DEP. ESTADUAL CEL TABORELLI ORGANIZA REUNIÃO ENTRE PRESIDENTES DE ASSOCIAÇÕES E GOVERNADOR PEDRO TAQUES

Os presidentes das associações dos Oficiais – Maj PM Wanderson, dos Subtenentes e Sargentos – Sub Ten PM Luciano Esteves, dos Cabos e Soldados – Cb PM RR Adão Martins e dos Bombeiros Militares – 3° Sgt BM Hurtado, se reuniram na tarde desta segunda-feira (09.02), com o Deputado Estadual Cel Taborelli para apresentar algumas preocupações que permeiam o seio da tropa e que tem causado certo descontentamento.

Na oportunidade os Presidentes das Associações falaram a respeito do pagamento da jornada voluntária, do auxílio fardamento e do cumprimento da Lei de Reestruturação Salarial dos policiais e bombeiros militares de Mato Grosso.

Imediatamente o Deputado Cel Taborelli ligou para o Secretário de Segurança Pública, Dr. Mauro Zaque que informou que a jornada voluntária já estaria sendo paga aos policiais militares e que iria verificar a respeito dos valores devido aos bombeiros militares. Em relação ao auxílio fardamento, o Secretário Mauro Zaque informou que tão logo seja aberto o orçamento do Estado, o governo iniciará o pagamento do auxílio referente às promoções do ano de 2014.

Após os esclarecimentos do Secretário de Segurança Pública, o Deputado Coronel Taborelli entrou em contato com o Secretário da Casa Civil e organizou uma agenda para verificar com o Governo do Estado, o cumprimento da Lei Complementar n°. 541, que reestruturou a carreira e o subsídio dos militares do Estado de Mato Grosso.

A agenda foi marcada para as 17:00 horas e de maneira muito cordial e atenciosa o Governador Pedro Taques e o Secretário da Casa Civil, Dr. Paulo Taques se reuniram com os Presidentes das Associações.

Durante a reunião os presidentes das Associações falaram ao Governador da preocupação da tropa com a possibilidade do não cumprimento da Lei de Reestruturação Salarial da PM e do CBM, haja vista os problemas que estariam ocorrendo com outras carreiras, como a de escrivães e investigadores.

O Governador falou das sérias dificuldades financeiras por qual passa o Estado, porém destacou que sua equipe de governo está trabalhando para honrar todos os compromissos assumidos e como prova de sua atenção com os servidores públicos, em especial os policiais e bombeiros militares, ele determinou uma reunião entre o Secretário de Fazenda, Secretário de Administração, Secretário de Planejamento, o Deputado Estado Cel Taborelli e os Presidentes das Associações, para otimizar as condições a fim cumprir os compromissos já firmados.

Ao final da reunião os dirigentes das Associações agradeceram ao Deputado Cel Taborelli pelo seu empenho e comprometimento com a categoria e destacaram a importância dos militares estaduais terem a partir de agora um legitimo representante da categoria no parlamento estadual.

O Cel Taborelli reiterou o compromisso assumido com as instituições militares e com a sociedade em geral e disse que o seu gabinete estará sempre de portas abertas a toda a sociedade mato-grossense.

Data: 10/02/2015

Fonte: ASSOF, ASSOADE, ACSPMBM-MT e ARBM-MT

Direito de acumular cargos pode ser estendido a professores militares.

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Os profissionais do magistério das Forças Armadas podem conquistar o direito de acumular um cargo público civil na mesma atividade. A possibilidade de acumulação já foi garantida aos profissionais de saúde militares pela Emenda Constitucional 77. A nova proposta (PEC 2/2014) está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
O texto tem como primeiro signatário Eduardo Lopes , suplente de Marcelo Crivella (PRB-RJ). Lopes ocupou a vaga por quase dois anos, até março de 2014, enquanto o titular esteve licenciado para exercer o cargo de ministro-chefe da Secretaria de Pesca e Aquicultura.
Lopes afirma, ao justificar a iniciativa, que a nova exceção também atende o interesse público. Declara que o Plano Nacional de Educação (PNE) tem como meta universalizar o atendimento escolar a toda população de 15 a 17 anos, até 2016. Para isso, o país depende de maior disponibilidade de professores.
“Cremos que permitir aos militares do quadro do magistério a cumulação de um segundo cargo poderá contribuir grandemente para a consecução do PNE, inclusive nas áreas com baixa oferta de mão de obra qualificada”, salienta o autor.
Regra constitucional
A vedação à acumulação remunerada de cargos públicos é a regra geral adotada pela Constituição, com permissão apenas para três possibilidades de combinação: de dois cargos de professor; de um cargo de professor com outro técnico ou científico; e de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas.
Nenhuma das hipóteses, contudo, se aplicava aos membros da carreira militar. Em harmonia com o texto constitucional, os estatutos militares determinam a exclusão da função ativa e passagem automática para a reserva não remunerada (sem ganhos) do oficial que assumir cargo público permanente fora da carreira militar. Os praças são licenciados.
Com a promulgação da Emenda 77, em fevereiro de 2014, que se originou de PEC de autoria de Crivella, o direito à acumulação foi estendido aos militares das carreiras de saúde. Pelo texto, o exercício da atividade militar deverá prevalecer sobre as demais.
Um dos argumentos para a adoção da medida foi a necessidade de se conter a evasão de médicos da carreira militar. Além disso, o próprio governo desejava contar com médicos militares para a melhoria do atendimento à população que depende dos serviços públicos de saúde, principalmente em regiões onde há escassez de profissionais.
Tramitação
Outros 28 senadores subscrevem a proposta, que vai a Plenário, para exame em dois turnos, caso seja acolhida pela CCJ. Se finalmente aprovada, com votação mínima favorável de dois terços dos senadores, seguirá então para a Câmara dos Deputados, onde será submetida a ritos similares de análise.

A UNIÃO FAZ A FORÇA.

A Carreira dos Militares de Mato Grosso, mudou em apenas 06 (seis) meses, o que não mudou em 10 (dez) anos.

Soldado Cristopher, do Ciopaer, exalta a luta das associações e, em especial, da Assoade.

O soldado PM Lídio Cristopher Gonçalves da Silva ganhou destaque, na grande assembleia conjunta em que policiais militares e bombeiros, em junho de 2014, no Hotel Fazenda Mato Grosso, seguindo a proposta das associações da categoria – Assoade, Assof, ACS e Asmip – conseguiram firmar acordo que validou a reestruturação salarial para todos os servidores públicos militares de Mato Grosso. Um grande momento em meio ao qual Cristopher teve atuação fundamental respaldando, com o pronunciamento certo na hora certa, a luta desenvolvida pelas Associações e colocando em xeque pequenos setores divisionistas que insistem em atuar em meio à categoria. Quatro meses depois daquele dia histórico, veja quem é e o que pensa o soldado Cristopher sobre as lutas e as organizações em meio à tropa.

ASSOADE  – Cristopher, qual é a sua história dentro da Polícia Militar de Mato Grosso?

CRISTOPHER– Meu nome é Lídio Cristopher Gonçalves da Silva. Ingressei nas colunas da Policia Militar no ano de 2003. Após o curso de formação fui trabalhar no 4º Batalhão em Várzea Grande, fiquei lá de 2004 até 2006. Em 2006, fui transferido, para o Agrupamento Radio Patrulha Aérea, GRAER, que, posteriormente, se tornou Ciopaer. Fiquei até 2010. Tive um período de 2 anos na Casa Militar do Governo do Estado de Mato Grosso e , em 2012, retornei ao Ciopaer e lá estou até hoje.

ASSOADE – Como é que você avalia sua participação naquela assembléia geral?

CRISTOPHER- Na verdade, expressei minha opinião, achei importante falar na assembleia que decidia se aceitaríamos a proposta feita pelo governo ou não, ou se iriamos para um movimento de paralisação ou algo semelhante. Achei importante falar do diferencial da luta das associações. Foram elas que buscaram, foi quem trabalhou pra que acontecesse e a decisão, sabiamente, por parte deles, ficou para a tropa, ainda que dividida. Finalmente tivemos um momento de lucidez, em minha opinião, e acabamos por decidir em aceitar. Foi um trabalho muito bom, muito bem desenvolvido não só pela ASSOADE, mas por todas as outras associações que trabalharam juntas e esse é o ponto principal.

ASSOADE – Você acha importante que essa união das associações se mantenha?

CRISTOPHER- É indispensável.  É mais que importante. É o que, em minha opinião, faz a diferença entre o sucesso e o fracasso.

ASSOADE – Como é que as associações estão sendo vistas, no meio da tropa?

CRISTOPHER – Ao menos entre os policiais com quem convivo, no meu meio, elas são bem vistas, pelo trabalho que fazem. Usando uma metáfora,  eu diria que:  “não tem como plantar soja e colher algodão”. Então, todo esse respaldo, todo esse respeito que as associações e, em especial a ASSOADE, conquistaram entendo que elas agora estão colhendo o que plantaram. Elas estão colhendo respeito, respaldo e o apoio da tropa como um todo.  Os ganhos tem sido muitos significativos. Eu gosto de dizer que, no ano passado, eu entrei em 2003 e, no ano passado, 2014, a Policia Militar de Mato Grosso mudou em apenas 06 (seis) meses, o que não mudou em 10 (dez) anos. Então, não sei se é possível uma conquista maior do que essa. Por conta da união entre os PMs e entre os bombeiros, por conta da  atuação da ASSOADE e de todas as associações. Do trabalho de cada um delas.

ASSOADE – Como você avalia a atuação da ASSOADE?

CRISTOPHER- Eu avalio a Diretoria como muito positiva muito prudente, satisfatório e focado. Ela [a ASSOADE] não trabalha a esmo, traça um objetivo, planeja e executa – e é assim que tem que ser. De outra forma, eu acredito que a ASSOADE não teria conquistado tanta coisa.

ASSOADE – E qual sua avaliação sobre determinados  grupos que ainda tentam desmerecer a atuação das associações?

CRISTOPHER – É natural. Ouvi falar uma vez e entendi como correto, que o ser humano em si ele tende sempre a cobrar e não a reconhecer.  Então, é muito mais fácil a pessoa sempre cobrar, sempre querer mais, do que reconhecer o que a outra tem feito. Eu imagino que, às vezes, um ato de desespero ou até de má preparação tenha levado uma pessoa ou outra a agir como agiu. Mas, no fim, o que é planejado, o que é trabalhado sempre aparece, não há como esconder um ato desses. Não foi da noite para o dia, então, eu acredito, que as associações têm que fazer o trabalho delas, independente de criticas ou sugestões que venham. São sempre bem vindas. A gente avalia e segue em frente. Eu imagino que somos “nós” e não apenas “eu” quem faz uma luta, quem consegue um resultado. Então, tenho muita dificuldade em aceitar quando uma pessoa se levanta, se dispõe a falar, bate no peito e diz “eu!”, sempre “eu!”. Na verdade, a gente sabe que não é assim porque, ainda que, por exemplo, o Sub Esteves esteja à frente da ASSOADE, não foi ele sozinho quem conquistou, ele tem uma série de pessoas que trabalham na esquipe da ASSOADE, que o ajudam e muito a trabalhar as melhorias. Então, não cabe esse negócio de ficar falando “eu”. Somos “nós” e imagino que, no caso das mudanças de 2014, fomos “nós” como tropa que conquistamos o que conquistamos. Então, tem que se trabalhar pela união e não pela divisão. Quem divide, não contribui.

ASSOADE – Você elogia as associações, mas até agora não se filiou a nenhuma delas.  Quando isso vai mudar?

CRISTOPHER – É uma coisa que avalio com muito cuidado porque eu sempre quis olhar pra uma associação e ver que realmente ela me representasse. Representasse uma classe. Em 2003 e ate pouco tempo atrás, eu não conseguia compreender o trabalho desenvolvido, com todo respeito às pessoas que trabalharam. Não era palpável para mim, naquela época, mas hoje eu vejo de outra forma. Eu vejo que, como eu disse, o respeito, o respaldo, são coisas que se conquista a cada dia. Hoje a minha opinião mudou muito em relação a isso. Por isso hoje eu avalio a possibilidade de me associar e trazer outras pessoas.  Quanto mais somarmos, mais fortes ficaremos. Eu admiro e acompanho mais o trabalho da ASSOADE, estou mais perto da ASSOADE do que das outras associações.

Assessoria da Assoade.

Comissão vai avaliar situação do efetivo da Segurança Pública.

THAÍS OLEGÁRIO
Assessoria/ Sesp-MT
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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) criou uma comissão, por meio da portaria nº11/2015, com a finalidade de avaliar a real situação do efetivo das instituições de Segurança. Com base nessa avaliação, a Secretaria de Segurança saberá onde cada militar está lotado e será possível fazer uma reavaliação no quadro geral de efetivo.

Após o mapeamento, um comparativo será feito diante da necessidade do aumento do efetivo e o aproveitamento planejado dos aprovados e dos cadastros de reservas dos concursos vigentes.

Segundo a secretária adjunta de Administração Sistêmica, Sirlei Terezinha Theis de Almeida, nos concursos vigentes a resposta será rápida para os aprovados e classificados. “Iremos fazer tudo planejado, desde o ponto de vista orçamentário, avaliando os impactos que isso vai gerar na folha, no custeio. Não adianta aumentar o efetivo e não oferecer condições de trabalho para eles. Se aumentarmos o efetivo, vamos ter que aumentar o número de viaturas, armas, munição e uniformes”, observou.

Foram designados para a elaboração e levantamento dos dados, representante da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), membros e servidores da Secretaria Adjunta de Administração (SAAS), Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Judiciária Civil, e Politec.

Polícia Militar propõe novo programa de policiamento comunitário.

DANA CAMPOS
Assessoria/PM-MT

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A Polícia Militar, juntamente com líderes comunitários, está estudando maneiras de elaborar um novo programa de policiamento comunitário. Para isso, a PM definiu um calendário de reuniões para que haja a participação efetiva da população no desenvolvimento dos trabalhos.

Segundo o comandante-geral adjunto da PM, coronel Marcos Sovinski, “o programa deve otimizar as ações da Polícia Militar e melhorar a proximidade da instituição com a comunidade, definindo indicadores e metas de desempenho para as unidades policiais, além de regulamentar as funções dos comandantes de Companhias Comunitárias em todo o Estado”.

A primeira reunião entre a PM e os líderes comunitários ocorreu na última quinta-feira (28-01), no quartel do Comando Geral, em Cuiabá. Estiveram presentes todos os comandantes de Companhias de Polícia Comunitária da Capital e de Várzea Grande.

De acordo com Sovinski, “a reunião foi o pontapé inicial para uma série de medidas a serem desenvolvidas nos primeiros 100 dias de Governo, em prol do fortalecimento do Policiamento Comunitário, em todo o Estado”.

Deputado Wancley é o primeiro policial civil a tomar posse na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

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Eleito deputado pelo Partido Verde com 19.639 votos, conquistados em 105 municípios diferentes, Wancley Carvalho é o primeiro policial civil a tomar posse no parlamento estadual deMato Grosso. Vereador por seis anos em Pontes e Lacerda, o jovem político representa a região  oeste do estado e tem na segurança pública sua  principal linha de trabalho.

A solenidade de posse dos deputados da 18ª Legislatura foi realizada na manhã deste domingo (1º), no teatro Cerrado – Zulmira Canavarros, anexo à Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Servidor público estadual, lotado na Polícia Civil como investigador, desde 2007, Wancley é geógrafo e pós-graduado em gestão pública. Para assumir a cadeira na Assembleia, o deputado solicitou licença para exercício de mandato eletivo, conforme prevê o estatuto da classe.
O Partido Verde que até então não tinha nenhum representante no legislativo estadual, agora passa a contar com duas cadeiras. Na ocasião, o ex-vereador por Várzea Grande, Pery Taborelli também foi empossado.
“Pela primeira vez temos representantes na assembleia. Agora é a oportunidade de estabelecer novos parâmetros de comportamento e sustentabilidade em nosso estado”, destacou o presidente regional do PV de Mato Grosso.
Para o delegado geral da Polícia Civil, Adriano Peralta, a presença de um investigador na casa de lei é a certeza de um porta voz da categoria. ” Tenho certeza que o deputado Wancley vai trazer progresso para nossa classe. Precisamos de muito avanço, e ele será nosso interlocutor junto ao governo estadual”, ponderou o chefe da polícia.
Esquecida pelo poder público há anos, a região oeste do estado tem seu crescimento estagnado. Além das deficiências de  segurança pública, os 22 municípios que compõe a região precisam, com urgência, de incentivos para desenvolver economicamente. “A implantação da  Zona de Processamento e Exportação (ZPE) é a principal solução para alavancar a economia de Cáceres e região”, afirmou o empresário cacerense Arênios da Silva, que participou da posse.