3 Tipos de Policial – QUEM VOCÊ PODE SER PRA MUDAR SUA POLÍCIA.

Que tipo de Policial é você e o que faz pra tentar mudar o quadro?
PROFISSIONAL “A” – Ama sua corporação, é incansável, o primeiro a chegar e último a sair, não admite atrasos ou corpo mole por parte dos outros companheiros, a polícia está em primeiro lugar, e se preciso for a família fica em segundo plano, seu lema : “Minha vida é trabalho”. Considerado durão, não dá moleza para os bandidos, mesmo de folga está sempre farejando algo, irredutível se considera perfeccionista não costuma aliviar nem mesmo os companheiros quando estes cometem erros, no batalhão é um ícone da operacionalidade, está sempre colecionando flagrantes, pois sonha em bater o recorde de ocorrências, “muito respeitado” por seu comandante, por outro lado não é muito bem visto por uma boa parte da tropa, devido a sua grande vibração e por não demonstrar o mesmo empenho e vigor no que tange a mudanças, especialmente no sistema militar, no qual parece bem adaptado/conformado. Não participa das reivindicações salariais mas tem boas relações com o Profissional “B” As vezes e usado por certos comandos para tapear a população e supostamente dizer que tudo vai bem.
PROFISSIONAL “B” – Se acha  pouco valorizado, por isso mesmo crê que o melhor a fazer é apenas o básico necessário, pois, em sua opinião, não tem o apoio necessário por parte do alto escalão. Não se considera omisso, seu lema é : “Se aparece a gente resolve, mas não vou ficar procurando encrenca pra cabeça”, Sua família está sempre em primeiro plano, porque tem convicção de que quando se está bem em casa o resto vem como consequência. Engajado politicamente, procura sempre conscientizar o restante da tropa, sonha com mais valorização por parte da corporação e acredita que isso seria um grande incentivo para trabalhar melhor e consequentemente servir melhor a população. Bem quisto na tropa as vezes é conhecido como “maciota” tem boas relação com o profissional “A” a quem respeita e admira, mas, pensa que este deveria ser mais moderado em suas ações. Lutar também por mudanças na estrutura militar e ser mais engajado nas reivindicações salariais.
PROFISSIONAL “C” – Acha que não há esperança pra essa polícia. Odeia os ditames e regulamentos militares. Não quer nem ouvir falar de vibração ou moderação, quer mudanças, é engajado, mas as vezes não faz qualquer esforço. Sempre faz questão de dizer: Bobo é quem fica por aí vibrando, se precisar aliviar, alivia, vive resolvendo os velhos “QRUs”, aos mais chegados revela : “Nessa polícia eu não esquento a cabeça com porra nenhuma! O importante é não perder a fila no BRB”, Outros lemas muito usado por esse Profissional é : “A sociedade que se foda !” “O Governo finge que me paga e eu finjo que trabalho!” Tem boas relações com os que pensam da mesma maneira, em contrapartida é odiado pelos Profissionais “A” tolerado pelos “B”. É hoje de longe o perfil mais crescente dentro da corporação.
Fonte:  BLOG DO HALK – PMDF
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NOTA DE ESCLARECIMENTO/MANIFESTO – O CICLO COMPLETO DE POLÍCIA COMO INSTRUMENTO DE ACESSO À JUSTIÇA E DE EFETIVIDADE DA CIDADANIA.

A Federação Nacional dos Oficiais Militares Estaduais (FENEME), representante de 44 entidades de Oficiais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares do Brasil, em 25 Estados da Federação, vem perante a população, em especial do Estado de São Paulo, manifestar a contrariedade ao retrocesso constante nas declarações do novo Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Sr Mágino Alves Barbosa Filho, veiculadas pelo jornal Folha de São Paulo (edição de 20/05/2016), sintetizada no seguinte excerto:
“Acho que é legítimo para a PM querer ir buscar [poder para investigar crimes]. Eu tenho uma opinião: isso pode criar um problema para a PM. Você atribui uma responsabilidade mais ampla e prejudica a atividade dela primordial, que é o patrulhamento, repressão”
O reduzido espaço desta nota não permite o adequado esclarecimento de que a Constituição Federal superou o ultrapassado modelo que divide as atividades de polícia em polícia administrativa/preventiva e polícia investigativa/repressiva. Os órgãos de segurança pública (CF, art. 144) foram dotados, pela força normativa da Constituição, de funções típicas e funções atípicas, para a maior eficiência de suas missões constitucionais e maior proteção dos direitos fundamentais, de modo que qualquer medida tendente a restringir e prejudicar a atuação dos Órgãos de Segurança, implica em grave retrocesso e agrava o atual contexto da insegurança.
Lamentável que o Secretário de Estado da Segurança Pública desconheça a realidade dos policiais militares de São Paulo e mesmo do Brasil, que tem que deslocar dezenas ou centenas de quilômetros (no Estado de São Paulo há plantão em cerca de 30% das delegacias) ou permanecem por horas em delegacias para lavratura de boletins de ocorrência, que serão esquecidos nos escaninhos ou integrarão a vergonhosa resolutividade de crimes por parte da Polícia Civil que gira em torno dos 5%. Também parece desconhecer o calvário da população que chega a esperar por até 15 horas para lavrar um simples boletim, como o noticiado no jornal A Tribuna em 02 de janeiro desde ano na cidade de São Vicente, em seu Estado.
No Brasil, há mais de uma década os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina já atuam no Ciclo Completo de Polícia nas infrações penais de menor potencial ofensivo, em que o Policial Militar, no policiamento ostensivo, toma todas as providências no local dos fatos, inclusive as requisições e agendamento da audiência no Juizado Especial Criminal, sem a necessidade de deslocar a uma delegacia.
O Ciclo Completo possibilita a qualificação no atendimento à população e economia de recursos e permite avanços substanciais como em Santa Catarina, onde os formulários policiais foram abandonados e policiais militares utilizam um tablet e uma pequena impressora térmica para registrar todos os procedimentos policiais, encaminhando-os a Polícia Civil, ou mesmo tomando todas as providências no local dos fatos em caso de infrações penais de menor potencial ofensivo, reduzindo o tempo médio de atendimento de 3 horas para menos de 30 minutos.
Nesse contexto, qualquer gestor de segurança que se posicione contrário ao ciclo completo, além de desconhecer a integralidade das atribuições constitucionais das Polícias Militares – polícia ostensiva, de preservação da ordem pública e força pública residual –, está defendendo um modelo de combate à criminalidade arcaico e ineficaz, que somente encontra espelho em países como Cabo Verde e Guiné Bissau. No restante do mundo civilizado, em países como Portugal, Itália, Espanha, Holanda, França, entre outros, é pacífica e eficaz a convivência de polícias militares com demais órgãos de segurança pública, todos atuando com o denominado ciclo completo de polícia ou polícia plena. Os indicadores de resolução de crimes e de (in)eficiência da segurança no Brasil, no modelo de meias-polícias, comparativamente com os precitados países, demonstra de forma inequívoca que o modelo atual está falido. O ciclo completo é a ferramenta de gestão disponível, e sem qualquer custo adicional aos órgãos, apto a impedir a escalada da criminalidade.
Essa mudança de paradigma, que substitui o mecanismo ineficiente de duas polícias funcionando pela metade (Polícia Civil e Polícia Militar), por polícias plenas (ou de ciclo completo) exige uma interpretação atualizada do texto constitucional e uma visão de gestão da segurança com foco no serviço público (no cidadão). Tal modelo é defendido pelo Gabinete Integrado dos Profissionais de Segurança Pública do Brasil (GIPSP), composto pelos seguintes membros: Conselho Nacional de Comandantes Gerais PM e BM, Associação Nacional dos Procuradores da República, Associação Nacional de Praças PM e BM, Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais, Associação dos Militares Estaduais do Brasil, Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, Federação Nacional dos Policias Federais, Associação Nacional dos Membros do Ministério Público e Associação Brasileira de Criminalística.
Por fim, temos a certeza de que a gestão do Sr. Mágino Alves Barbosa Filho, na qualidade de Secretário de Segurança de São Paulo, atenderá ao clamor social pela melhoria do serviço público, o que não se coaduna com a precitada afirmação, que reduz a missão da Polícia Militar e impede o cumprimento de sua missão constitucional na plenitude.
O Ciclo Completo de Polícia não é um desejo da Polícia Militar de São Paulo, mas sim, uma necessidade da sociedade brasileira!
“Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.” Albert Einstein
Brasília, 24 de maio de 2016
MARLON JORGE TEZA
CORONEL PMSC PRESIDENTE
Fonte: FENEME

NOTA DE ESCLARECIMENTO DAS ASSOCIAÇÕES DOS MILITARES EM RELAÇÃO A DECISÃO QUE DECLAROU ILEGAL A GREVE DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA DE MATO GROSSO

As Associações dos Policiais e Bombeiros Militares de Mato Grosso, representadas pela Associação dos Oficiais (ASSOF), Associação dos Subtenentes e Sargentos (ASSOADE), Associação dos Cabos e Soldados (ACSMT) e Associação dos Militares Inativo e Pensionistas (ASMIP), vem público esclarecer a sociedade Mato-grossense que a decisão proferida em caráter liminar que declarou ilegal a greve dos servidores da Segurança Pública, em especial dos policiais militares e bombeiros militares, é equivocada e eivada de erro.

Essa afirmação é feita primeiro porque o judiciário Mato-grossense foi induzido ao erro, uma vez que o Governo constou em sua petição informações mentirosas, entre elas que os policiais e bombeiros militares estariam em greve.

Até a presente data todos os policiais e bombeiros militares de nosso Estado, estão cumprindo suas escalas de serviço mesmo sem ter condições, pois em momento algum esse governo informou aos nossos valorosos policiais e bombeiros se estes receberão fardamento, item primordial para o serviço ostensivo.

Esse governo também não constou em sua petição ao judiciário que as unidades militares não possuem condições de trabalhos, pois funcionam em instalações velhas, insalubres e que sequer possuem banheiros em condições de uso.

Esse governo também não constou em sua ação que os policiais e bombeiros militares não estão recebendo os direitos previstos em lei, como ajuda de custo, auxilio fardamento, bolsa pesquisa, diárias, hora extra, entre tantos outros, no entanto o governo liberou a contratação de 70.000.000,00 (setenta milhões) com publicidade.

Esse governo que trabalha com a omissão de informações, não teve a seriedade de informar ao judiciário que até hoje não comprou armamento suficiente para os policiais militares trabalharem, bem como sequer comprou munição para que os alunos soldados que estão sendo formados, possam ter aulas de tiros, prejudicando a formação destes profissionais que posteriormente serão colocados para trabalharem nas ruas, sem saberem manusear o seu principal instrumento de trabalho.

Esse governo também não constou em sua ação, que determinou na última semana abertura de concurso público para Procurador de Estado e para agentes socioeducativos temporários, aumentando consideravelmente a folha de pagamento.

Por dever de ofício, temos a obrigação de informar a sociedade de nosso Estado que em momento algum nós Policiais e Bombeiros Militares de Mato Grosso declaramos estado de greve ou realização de greve, apesar da insatisfação e do elevado nível de tensão perceptível no seio da tropa, pela atitude desonesta e ilegal praticada pelo Governo do Estado contra os servidores públicos do executivo.

Esse sentimento aflorou-se ainda mais, ao verificarmos a forma sórdida com que a Procuradoria do Estado agiu, ao inserir como rés na ação que pleiteava a declaração de ilegalidade da Segurança Pública, as associações dos militares e sobre tudo, a Associação dos Militares Inativos e Pensionistas (ASMIP), que reúne apenas servidores aposentados e pensionistas de militares.

A má fé verifica-se no fato de não entendermos como é possível um militar aposentado ou pensionista fazer GREVE? Vocês devem estar tão assustados quanto nós e devem estar percebendo, que esse governo é capaz até de inventar informações e plantar notícias falsas para alcançar os seus objetivos.

Nós das associações dos militares estaduais declaramos que a decisão proferida pelo Poder Judiciário em relação a greve dos servidores públicos é inócua para nós, primeiro porque jamais entramos em greve e segundo, porque não vai ser uma decisão judicial que vai mudar o sentimento dos policiais e bombeiros militares de Mato Grosso, em relação a insatisfação e desilusão com as práticas deste governo.

O sentimento de insatisfação é um estado da alma e é intrínseco ao ser humano, por isso não vai ser uma decisão judicial ou uma determinação autoritária de um governante que vai resgatar a confiança ou o comprometimento de sempre produzir mais e mais, que todo policial e bombeiro militar de Mato Grosso, praticavam no dia a dia.

A produtividade do serviço está diretamente relacionada ao sentimento de satisfação e entendemos que o culpado pela baixa produtividade e a drástica redução nas ações dos policiais e bombeiros militares de Mato Grosso é do Governador do Estado, que preferiu prestigiar segmentos da sociedade (produtores rurais e empresários) e servidores de outros poderes, em detrimento dos servidores do Poder executivo e da sociedade.

Para finalizar informamos a sociedade Mato-grossense que vamos continuar trabalhando insatisfeitos, a produtividade com isso vai continuar sendo proporcional a essa insatisfação e o culpado de tudo isso, será o Governador Pedro Taques.

Cuiabá (MT), 04 de junho de 2016.

WANDERSON NUNES DE SIQUEIRA – TEN CEL PM

Presidente da ASSOF-MT

LUCIANO ESTEVES C. COSTA – SUB TEN PM

Presidente da ASSOADE

ADÃO MARTINS DA SILVA – CABO PM

Presidente da ACSPMBM-MT

FERNANDO GUIMARÃES ARAUJO – 3° SGT PM

Presidente da ASMIP

 

Data: 04/06/2016
Fonte: ASSOF, ASSOADE, ACSMT e ASMIP

Comissão aprova carga horária máxima para policiais e bombeiros militares.

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou, com emenda supressiva, proposta que assegura a policiais militares e bombeiros militares dos estados e do Distrito Federal carga horária máxima de trabalho de 120 horas mensais e remuneração em dobro em feriados trabalhados.

O texto aprovado é o do Projeto de Lei 2106/15, do deputado Capitão Augusto (PR-SP), que altera a Lei de Reorganização da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (Decreto-Lei 667/69).

Relator na comissão da Câmara dos Deputados, o deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) apresentou emenda para suprimir do texto original a previsão de remuneração em dobro apenas nas jornadas de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso.

Ao acolher sugestão do deputado Alberto Fraga (DEM-DF), Gonzaga concordou que a definição do tipo de jornada no texto da lei imporia limitações a policias que trabalhem em feriados, mas em jornadas diferentes da prevista.

“Trazer para lei federal a especificidade de uma escala traria uma limitação e cometeria injustiça com as demais possibilidades de escalas”, disse o relator, ao propor a supressão da expressão “nos casos de quem cumpre jornada de 12 horas de trabalho por 36 de descanso”.

Tramitação
O projeto, que já foi aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Mônica Thaty

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