PMMT: MILITARES APRESENTAM PAUTA DE REIVINDICAÇÃO E RECEBEM APOIO NO MINISTÉRIO PÚBLICO.

Representantes das associações de Cabos e Soldados, de Sargentos e Subtenentes e de Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso se reuniram nesta segunda-feira (12) com o procurador-geral de Justiça, procurador Paulo Roberto Jorge do Prado, para apresentar as reivindicações da categoria que estão sendo feitas ao Governo do Estado.

Os policiais e bombeiros buscam o apoio do Ministério Público e a visita aconteceu às vésperas da grande assembleia geral que deve reunir mais de 500 PMs e bombeiros no Ginásio de Esportes Verdinho, em Cuiabá (MT), a  partir das 14 horas desta terça-feira (13).

Durante o encontro, o presidente da Associação de Oficiais, major Wanderson Nunes de Siqueira, apoiado pelo sargento Luciano Esteves, da ASSOADE, e pelo cabo Adão Martins, da Associação de Cabos e Soldados, esclareceu ao procurador-geral de Justiça que a categoria reivindica, de uma maneira geral, a reestruturação salarial, com a criação de um plano de cargos, carreira e salários (PCCS). Uma das principais tratativas diz respeito à criação da progressão horizontal que visa valorizar o aperfeiçoamento funcional.

A categoria argumenta que, até dezembro de 2013, havia um alinhamento salarial entre as polícias Civil e Militar, o que já não está ocorrendo mais é essa defasagem que eles buscam superar, em diálogo com o governador Silval Barbosa (PMDB).

Além disso, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, segundo os presidentes das associações, estão em desvantagem se comparado ao restante dos estados da região Centro-Oeste, no que se refere à política salarial. “hoje Mato Grosso tem a pior remuneração das Polícias Militares da região Centro Oeste”, asseverou o Major Wanderson, presidente da ASSOF.

O procurador-geral de Justiça, Paulo Roberto Jorge do Prado, se mostrou solidário às reivindicações, e garantiu que irá conversar com o governador sobre o assunto. “A Polícia Militar sempre foi parceira do Ministério Público. Sabemos da sua importância e não mediremos esforços para somar nesta negociação. Os dados que vocês me trazem mostram, além do mais, que existe base legal para que o governador determine a retomada do alinhamento. Se ele tiver disposição para fazer, deve fazer”, defendeu Paulo Prado.

 

Data: 13/05/2014

Fonte: Enock Cavalcante – Assessor de Imprensa.

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