PM investiga oficial suspeito de participar de contrabando.

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A Corregedoria da Polícia Militar vai investigar a denúncia do envolvimento de um oficial da corporação com o contrabando de cigarro, em Várzea Grande.

Segundo as informações, o dono da carga teria sido obrigado a pagar R$ 25 mil para alguns policiais, para que a mercadoria fosse liberada.

A Corregedoria quer descobrir quem é o oficial e quem recebeu a propina. A PM alega que chegou a deter dois suspeitos, que teriam apontado quem pegou o dinheiro.

Na madrugada de sexta-feira (13), uma equipe de policiais militares localizou uma carreta estacionada num barracão, ao lado de um caminhão-baú carregado com cigarro, na Rodovia dos Imigrantes.

Os policiais, que foram verificar irregularidades com a carreta, depararam com o proprietário, que mostrou a documentação do veículo.

Os policiais perguntaram sobre a carga e o proprietário da carreta disse que era de cigarro e que seria distribuída a várias pessoas, inclusive, um oficial da PM”.

O comerciante não soube dizer quem é o oficial, supostamente “sócio” do descaminho.

Nesse período, os policiais foram chamados para atender a uma ocorrência no Bairro Formigueiro, onde um carro estava rondando o bairro e haviam várias casas arrombadas.

Os PMs foram até o local, mas não registraram nenhuma irregularidade.

No sábado (14) a tarde, um dos policiais foi levado até o 4º Batalhão, na presença de vários oficiais, para confessar que tinha pego os R$ 25 mil, extorquidos do dono da carga para liberar o cigarro.

O policial negou em depoimento que assinou, mas admitiu que teria omitido alguma informações.

Uma delas é de que ,na sexta-feira de manhã, após terminar o plantão, ficou sabendo que um oficial da PM estava bastante nervoso porque teria sido seguido por um carro e parou num posto de combustível, próximo do barracão onde estava a carreta e havia presenciado um caso de corrupção.

O policial descobriu que um dos oficiais estava numa sala do posto, sozinho e desarmado, num local considerado impróprio.

O oficial havia acautelado a arma pistola ponto 40 com 30 munições no batalhão. “Percebi algo irregular nessa atitude”, disse o policial.

O boletim de ocorrência, registrado na Central de Flagrantes de Várzea Grande, será encaminhado a Corregedoria Geral da Polícia Militar.

Fonte: http://midianews.com.br/conteudo.php?sid=25&cid=200654

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