Futuro senador de Mato Grosso é policial rodoviário.

Medeiros afirma estar muito preparado para dar continuidade ao trabalho desenvolvido por Taques no Senado Federal. Ele destaca que durante o período eleitoral procurou desenvolver um trabalho para que o pedetista tivesse uma boa votação.

O suplente foi um dos coordenadores da campanha do Pedro Taques ao governo no interior do Estado, focando a região sul. Ele nasceu no Rio Grande do Norte, de onde saiu com apenas três anos de idade. Chegou a Mato Grosso na década de 70, em um dos períodos de maior imigração para o Estado, quando recebeu pessoas de todos os lugares do país que vieram fazer a vida, no promissor, porém pouco desenvolvido, estado de Mato Grosso.

Lembra que morava em área rural. “Trabalhei muito na roça, mas sonhava em estudar”, diz.

Para alcançar seu principal sonho, Medeiros conta que precisou se mudar para Rondonópolis (210 quilômetros ao sul de Cuiabá), onde passou para matemática na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Lá, tomou gosto pela política. Foi presidente do Centro Acadêmico de seu curso e também militou no Diretório Central dos Estudantes (DCE).

Após concluir o curso de matemática e decidir por continuar os estudos. E optou por fazer uma nova faculdade: desta vez escolheu o curso de Direito.

O suplente trabalhou como professor da disciplina, até que em 1994 foi aprovado em um concurso para Polícia Rodoviária Federal. Foi chamado e há 20 anos atua como agente da PRF.

Entrou para a política partidária nos anos 2000, quando se filiou ao PPS, e conta que naquela época decidiu se filiar por conta do fenômeno Ciro Gomes, que foi candidato à presidência da República pela legenda. Ciro tinha grande apoio popular na eleição de 2002. Mas uma declaração polêmica do candidato o deixou fora da disputa logo no primeiro turno.

Em 2002, trabalhou pela eleição de Blairo Maggi ao governo do Estado. Naquele pleito, o hoje senador foi candidato ao comando do Palácio Paiaguás pelo PPS.

Foi candidato pela primeira vez em 2006. Naquele ano buscou uma vaga na Câmara Federal. Ele relata que foi uma eleição difícil por conta da falta de recursos. Ainda assim, o candidato conseguiu 10 mil votos. “Meus amigos que me ajudaram a bancar a campanha, eu não tinha dinheiro”, lembra.

Medeiros figurava entre os candidatos a deputado federal de seu partido em 2010. Foi convidado a ser primeiro suplente de Pedro Taques, após a desistência de Zeca Viana (PDT), que buscou uma vaga na Assembleia Legislativa.

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