Pública. “Nos quatro questionamentos pedimos agenda com o governador, mas não temos resposta até o momento”.

Se não obter resolução do governo, o major Wanderson explica que na terça mesmo será realizada uma assembleia no Ginásio Verdinho, em Cuiabá, às 14h, para discutir como a categoria irá agir daí por diante. Segundo ele, há mobilização em todos os quarteis, convocação nas redes sociais e no início da semana que vem irão fazer chamadas na televisão.

O major conta que no início do ano, a polícia procurou o governo e pediu a reestruturação, mas o Estado afirmou que não estava em condições de dar aumento, mas que trataria de carreira e promoções, o que ela aceitou porque entendeu a situação. Quando o governador Silval Barbosa (PMDB) assinou o combinado, também aprovou a reestruturação de outras carreiras de outros segmentos, menos a deles. “Vimos que não era verdade o que nos foi dito, por isso voltamos a fazer essa solicitação”, afirma.

Salários

Hoje o soldado A começa ganhando R$ 2,3 mil e pode ganhar até R$ 6,5 mil como sub tenente. O cargo mais alto é o de coronel, com salário de R$ 19,2 mil, seguido do tenente coronel, com R$ 17 mil e do major, com R$ 14,9 mil. A tabela está publicada na Associação dos militares inativos e pensionistas de MT – veja aqui

Fonte: http://www.rdnews.com.br/municipios/pm-cobra-reajuste-salarial-e-ameaca-ate-paralisar-atividades-decisao-na-3/53522

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