Secretaria troca viaturas e fardas da policias; padrão será internacional.

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A secretaria estadual de Segurança Pública deve lançar, até a próxima semana, licitação com o objetivo de contratar empresas para a locação de veículos destinados a serem utilizados pelas polícias Militar e Civil. Conforme a secretária-adjunta de Administração Sistêmica, Shirlei Theis de Almeida, será feita uma ata de registro de preços, com base nas necessidades da área e também dos valores, que será adotada de forma gradativa, tendo em vista os vários contratos de locação. “Não podemos ter apenas um, porque senão ficamos reféns e pode haver problema”, argumenta.

Sendo assim, a adesão à nova licitação se dará de forma gradativa. Atualmente, cerca de 900 veículos são locados pela gestão estadual, ao custo de R$ 30 milhões por ano, e outros 900 são de propriedade do Executivo, totalizando aproximadamente 1,8 mil viaturas. A maior parte das viaturas é dos modelos Pálio Weekend e Adventure, com potência 1.4 ou 1.6. No novo pregão, entretanto, isso será alterado para que os veículos sejam melhores, levando em consideração questões técnicas.

Acontece que eles precisam, por exemplo, comportar a cela. “O que é ideal para Cuiabá, às vezes não atende outra cidade”, pondera a secretária-adjunta. Já em relação aos carros de propriedade do Governo, a ideia é que sejam realizados leilões de dois em dois anos. Todos os veículos, de forma gradativa, terão ainda a troca dos adesivos automotivos, que seguirão padrões internacionais.

Fardas

O Governo planeja ainda trocar novamente as fardas de todo o efetivo (polícias Civil, Militar e Bombeiros). Segundo o secretário da pasta Mauro Zaque, o objetivo é que se sigam os padrões internacionais nas vestimentas, evitando a utilização de “penduricários”, que remetam à gestão e não ao Estado. “Não terá menção a símbolos do governo”, pondera.

Em relação aos custos, Zaque pondera que não são elevados e que a alteração ocorrerá paulatinamente. “Estamos comprando mil fardamentos novos para a policia”, adianda Zaque. Ele pondera que a ideia é aprovar uma lei que vete que a cada governo seja feita uma nova mudança. “Seguirá padrão internacional para que daqui 10 ano, 20 anos a pessoa saiba que aquele é o policial militar, civil e bombeiro”.

Há dois anos, a gestão Silval Barbosa (PMDB), depois de 40 anos, trocou o tradicional uniforme, de azul petróleo para cinza bandeirante. À época, o custo foi estimado em R$ 5 milhões. Os servidores receberam conjuntos operacionais, composto por gandola, calça, camiseta, cinto, cobertura (gorro) e coturno. Ainda foi divulgada uma pesquisa interna em que 59% dos policiais eram contrários à mudança. O caso gerou polêmica no Estado.

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