Investimento na segurança foi reduzido em 60%.

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Mato Grosso sofreu redução nos investimentos na segurança pública em 60% nos últimos cinco anos e enfrentará dificuldades para reposição do estoque de munições e não há previsão de aquisição na Lei Orçamentária Anual (LOA) 2015. O Estado ainda possui um número insuficientes de coletes para atuação dos policiais civis e militares e metade dos que existem não servem mais, pois já estão vencidos.  A  Segurança Pública ainda também terá ‘restos a pagar’ da ordem de R$ 40 milhões, sendo que desse montante, cerca de R$ 15  mi são referentes ao novo fardamento da PM/MT, alvo de inúmeras críticas por parte dos soldados.

 Associe-se ainda a estimativa de que Mato Grosso deverá ainda  bater o ‘recorde de assassinatos’ (a exemplo de 2005) com taxa de 27,1 mil homicídios  para cada grupo de cem mil habitantes, o que renderá a 12ª ou 13ª classificação no cenário brasileiro em 2014. Os dados constam no diagnóstico apresentado na manhã de hoje, 22, pela equipe de transição do governador Pedro Taques (PDT).  Para coordenador a pasta de segurança, o promotor  de Segurança Mauro Zaque, foi o escolhido.
O estudo mostra ainda que o planejamento operacional para distribuição das viaturas das polícias Militar, Civil e do Corpo de Bombeiros também apresenta falhas, além dos modelos serem inadequados para atuação considerando a dimensão continental do Estado.  O diagnóstico apresenta ainda que a falta de estratégias pode ser traduzida em números: em cinco anos – aponta o estudo o roubo de veículos em Mato Grosso aumento em 73%. Já os crimes de estupro, ano passado, somaram 1.403 casos, o que representa aumento de 16% comparativamente ao ano anterior.
O relatório apresentado pela equipe de transição traz ainda à tona problemas já conhecidos como a falta de efetivo. Exemplifica que Mato Grosso, hoje, possui menos 571 policiais militares do que no ano de 2011. No quadro da Polícia Civil a situação também é semelhante, são 191 a menos. Já no Corpo de Bombeiros tem 40 militares do que nesse mesma época.
 Preocupado, o governador eleito Pedro Taques afirmou: “nós precisamos colocar mais policiais nas ruas. Nós s temos que buscar dinheiro para comprar uniformes,  realizar concurso, preparar esses policiais. Nós precisamos de doze mil policiais. Mas temos somente seis mil”.
Outro Lado
Procurado o secretário de Comunicação do Estado, Marcos Lemos, declarou que deverá se manifesar em breve sobre as pontuações do diagnóstico.

2 comentários em “Investimento na segurança foi reduzido em 60%.

  1. Eu só o gostaria de saber quando vao chamar os soldado da pm e bombeiros de mt que passaram no concurso e ate agora só chamaram a metade? A frustraçao destes homens e mulheres que lutaram tanto para passar em tantas etapas em um concurso que ja dura ano, e como ganhar e nao levar. obrigado. gostaria de saber se ja tem uma data.

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